Gastronomia

Receita alemã: Tulipa de pato (Fritierte Entenflügel)

O mês de outubro está chegando e, com ele, começam as festas de origem alemã em todo o estado de Santa Catarina. Durante os dias de evento, moradores e turistas têm a oportunidade de experimentar diferentes comidas e bebidas típicas da Alemanha. Linguiças, strudels, batatas recheadas, cervejas artesanais, chucrutes são apenas algumas das opções que você encontrará.

Ficou com água na boca só de pensar nessas delícias? Não se preocupe. Enquanto você espera o início das festividades, Heiko Grabolle, chef do Senac Restaurante-Escola, em Blumenau, já adianta algumas receitas para você preparar em casa. Para hoje, nós separamos as tulipas de pato, feitas com coxinhas de asa à milanesa, normalmente servidas com molho barbecue.

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Da televisão à gastronomia: 3 receitas famosas em filmes e seriados

É sexta-feira, você chega cansado do trabalho e decide que é dia de descansar assistindo a um filme ou à maratona daquele seriado que todos os seus amigos elogiam. Poucos minutos depois, já confortável no sofá, começam a aparecer cenas de almoços, jantares e piqueniques com receitas que dão água na boca só de olhar. Nessas horas, pouco importa se estamos falando de fome ou pura gula: a vontade de ultrapassar as barreiras da tela e entrar em cena é quase incontrolável, não é?

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Receita: Currywurst

Mais popular fast food da Alemanha, o Currywurst consiste em uma salsicha de porco cortada e temperada com ketchup e curry, normalmente acompanhada de batatas fritas. O prato surgiu após a Segunda Guerra Mundial, quando Herta Heuwer conseguiu a especiaria com os ingleses.

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5 livros para quem se interessa por gastronomia

Pense no almoço rápido que você fez durante o expediente, ou então naquele bar regado a cervejas com os amigos… Ah, não se esqueça do jantar da semana passada que, na verdade, foi só uma desculpa para um primeiro encontro. Percebeu? Seja para se alimentar, socializar ou começar um romance, a culinária está a todo momento presente em nosso dia a dia e, muitas vezes, influencia nossa forma de viver e agir.

Não precisa ir muito a fundo para compreender que a gastronomia de um lugar está diretamente relacionada à história da região. Ela é um dos elementos que representa a identidade e a cultura de um povo. É por isso que um livro de gastronomia não é apenas um compilado de receitas para o leitor reproduzir, mas um registro histórico de como aquele prato chegou a determinado país, como foi utilizado pela sua população e de que forma mudou os rumos da história.

Ficou interessado em saber mais? Nós listamos 5 livros imperdíveis para quem, além de gostar de cozinhar, se interessa pela gastronomia ao redor do mundo:

Escrito pelo renomado chef Alain Ducasse, o livro nos traz histórias de pessoas e lugares de Nova York e dá sugestões de locais para comer, desde os mais chiques restaurantes de Manhattan até o cachorro-quente de rua no Brooklyn. A obra vai além de um guia culinário e se transforma em um retrato da cidade, do ponto de vista gastronômico, feito por alguém que entende do assunto.

Autobiográfico, conta a história de Bob Spitz, jornalista que termina um longo casamento e, após a entrega de um trabalho que levou mais de 9 anos para ser concluído, decide largar tudo e ir rumo à Europa para se dedicar a uma grande paixão: a culinária. Lá, Spitz estudou nas melhores escolas de gastronomia da Itália e da França e, já de volta, resolveu transformar a experiência em livro.

Divertida e inspiradora – que em alguns momentos até lembra Comer, Rezar e Amar -, a história mostra as diferenças culinárias nos dois países e traz algumas das melhores receitas que o autor aprendeu nesse período.

A ideia surgiu após Jen Lin-Liu deixar os EUA e se mudar para a China, a fim de se conectar com o país de seus antepassados. E qual a melhor forma para isso? A gastronomia.

Durante sua jornada, encontrou pessoas que lhe mostraram não só a culinária, mas os diferentes aspectos de uma sociedade ainda marcada por regimes autoritários.

Considerado o melhor livro de culinária chinesa pela Gourmand World Cookbook Awards de 2008, a obra é um retrato da China contemporânea e consegue levar o leitor a uma viagem pela cultura e pelos valores chineses. São 29 receitas com descrições detalhadas dos pratos ao longo das 264 páginas de leitura.

De forma divertida e engraçada, o livro faz uma análise dos avanços da humanidade a partir de seis bebidas: a cerveja, o vinho, os destilados, o café, o chá e a Coca-Cola. Capítulo por capítulo, Tom Standage descreve a evolução de cada uma delas, sua importância social para a região onde surgiram e sua influência na cultura de todo o mundo. No decorrer do livro, você descobre diversas curiosidades, como, por exemplo, a cerveja sendo uma bebida social desde os seus primórdios ou então a prévia autorização do Papa para que só então os cristãos pudessem consumir a bebida.

Bolo Battenberg, Frango à Kiev, Torta Woolton… Quem nunca se perguntou como receitas clássicas da gastronomia receberam seus nomes? Foi pensando nisso que James Winter listou 50 pratos e bebidas mundialmente reconhecidos e resolveu pesquisar suas origens. Em uma narrativa bem humorada, o livro conta as histórias e, em seguida, disponibiliza as receitas, sejam elas originais ou adaptadas. Muito conhecidos aqui no Brasil, até o acarajé e a feijoada apareceram por lá. Ficou curioso?

E você, conhece alguma outra boa história sobre gastronomia?

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Food bikes: mais baratas e sustentáveis, elas conquistam espaço na gastronomia de rua

Quem nunca reparou naquelas charmosas bicicletas adaptadas servindo doces que dão água na boca à primeira vista? Elas são a nova tendência na gastronomia de rua e vêm ganhando destaque nos eventos e cidades por onde passam.

Quando os food trucks surgiram, muitos cozinheiros se animaram com a possibilidade de montar seu próprio negócio por um custo menor, se comparado com o de restaurantes convencionais – estima-se que o veículo custa pelo menos R$ 50 mil, enquanto restaurantes não costumam sair por menos de R$ 500 mil. Agora, com a chegada das food bikes, o cenário ganha outras proporções, muito mais próximas da realidade: criar um esse modelo de negócio pode custar entre R$ 2 e R$ 15 mil, dependendo das adaptações necessárias.

O menor valor de investimento não é a única vantagem, outro aspecto importante é o melhor uso do espaço público. As bicicletas têm maior mobilidade, principalmente em locais de difícil acesso, como ruas estreitas. Além disso, elas são mais sustentáveis e, ao contrário dos food trucks, não prejudicam o meio ambiente com emissão de poluentes na atmosfera.

As primeiras food bikes no Brasil ganharam destaque em 2014 nas grandes metrópoles, como São Paulo e Rio de Janeiro. Mas essa realidade está mudando e já é possível encontrá-las em pequenas e médias cidades. Em Santa Catarina, a Doce menino doce, de Tubarão, nasceu a partir da ideia de um menino de 10 anos que, a fim de juntar dinheiro para estudar no Canadá, começou a vender brigadeiros com a mãe. Inicialmente, eles usavam o carro para comercializar seus doces no bairro onde moravam, até que começaram a receber encomendas de outros pontos da cidade, encarecendo a entrega. Diante do problema, a solução encontrada foi transformar o negócio em uma food bike.

Mas esses restaurantes sobre duas rodas não são opções exclusivas para quem quer começar um negócio próprio e não possui muito dinheiro para investir. Em Florianópolis, com a estratégia de se locomover pela cidade em eventos, o café Jack&Jacks e a doceria Le Petit Pot firmaram uma parceria que resultou na Le Petit Jack Food Bike. A bicicleta possui estrutura para servir comidas, cafés e chopps.

Dicas para montar a sua food bike

A bicicleta não comporta uma estrutura de cozinha, portanto, o produto comercializado deve ser algo mais simples e, de preferência, pronto, ao invés de pratos sofisticados que precisam ser preparados na hora. Refeições rápidas, como doces, salgados, bebidas e sanduíches são bons exemplos. Aí é só caprichar na escolha da bicicleta e garantir a simpatia, afinal, em que outro lugar o cliente vai ter a oportunidade de ser servido pelo próprio chef?

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10 comidas que têm origem diferente da que você imaginava

Existe um ditado popular que diz: “uma mentira repetida muitas vezes pode se tornar verdade”. Pode até parecer que é coisa da era da internet, com os textões de Facebook, Twitter ou Instagram, mas é assim desde a antiguidade, quando acontecimentos cotidianos – como as chuvas e tempestades – eram explicados por meio de histórias fantásticas sobre seres supremos.

Não existe uma data específica, mas podemos afirmar com certa segurança que não existe nada tão antigo quanto o chamado “telefone sem fio”. Desde o surgimento do homem, antes da invenção da escrita, as informações eram trocadas entre os grupos sociais, gerando mitos sobre todo tipo de assunto. Isso ainda ocorre nos dias de hoje, principalmente com a disseminação dos meios de comunicação, inclusive quando se fala em comida. Confira a nossa lista e se surpreenda com a origem de alguns pratos do nosso dia a dia.

1. Croissant

Prepare-se para a decepção: a origem do croissant não é francesa, mas sim austríaca. Idealizada no século XVII por padeiros da cidade de Viena, a iguaria era conhecida originalmente pelo nome Kipferl e foi criada a pedidos da imperatriz Eleonore, esposa de Leopoldo I, para comemorar o fim da invasão turca na região. Um século depois, Maria Antonieta levou a receita para a França, onde foi aperfeiçoada e rebatizada.

2. Biscoitos da sorte

Em 2008 o jornal americano The New York Times divulgou que o famoso biscoito da sorte dos restaurantes chineses é, na realidade, uma iguaria japonesa. No país, é possível encontrar um biscoito com mensagens espirituais em alguns templos budistas, chamado Senbei. Anos depois, o costume foi trazido para os Estados Unidos por imigrantes que se estabeleceram na região da Califórnia, onde se popularizou. Quem diria?

3. Lasanha

Quem tem sangue italiano geralmente adora uma lasanha, não é mesmo? Contudo, por mais que você adore (e quem não adora?) esse prato delicioso, ele não tem nada a ver com o país de seus antepassados. Historiadores encontraram uma comida muito similar no livro de receitas do cozinheiro do Rei Ricardo II, da Inglaterra, escrito em meados do século XIV. Contudo, há quem defenda que a lasanha seja ainda mais antiga que isso, afirmando que tanto o nome quanto a receita seriam originários da Grécia Antiga. Será? ;)

4. Chili

Muito comum nos cardápios de restaurantes mexicanos no mundo todo, chili é – na realidade – um prato criado em solo americano, mais precisamente no estado do Texas. No século XIX, a receita composta por carne seca, gordura, condimentos e pimenta chili já era a preferida de caubóis e aventureiros do Velho Oeste. Mais tarde, com a popularização no restante do país, surgiram as versões com feijão e tomate.

5. Ketchup

Símbolo da culinária americana e do fast food, o país de origem do ketchup não é os Estados Unidos, mas sim a China. Sua primeira versão foi um molho de peixe fermentado, feito a base das vísceras do animal em 300 anos a.C. Somente por volta de 1812 um cientista da Filadélfia chamado James Mease registrou a primeira receita de ketchup com tomates, mas a grande popularização do produto só aconteceu mais de 40 anos depois, com o lançamento do famoso ketchup Heinz.

6. Soda italiana

Apesar do nome, a soda italiana é uma invenção americana. Criada pelo casal de italianos Rinaldo e Ezilda Torre, em São Francisco, Califórnia, a receita recebeu o nome dedicado ao país de origem de seus inventores por causa da marca de xarope de frutas utilizada, a italiana Torani. Simples, no Brasil a bebida é feita apenas com gelo, água gaseificada (ou soda) e xarope de fruta. Mas, nos Estados Unidos, é comum encontrar também sua versão cremosa, com creme de leite.

7. Pizza

Não está sendo um dia fácil para italianos e seus descendentes, não é mesmo? Apesar de ter sua origem atribuída à Itália, a primeira pizza foi inventada há mais de seis mil anos pelos egípcios. Eles foram os primeiros a misturar farinha e água para criar uma massa semelhante a que utilizamos atualmente. Quando o prato chegou à península da Etrúria, na Itália, os habitantes começaram a testar combinações diferentes até chegar na delícia que conhecemos (e amamos) atualmente.

8. Pão Francês

O pão francês é, na realidade, brasileiro. No século XIV, era comum a elite brasileira viajar a Paris com frequência e, ao voltar, pediam aos cozinheiros e padeiros para reproduzir os pães de lá. Como eles não sabiam a receita, descreviam as características para seus funcionários, que tentavam reproduzi-la da melhor forma possível. O resultado foi o pão francês – ou pão de sal, pão de trigo, cacetinho, entre outros nomes conforme a região do país – o principal alimento do café da manhã dos brasileiros até hoje.

9. Petit Gâteau

A origem do bolinho de chocolate é alvo de bastante polêmica. De acordo com o Jornal Maturidades, da PUC-SP, existem duas versões que atribuem sua concepção aos americanos na década de 80. Ambas por acidente. A primeira defende a criação pelo chef francês radicado em Nova York, Jean-Geroges Vongetrichten, ao errar na quantidade de farinha na receita de um bolo de chocolate. A segunda afirma que ele é fruto do erro de um aprendiz de cozinheiro que acabou aquecendo demais o forno, cozinhando seu bolo apenas do lado de fora. De qualquer forma, o Petit Gâteau é muito bem aceito pelo paladar brasileiro, ganhando versões com doce de leite, limão, goiabada e até bebidas alcoólicas.

10. Acarajé

A palavra acarajé provém das palavras da língua africana iorubá akará (bola de fogo) e (comer), contudo sua origem é brasileira. Criado por escravos africanos no Brasil, o prato foi criado com base em uma lenda do candomblé e era frequentemente oferecido aos orixás para proteção. Até hoje é considerado uma comida sagrada e, portanto, só deve ser preparado por filhos de santo.

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Quer empreender na gastronomia? Aposte em delivery

Sexta-feira à noite. Você sai do trabalho pensando em fazer um jantarzinho gostoso e saudável para você e seu companheiro. O cardápio? Frango na mostarda e legumes refogados. Porém, após passar duas horas preso no trânsito para chegar à academia e fazer exercício por mais uma hora e meia, tudo o que você consegue pensar é pedir uma pizza de calabresa pela internet. A cena parece familiar? Não se sinta culpado. Essa é a realidade de grande parte da geração atual.

Conciliar casa, trabalho, estudo, família, periquito e papagaio é muito difícil. Por isso, cada vez mais pessoas têm buscado alternativas para sua alimentação. Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE em 2010, a segunda maior despesa da família brasileira é com comida, sendo que 35% desses gastos ocorrem com alimentação fora de casa. Em 2020, a previsão é que essa porcentagem aumente para 50%, tornando o setor muito atrativo para investidores e empreendedores em geral, especialmente quando o assunto é delivery.

Além de levar mais praticidade e comodidade para o consumidor final, o serviço de entrega também pode ser bastante vantajoso para o empresário que optar por esse caminho. Com menos investimentos em infraestrutura (espaço, estacionamento, localização privilegiada), colaboradores (garçons) e decoração, o foco do negócio fica concentrado no produto final – a comida. Além disso, esse tipo de iniciativa evita o desperdício de alimentos, pois as refeições são feitas somente sob demanda.

A popularização da internet e do e-commerce colaboraram e muito para a expansão do mercado gastronômico digital. Hoje, por meio de sites e aplicativos de smartphone, os clientes podem escolher, fazer o pedido, pagar e até avaliar o serviço sem precisar se preocupar em falar diretamente com um atendente, trazendo mais comodidade e agilidade para o processo.

Ficou interessado em saber mais? Conheça alguns cases e inspire seu lado empreendedor. ;-)

China in Box

Robinson Shiba já teve muitas aventuras no ramo de restaurantes. Entre seus negócios estiveram choperias, costelarias, restaurantes de kebab, lanchonetes e até um restaurante especializado em cuscuz. Contudo, foi o China in Box que alavancou o empresário para o sucesso. Criada na década de 90, a ideia para a cadeia de restaurantes começou a partir de uma viagem para os Estados Unidos, quando Shiba trabalhou em um restaurante de comida chinesa. Lá, ele observou que os pratos eram servidos em caixinhas e, quando voltou, percebeu que havia uma boa aceitação por esse tipo de comida em restaurantes físicos e shoppings – faltava apenas o delivery. Foi a oportunidade que ele precisava para investir no negócio e se diferenciar dos demais.

Bistrot Fitness

Leonardo Karpinski é atleta de fisiculturismo e sentia a necessidade de uma alimentação mais saudável em seu dia a dia. Ele e a esposa começaram a prepara refeições com baixo teor de gordura e sódio em casa para poder levar para o trabalho durante a semana. Em pouco tempo, com o apoio dos amigos, eles começaram a fazer pratos congelados para vender. Hoje, o Bistrot Fitness é um delivery de comida saudável congelada que está presente em mais de 40 cidades do país e em 12 estados. A empresa produz mais de 50 mil pratos por mês e, desde 2013, vem crescendo cerca de 125% ao ano. Não é incrível?

Let’s Picnic

Inspirado em modelos de negócio existentes no exterior, o Let’s Picnic surgiu para levar mais comodidade e glamour para um dos costumes preferidos dos curitibanos nos fins de semana: o piquenique. Ao observar como a atividade se desenvolvia, a empresária Gabriela Alberti percebeu uma oportunidade de negócio. Inaugurado em 2015, hoje o site conta com cinco opções de cestas para a escolha do cliente e mais três em desenvolvimento – uma voltada ao público alérgico a lactose e ao glúten, outra para crianças e uma terceira para quem deseja seguir o estilo de vida fitness.

Feijoada City

Depois de tentar empreender em dois negócios sem sucesso, o empresário Normando Andrade Filho optou por investir no ramo de alimentação – mais precisamente em delivery de comida brasileira. Criada em 2013, a Feijoada City atende mais de 400 bairros de São Paulo e vem faturando R$300 mil ao ano. O sucesso é tanto que Normando deve abrir um escritório em Nova York ainda em 2016, visando levar o tempero brasileiro para o país do Tio Sam. Entre as opções oferecidas pelo restaurante, o destaque fica para o combo feijoada, torresmo, arroz, couve, farofa, bisteca, laranja e pimenta. Além disso, a empresa também conta com uma opção de baixa caloria e outra vegetariana.

GO Pizza

Sediada em Florianópolis, a GO Pizza foi criada em 2012 por Murilo Mafra Filho, empreendedor experiente na cena gastronômica local. Após reconhecer a carência de boas pizzarias delivery na cidade, o empresário decidiu investir em pizzas a pronta entrega com alta qualidade e preço baixo. O crescimento foi rápido e, com ele, nasceu o sistema de franquias. Em 2013 eram três lojas franqueadas na capital do Estado. No ano seguinte, surgiram mais sete lojas, expandindo o serviço para as cidades de Balneário Camboriú, Criciúma, Lages e Chapecó.

Como visto acima, abrir um negócio em gastronomia pode ser bastante rentável. Contudo, antes de dar esse passo importante, é preciso saber cozinhar como um chef e ter visão de negócio. Se você tem interesse em profissionalizar suas habilidades culinárias e empreendedoras, conte conosco! Conheça os nossos cursos técnicos, graduação e cursos de curta duração na área.

Receita: Brownie Floresta Negra (Torta Pecatto)

A Torta Pecatto é uma releitura do bolo Floresta Negra – ou Schwarzwälder Kirschtorte, uma tradicional sobremesa alemã. Muito popular no nosso Restaurante-Escola, em Blumenau, a torta possui uma base de brownie e cobertura de chantilly, creme de avelã, morangos e cerejas. Quer saber como fazer essa iguaria no conforto da sua casa? Confira a receita do chef Heiko Grabolle.

Massa do brownie

2 ovos
250g de açúcar
45g de chocolate em pó
60g de farinha de trigo
125g de manteiga sem sal
90g de castanha de caju cortada

Cobertura

100ml de creme de avelã – colocar 20 segundos no microondas para amolecer
200ml de chantilly
Morangos e cerejas em calda com cabo para decorar
Calda de chocolate (tipo ganache) para decorar

Modo de preparo

Derreta a manteiga e acrescente o chocolate em pó. Reserve. Na batedeira, bata os ovos e acrescente o açúcar. Bata bem. Desligue o equipamento e acrescente a mistura da manteiga com chocolate. Aos poucos, junte também o trigo peneirado à mistura e, no fim, adicione os pedaços de castanhas de caju.

Leve a massa para assar por 30 a 35 minutos em uma forma de fundo removível a 180 graus. O fundo deve estar forrado com papel manteiga. Uma vez pronto, retire o brownie da forma e cubra-o com o creme de avelã. Bata o chantilly e decore a torta com auxílio de um bico de confeitar. Distribua os morangos e as cerejas e finalize com fios do ganache.

Parece fácil, não é mesmo? Conheça essa e outras receitas no blog do chef Heiko e acompanhe o dia a dia do restaurante pelo seu Instagram.

Guten Appetit!

Ela ainda vai roubar seu coração #pecatto #torta #sobremesa #instafood #food #morango #cereja #buffet #doce #restaurante

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Aqui ela já roubou nosso coração, Heiko! ;-)

3 roteiros gastronômicos de dar água na boca

Nem só de “ó-lhó-lhó” vive a cultura de Santa Catarina. O Estado, colonizado principalmente por imigrantes europeus, tem muito mais a oferecer do que somente o adorável estereótipo do manézinho da Ilha. Em seus 95 mil quilômetros de extensão é possível encontrar fortes influências italianas, alemãs, portuguesas e até polonesas – tudo em perfeita harmonia.

Por falar em harmonia, no âmbito gastronômico a pluralidade de sabores é também um atrativo turístico para o estado. Graças à variedade de imigrantes, Santa Catarina consegue unir o que há de mais delicioso na comida europeia de forma ‘abrasileirada’.

Mapa do sabor

Um dado curioso: você sabia que o roteiro gastronômico catarinense segue exatamente os passos da colonização? O litoral, por exemplo, foi o primeiro local a receber os imigrantes do arquipélago dos Açores durante o século XVII. São Francisco do Sul – a cidade mais antiga de Santa Catarina, Florianópolis e Laguna foram as primeiras colônias portuguesas e, hoje, possuem diversos chefs e restaurantes especializados em pratos típicos à base de frutos do mar.

O mesmo acontece com a gastronomia alemã e italiana. No Vale do Itajaí e no sul do Estado, onde a maior parte dos viajantes germânicos e italianos se estabeleceram no século XIX, a herança culinária permanece firme e forte, trazendo muitos benefícios turísticos e econômicos para esses locais.

Se você, assim como nós, já está com água na boca: prepare-se! A seguir, listamos (de forma ilustrada) um roteiro dos principais locais para experimentar um pouco de cada uma dessas delícias gastronômicas.

1. Gastronomia luso-açoriana

Os portugueses possuíam uma relação muito próxima com o mar e, por isso, fixaram moradia no litoral. O resultado disso foi uma culinária simples, mas muito saborosa e temperada, à base de peixes, mariscos, camarões, polvos, lulas, berbigões e carne de siri. Hoje, a culinária açoriana se tornou muito mais refinada que a sua predecessora, principalmente quando se fala na apresentação estética dos pratos.

Pratos típicos: Posta de peixe frito com pirão de farinha de mandioca, sequência de camarão e lula à dorê.

Onde encontrar: Balneário Camboriú, Bombinhas, Itapema, Porto Belo, Florianópolis, Laguna, São Francisco do Sul, entre outros.

2. Gastronomia alemã

O nome dos pratos pode até ser difícil, mas é bem fácil de se apaixonar pelos sabores da culinária alemã. Trazida pelos imigrantes há mais de um século, essa é uma das gastronomias mais presentes em Santa Catarina. Desde o início da colonização, algumas receitas foram adaptadas para agradar com mais facilidade o gostinho brasileiro, como por exemplo o mit rotkohl (marreco com repolho roxo) – prato que utiliza ingredientes nativos da região. Se você adora doces, o destaque fica para as iguarias das confeitarias alemãs, como o tradicional appfelstrudel e as famosas cucas. Uma delícia!

Pratos típicos: Chucrute com vina (conserva de repolho com salsicha), eisben (joelho de porco), spatzle (tipo de macarrão), kassler (chuleta de porco), bockwurst (salsicha) e appfelstrudel (folheado de maçã).

Onde encontrar: Blumenau (onde fica o nosso Restaurante-Escola comandado pelo chef alemão Heiko Grabolle), Brusque, Gaspar, Pomerode, Jaraguá do Sul, Joinville, entre outros.

3. Gastronomia italiana

Diferentemente das culinárias anteriores, a gastronomia italiana pode ser facilmente encontrada em todo o Estado. O motivo é o grande número de imigrantes que desembarcaram por aqui, trazendo receitas clássicas como espaguete, lasanha, polenta, queijo colonial, entre outros. Hoje, estima-se que quase metade da população seja descendente de italianos – especialmente na região sul de Santa Catarina. Por isso, se você quer conhecer de perto algumas delícias italianas bem autênticas, vale a pena conhecer cidades como Tubarão, Urussanga e Nova Veneza – a capital nacional da gastronomia italiana.

Pratos típicos: Agnolini, lasanha, tortéi, polenta, radici, salame, galinha caipira ao molho, frango à passarinho e queijo colonial.

Onde encontrar: Gravatal, Nova Veneza, Tubarão, Urussanga, entre outros.

4. Outros sabores

Existe muito mais em Santa Catarina que apenas as gastronomias anteriores. O oeste, por exemplo, recebeu a migração de milhares de gaúchos no início do século XX, trazendo consigo a cultura do churrasco, feijão-tropeiro, arroz de carreteiro. Ao mesmo tempo, a influência holandesa e tirolesa trouxe a tecnologia necessária para o processamento de laticínios – como leite, queijo e iogurte – criando uma indústria que geraria milhares de empregos (e receitas) na região meio oeste.

Santa Catarina é plural e, por isso, possui tanta riqueza na cultura e na gastronomia. Se você tem interesse em trabalhar no ramo ou simplesmente adora criar coisas novas na cozinha, conheça os nossos cursos técnicos, graduação e cursos de curta duração. Esses últimos possuem mais de 15 opções para quem quer aprender elementos da culinária ‘manézinha’, alemã, italiana, oriental, mexicana – e muito mais. Inscreva-se!