Benefícios de ter uma boa oratória
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Fazer compras, ir ao mercado e ao banco são ações rotineiras, mas que podem ser muito difíceis para pessoas com deficiência realizarem pela falta de acessibilidade em muitos estabelecimentos.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) demonstram que mais de 23% da população brasileira vive com algum tipo de deficiência. A mais representativa é a visual, que atinge cerca de 18,8% dos brasileiros, equivalente a mais de 35 milhões de pessoas.
O Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) assegura a autonomia e a capacidade dos cidadãos para exercerem atos da vida civil em condições de igualdade com as demais pessoas. Porém, ainda observa-se que falta preparo em muitos estabelecimentos para que todas as pessoas possam ter acesso aos seus serviços, e consequentemente, atrair mais clientes.
É muito importante investir na experiência de compra de todos os seus clientes, para que todas as pessoas tenham acesso ao seu serviço ou produtos com igualdade. Além de ambientes com acessibilidade, o treinamento de seus colaboradores também é imprescindível para melhor atender as pessoas com deficiência.
Por exemplo, para uma pessoa com deficiência auditiva, uma boa identificação visual do local auxilia muito seu acesso. E, claro, um atendente que saiba LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais – faz toda a diferença para ajudá-lo da melhor forma.
Outro caso são os deficientes visuais, que dependem de recursos de acessibilidade que vão desde um cardápio em braille num restaurante, botoeiras de elevadores com comandos em braille, faixas para piso de cor e textura diferentes para identificação de percursos, entre outros.
Já para pessoas com deficiências físicas, que encontram constantemente dificuldades de deslocamento – como o acesso à lojas, corredores estreitos, escadas e degraus que atrapalham a experiência de compra – algumas ações podem trazer melhorias. Rampas e calçadas rebaixadas para os cadeirantes, instalação de barras de metal e rampas de acesso nas entradas de estabelecimentos e elevadores para estabelecimentos com mais de um andar são alguns exemplos.
Outras ações bem-vindas são portas e corredores mais largos e banheiros adaptados, além de vagas especiais em estacionamentos.
A acessibilidade também está associada à responsabilidade social. A preocupação das empresas com questões sociais e ambientais demonstra consideração com os clientes e o respeito com a sociedade em que está inserida. Nesse contexto, os consumidores avaliam que uma empresa preocupada com a responsabilidade social está, em questões de valores, à frente de outros estabelecimentos que visam apenas o lucro.
Empresas que buscam soluções para atender pessoas com deficiência, investindo na experiência de compra, treinamento dos funcionários e na acessibilidade do ambiente comercial, contribuem na fidelização de seus clientes e também para atrair novos.
Leia também sobre como a tecnologia pode ajudar a promover a acessibilidade no mercado de trabalho.
E você, qual a proposta de acessibilidade já implantou no seu negócio?
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