Gastronomia

Receita de Torta Banoffee

Bolacha, banana e doce de leite. Esses são os principais ingredientes da deliciosa Torta Banoffee. Criada em 1971, no norte da Inglaterra, a sobremesa já conquistou o paladar brasileiro e é uma das receitas preferidas no Senac Restaurante-Escola, em Blumenau.

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Conheça as festas de outubro em Santa Catarina

Outubro é mês de comemoração! Pelo menos em Santa Catarina, quando diversas cidades organizam festas para celebrar a cultura herdada pelos imigrantes de suas regiões. E durante os dias de celebração, turistas e moradores podem curtir as músicas e as danças, além de saborear as delícias gastronômicas, alemãs, italianas, portuguesas, açorianas e austríacas.

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Receita alemã: Tulipa de pato (Fritierte Entenflügel)

O mês de outubro está chegando e, com ele, começam as festas de origem alemã em todo o estado de Santa Catarina. Durante os dias de evento, moradores e turistas têm a oportunidade de experimentar diferentes comidas e bebidas típicas da Alemanha. Linguiças, strudels, batatas recheadas, cervejas artesanais, chucrutes são apenas algumas das opções que você encontrará.

Ficou com água na boca só de pensar nessas delícias? Não se preocupe. Enquanto você espera o início das festividades, Heiko Grabolle, chef do Senac Restaurante-Escola, em Blumenau, já adianta algumas receitas para você preparar em casa. Para hoje, nós separamos as tulipas de pato, feitas com coxinhas de asa à milanesa, normalmente servidas com molho barbecue.

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Da televisão à gastronomia: 3 receitas famosas em filmes e seriados

É sexta-feira, você chega cansado do trabalho e decide que é dia de descansar assistindo a um filme ou à maratona daquele seriado que todos os seus amigos elogiam. Poucos minutos depois, já confortável no sofá, começam a aparecer cenas de almoços, jantares e piqueniques com receitas que dão água na boca só de olhar. Nessas horas, pouco importa se estamos falando de fome ou pura gula: a vontade de ultrapassar as barreiras da tela e entrar em cena é quase incontrolável, não é?

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Receita: Currywurst

Mais popular fast food da Alemanha, o Currywurst consiste em uma salsicha de porco cortada e temperada com ketchup e curry, normalmente acompanhada de batatas fritas. O prato surgiu após a Segunda Guerra Mundial, quando Herta Heuwer conseguiu a especiaria com os ingleses.

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5 livros para quem se interessa por gastronomia

Pense no almoço rápido que você fez durante o expediente, ou então naquele bar regado a cervejas com os amigos… Ah, não se esqueça do jantar da semana passada que, na verdade, foi só uma desculpa para um primeiro encontro. Percebeu? Seja para se alimentar, socializar ou começar um romance, a culinária está a todo momento presente em nosso dia a dia e, muitas vezes, influencia nossa forma de viver e agir.

Não precisa ir muito a fundo para compreender que a gastronomia de um lugar está diretamente relacionada à história da região. Ela é um dos elementos que representa a identidade e a cultura de um povo. É por isso que um livro de gastronomia não é apenas um compilado de receitas para o leitor reproduzir, mas um registro histórico de como aquele prato chegou a determinado país, como foi utilizado pela sua população e de que forma mudou os rumos da história.

Ficou interessado em saber mais? Nós listamos 5 livros imperdíveis para quem, além de gostar de cozinhar, se interessa pela gastronomia ao redor do mundo:

Escrito pelo renomado chef Alain Ducasse, o livro nos traz histórias de pessoas e lugares de Nova York e dá sugestões de locais para comer, desde os mais chiques restaurantes de Manhattan até o cachorro-quente de rua no Brooklyn. A obra vai além de um guia culinário e se transforma em um retrato da cidade, do ponto de vista gastronômico, feito por alguém que entende do assunto.

Autobiográfico, conta a história de Bob Spitz, jornalista que termina um longo casamento e, após a entrega de um trabalho que levou mais de 9 anos para ser concluído, decide largar tudo e ir rumo à Europa para se dedicar a uma grande paixão: a culinária. Lá, Spitz estudou nas melhores escolas de gastronomia da Itália e da França e, já de volta, resolveu transformar a experiência em livro.

Divertida e inspiradora – que em alguns momentos até lembra Comer, Rezar e Amar -, a história mostra as diferenças culinárias nos dois países e traz algumas das melhores receitas que o autor aprendeu nesse período.

A ideia surgiu após Jen Lin-Liu deixar os EUA e se mudar para a China, a fim de se conectar com o país de seus antepassados. E qual a melhor forma para isso? A gastronomia.

Durante sua jornada, encontrou pessoas que lhe mostraram não só a culinária, mas os diferentes aspectos de uma sociedade ainda marcada por regimes autoritários.

Considerado o melhor livro de culinária chinesa pela Gourmand World Cookbook Awards de 2008, a obra é um retrato da China contemporânea e consegue levar o leitor a uma viagem pela cultura e pelos valores chineses. São 29 receitas com descrições detalhadas dos pratos ao longo das 264 páginas de leitura.

De forma divertida e engraçada, o livro faz uma análise dos avanços da humanidade a partir de seis bebidas: a cerveja, o vinho, os destilados, o café, o chá e a Coca-Cola. Capítulo por capítulo, Tom Standage descreve a evolução de cada uma delas, sua importância social para a região onde surgiram e sua influência na cultura de todo o mundo. No decorrer do livro, você descobre diversas curiosidades, como, por exemplo, a cerveja sendo uma bebida social desde os seus primórdios ou então a prévia autorização do Papa para que só então os cristãos pudessem consumir a bebida.

Bolo Battenberg, Frango à Kiev, Torta Woolton… Quem nunca se perguntou como receitas clássicas da gastronomia receberam seus nomes? Foi pensando nisso que James Winter listou 50 pratos e bebidas mundialmente reconhecidos e resolveu pesquisar suas origens. Em uma narrativa bem humorada, o livro conta as histórias e, em seguida, disponibiliza as receitas, sejam elas originais ou adaptadas. Muito conhecidos aqui no Brasil, até o acarajé e a feijoada apareceram por lá. Ficou curioso?

E você, conhece alguma outra boa história sobre gastronomia?

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Food bikes: mais baratas e sustentáveis, elas conquistam espaço na gastronomia de rua

Quem nunca reparou naquelas charmosas bicicletas adaptadas servindo doces que dão água na boca à primeira vista? Elas são a nova tendência na gastronomia de rua e vêm ganhando destaque nos eventos e cidades por onde passam.

Quando os food trucks surgiram, muitos cozinheiros se animaram com a possibilidade de montar seu próprio negócio por um custo menor, se comparado com o de restaurantes convencionais – estima-se que o veículo custa pelo menos R$ 50 mil, enquanto restaurantes não costumam sair por menos de R$ 500 mil. Agora, com a chegada das food bikes, o cenário ganha outras proporções, muito mais próximas da realidade: criar um esse modelo de negócio pode custar entre R$ 2 e R$ 15 mil, dependendo das adaptações necessárias.

O menor valor de investimento não é a única vantagem, outro aspecto importante é o melhor uso do espaço público. As bicicletas têm maior mobilidade, principalmente em locais de difícil acesso, como ruas estreitas. Além disso, elas são mais sustentáveis e, ao contrário dos food trucks, não prejudicam o meio ambiente com emissão de poluentes na atmosfera.

As primeiras food bikes no Brasil ganharam destaque em 2014 nas grandes metrópoles, como São Paulo e Rio de Janeiro. Mas essa realidade está mudando e já é possível encontrá-las em pequenas e médias cidades. Em Santa Catarina, a Doce menino doce, de Tubarão, nasceu a partir da ideia de um menino de 10 anos que, a fim de juntar dinheiro para estudar no Canadá, começou a vender brigadeiros com a mãe. Inicialmente, eles usavam o carro para comercializar seus doces no bairro onde moravam, até que começaram a receber encomendas de outros pontos da cidade, encarecendo a entrega. Diante do problema, a solução encontrada foi transformar o negócio em uma food bike.

Mas esses restaurantes sobre duas rodas não são opções exclusivas para quem quer começar um negócio próprio e não possui muito dinheiro para investir. Em Florianópolis, com a estratégia de se locomover pela cidade em eventos, o café Jack&Jacks e a doceria Le Petit Pot firmaram uma parceria que resultou na Le Petit Jack Food Bike. A bicicleta possui estrutura para servir comidas, cafés e chopps.

Dicas para montar a sua food bike

A bicicleta não comporta uma estrutura de cozinha, portanto, o produto comercializado deve ser algo mais simples e, de preferência, pronto, ao invés de pratos sofisticados que precisam ser preparados na hora. Refeições rápidas, como doces, salgados, bebidas e sanduíches são bons exemplos. Aí é só caprichar na escolha da bicicleta e garantir a simpatia, afinal, em que outro lugar o cliente vai ter a oportunidade de ser servido pelo próprio chef?

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10 comidas que têm origem diferente da que você imaginava

Existe um ditado popular que diz: “uma mentira repetida muitas vezes pode se tornar verdade”. Pode até parecer que é coisa da era da internet, com os textões de Facebook, Twitter ou Instagram, mas é assim desde a antiguidade, quando acontecimentos cotidianos – como as chuvas e tempestades – eram explicados por meio de histórias fantásticas sobre seres supremos.

Não existe uma data específica, mas podemos afirmar com certa segurança que não existe nada tão antigo quanto o chamado “telefone sem fio”. Desde o surgimento do homem, antes da invenção da escrita, as informações eram trocadas entre os grupos sociais, gerando mitos sobre todo tipo de assunto. Isso ainda ocorre nos dias de hoje, principalmente com a disseminação dos meios de comunicação, inclusive quando se fala em comida. Confira a nossa lista e se surpreenda com a origem de alguns pratos do nosso dia a dia.

1. Croissant

Prepare-se para a decepção: a origem do croissant não é francesa, mas sim austríaca. Idealizada no século XVII por padeiros da cidade de Viena, a iguaria era conhecida originalmente pelo nome Kipferl e foi criada a pedidos da imperatriz Eleonore, esposa de Leopoldo I, para comemorar o fim da invasão turca na região. Um século depois, Maria Antonieta levou a receita para a França, onde foi aperfeiçoada e rebatizada.

2. Biscoitos da sorte

Em 2008 o jornal americano The New York Times divulgou que o famoso biscoito da sorte dos restaurantes chineses é, na realidade, uma iguaria japonesa. No país, é possível encontrar um biscoito com mensagens espirituais em alguns templos budistas, chamado Senbei. Anos depois, o costume foi trazido para os Estados Unidos por imigrantes que se estabeleceram na região da Califórnia, onde se popularizou. Quem diria?

3. Lasanha

Quem tem sangue italiano geralmente adora uma lasanha, não é mesmo? Contudo, por mais que você adore (e quem não adora?) esse prato delicioso, ele não tem nada a ver com o país de seus antepassados. Historiadores encontraram uma comida muito similar no livro de receitas do cozinheiro do Rei Ricardo II, da Inglaterra, escrito em meados do século XIV. Contudo, há quem defenda que a lasanha seja ainda mais antiga que isso, afirmando que tanto o nome quanto a receita seriam originários da Grécia Antiga. Será? ;)

4. Chili

Muito comum nos cardápios de restaurantes mexicanos no mundo todo, chili é – na realidade – um prato criado em solo americano, mais precisamente no estado do Texas. No século XIX, a receita composta por carne seca, gordura, condimentos e pimenta chili já era a preferida de caubóis e aventureiros do Velho Oeste. Mais tarde, com a popularização no restante do país, surgiram as versões com feijão e tomate.

5. Ketchup

Símbolo da culinária americana e do fast food, o país de origem do ketchup não é os Estados Unidos, mas sim a China. Sua primeira versão foi um molho de peixe fermentado, feito a base das vísceras do animal em 300 anos a.C. Somente por volta de 1812 um cientista da Filadélfia chamado James Mease registrou a primeira receita de ketchup com tomates, mas a grande popularização do produto só aconteceu mais de 40 anos depois, com o lançamento do famoso ketchup Heinz.

6. Soda italiana

Apesar do nome, a soda italiana é uma invenção americana. Criada pelo casal de italianos Rinaldo e Ezilda Torre, em São Francisco, Califórnia, a receita recebeu o nome dedicado ao país de origem de seus inventores por causa da marca de xarope de frutas utilizada, a italiana Torani. Simples, no Brasil a bebida é feita apenas com gelo, água gaseificada (ou soda) e xarope de fruta. Mas, nos Estados Unidos, é comum encontrar também sua versão cremosa, com creme de leite.

7. Pizza

Não está sendo um dia fácil para italianos e seus descendentes, não é mesmo? Apesar de ter sua origem atribuída à Itália, a primeira pizza foi inventada há mais de seis mil anos pelos egípcios. Eles foram os primeiros a misturar farinha e água para criar uma massa semelhante a que utilizamos atualmente. Quando o prato chegou à península da Etrúria, na Itália, os habitantes começaram a testar combinações diferentes até chegar na delícia que conhecemos (e amamos) atualmente.

8. Pão Francês

O pão francês é, na realidade, brasileiro. No século XIV, era comum a elite brasileira viajar a Paris com frequência e, ao voltar, pediam aos cozinheiros e padeiros para reproduzir os pães de lá. Como eles não sabiam a receita, descreviam as características para seus funcionários, que tentavam reproduzi-la da melhor forma possível. O resultado foi o pão francês – ou pão de sal, pão de trigo, cacetinho, entre outros nomes conforme a região do país – o principal alimento do café da manhã dos brasileiros até hoje.

9. Petit Gâteau

A origem do bolinho de chocolate é alvo de bastante polêmica. De acordo com o Jornal Maturidades, da PUC-SP, existem duas versões que atribuem sua concepção aos americanos na década de 80. Ambas por acidente. A primeira defende a criação pelo chef francês radicado em Nova York, Jean-Geroges Vongetrichten, ao errar na quantidade de farinha na receita de um bolo de chocolate. A segunda afirma que ele é fruto do erro de um aprendiz de cozinheiro que acabou aquecendo demais o forno, cozinhando seu bolo apenas do lado de fora. De qualquer forma, o Petit Gâteau é muito bem aceito pelo paladar brasileiro, ganhando versões com doce de leite, limão, goiabada e até bebidas alcoólicas.

10. Acarajé

A palavra acarajé provém das palavras da língua africana iorubá akará (bola de fogo) e (comer), contudo sua origem é brasileira. Criado por escravos africanos no Brasil, o prato foi criado com base em uma lenda do candomblé e era frequentemente oferecido aos orixás para proteção. Até hoje é considerado uma comida sagrada e, portanto, só deve ser preparado por filhos de santo.

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