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Entenda o que são drones e para que servem

De longe eles parecem helicópteros em miniatura, brinquedos movidos por controle remoto, mas acreditem, os drones são bem mais do que isso. Essa tecnologia que vem sendo usada em guerras, no jornalismo, na publicidade e, até mesmo para entregar pizzas, capta informações – muitas vezes em tempo real – de uma forma rápida e eficiente, facilitando o trabalho humano.

O design do equipamento, assim como o barulho que ele faz, referencia o próprio nome: drone, em inglês, significa zangão. A ferramenta tem origem militar e é consagrada dentro da espionagem. Agora, ganha a preferência de fazendeiros, fotógrafos e cinegrafistas e pode ser adquirida como qualquer outro produto eletrônico.

Geralmente, os drones carregam uma ou mais câmeras de vídeo, mostrando do alto tudo o que acontece em uma determinada área e, também são equipados com GPS. Os aparelhos são leves, podem voar até 60 metros de altura e ficam no ar por cerca de 40 minutos. Além disso, são manobrados por um controle via rádio.

O equipamento foi aliado dos japoneses quando houve o acidente nuclear em Fukushima; foram usados para capturar imagens do interior dos reatores danificados e também serviram para estimar os danos da tragédia. Sem essa tecnologia não seria possível esse tipo de informação, já que se um humano fosse até o local, não sobreviveria.

Além disso, uma empresa de fast food russa, a Wokker, teve a ideia de usar o equipamento para “veicular” seus anúncios. A ideia seria que um drone aparecesse nas janelas dos prédios perto da hora do almoço com um pôster da marca e, segundo os dados da agência Hungry Boys, responsável pela Wokker, a ação gerou um aumento de pelo menos 40% das vendas.

Mas, além de ser uma ferramenta importantíssima no dia a dia, para segurança e captação de notícias e outras informações, os drones também estão sendo usados para tirar as tão famosas “selfies”. Imagine uma foto sua tirada do alto. Seria incrível, não é mesmo? Essa imagem futuramente será chamada de “dronie”.

Agora que você já entendeu o que é um drone e que há muitas possibilidades para seu uso, alguma dúvida de que esta tecnologia vai crescer e ficará ainda mais conhecida? É bem provável que não. =)

Desafio da felicidade: conheça o projeto 100 Happy Days

Você conseguiria ficar feliz durante 100 dias seguidos? – Esta é a principal pergunta do projeto 100 Happy Days, ou 100 Dias Felizes, na tradução livre. O desafio, que já virou febre no mundo online, provoca aqueles que sempre dizem não ter tempo para fazer o que gosta e estimula a criatividade e bons sentimentos.

Segundo estatísticas disponibilizadas no próprio site do projeto, 71% das pessoas que aceitaram participar do movimento, não conseguiram completá-lo e citaram a falta de tempo como principal motivo. Já aqueles que conseguiram se apaixonaram durante o desafio, melhoraram o humor, receberam mais elogios e ficaram mais otimistas.

Para participar é simples: basta preencher um formulário no próprio projeto do 100 Happy Days e fotografar durante 100 dias aqueles momentos que o fazem feliz. Pode ser um pedaço daquela torta que você tanto gosta, da turma de colegas no Senac, do filme preferido, do livro que o professor passou como referência e você gostou… Ideias não faltam!

Você pode compartilhar seus dias felizes nas redes sociais. Não se esqueça de usar a hashtag #100happydays e de nos contar a sua experiência! Acesse: www.100happydays.com/pt e prove para você mesmo que há tempo para a felicidade.

Tecnologias aplicadas ao varejo inauguram um novo jeito de comprar

O consumidor mudou e com ele, a maneira como as compras são realizadas também. Muitos não sentem mais necessidade de ir até uma loja física procurar por um produto, pois tem na web uma outra forma para adquiri-lo, que alia praticidade, economia de tempo e muitas vezes de dinheiro. Comprar via internet evita também a interferência de vendedores, o que alguns podem considerar um pouco invasivo.

Para trazer o consumidor de volta para os pontos de venda físicos, grandes redes internacionais de varejo têm investido em novas tecnologias para transformar a experiência de compra. A loja americana de roupas Hointer desenvolveu um sistema que inova a maneira como o cliente adquire seus produtos. No local, está exposta apenas uma peça de cada modelo e por meio de um aplicativo instalado no celular, basta posicionar o aparelho em frente a uma etiqueta, ver as informações do produto e prová-lo se desejar. Para realizar a compra, basta levar a peça até um caixa automático e, sozinho, fazer o pagamento com cartão.

Outra empresa que vem investindo em novas experiências de compra para o consumidor é a Bloomingdale’s – rede de lojas de departamento norte americana. Em alguns de seus pontos de venda é possível encontrar cabines da empresa Me-Ality. A cabine, através da tecnologia Kinect, escaneia o corpo do consumidor, tirando suas medidas em dez segundos. Após isso, o cliente recebe um guia com sugestões de roupas de várias marcas que se adequam às medidas de seu corpo. Com isso, o consumidor é convidado a passear pela loja e encontrar seu “look ideal”.

Além disso, uma tecnologia que já é muito utilizada em países como Japão e Coreia do Sul, e que aos poucos começa a chegar ao Brasil, é a compra de itens de supermercado e outros produtos por meio de QR code (um tipo de código de barras). A partir de vitrines virtuais, localizadas em pontos de grande circulação, o cliente posiciona o seu leitor de QR code em frente ao código do produto, realiza a compra através do cartão de crédito e as recebe em casa. No país, a Rede Pão de Açúcar instalou em 2012, uma vitrine virtual, com mais de 300 produtos no shopping Cidade Jardim, em São Paulo. As compras realizadas pelo aplicativo são entregues em até 48 horas na casa do cliente.

Reinventar a maneira como as redes realizam o processo de venda é necessário para atrair mais consumidores para as lojas físicas e para facilitar o processo de compra. Tecnologias inovadoras atraem um tipo de público que consome e compartilha informações com muita agilidade, fazendo com que novidades ligadas à tecnologia se espalhem e sejam um diferencial no processo decisório de compra.

Para você, como serão as compras no futuro?

Startups de tecnologia em plena ascensão

O mercado de tecnologia da informação está bastante aquecido, e, com frequência, são publicadas notícias sobre o surgimento de novos produtos e softwares.  A área é uma boa opção para empreendedores iniciantes e tem sido explorada para criação de startups – empresas com origem em pesquisas de produtos, processos ou serviços inovadores. Geralmente, são encabeçadas por jovens, que estão concluindo cursos superiores em que desenvolveram pesquisas com potencial de execução.

As startups podem ser das mais variadas áreas, mas possuem características semelhantes. De acordo com Francisco Moredo, orientador de cursos superiores do Senac em Santa Catarina, essas empresas têm estrutura pequena e poucos recursos, com trabalho essencialmente técnico e focado em um projeto que se destaca pela inovação. A trajetória de uma startup é dividida em fases, e segue até que o negócio seja consolidado no mercado, tornando-se autossustentável.

O início da vida de uma startup pode ser complicado, assim como de muitas empresas. Francisco destaca que, em um primeiro momento, existe dificuldade em obter capital para investimento no projeto, então é comum buscar apoio familiar para desenvolver o protótipo. Os empreendedores também podem contar com políticas de fomento estaduais e federais e os chamados investidores-anjo. Além disso, existem as incubadoras: condomínios, virtuais ou físicos, que recebem startups e disponibilizam infraestrutura tecnológica e suporte de gestão.

A área tecnológica se destaca na criação de startups por causa da quantidade de projetos inovadores desenvolvidos e pelo estímulo a empreendedores especializados em profissões do ramo, como ciência da computação e engenharia de software. Para que as empresas sejam viabilizadas, uma questão é imprescindível: aliar qualidade técnica a uma gestão eficiente. Muitas empresas de sucesso na área de tecnologia iniciaram como startups: é o caso do Facebook e do Twitter, por exemplo.

Você sabe como se faz um site?

Já parou para pensar como são criados os sites que você acessa diariamente? Como funciona o processo de desenvolvimento dessas plataformas informativas de empresas, jornais, instituições, etc?

Se você fizer uma busca no Google com a frase “como criar um site”, os primeiros resultados serão de plataformas que disponibilizam a criação de um site pessoal ou blog de maneira totalmente gratuita. Para quem está iniciando um negócio ou deseja mostrar o seu trabalho de maneira simplificada, essa é a melhor opção! Por meio dessas plataformas é possível criar layouts personalizados, com domínio próprio e utilizar a ferramenta de maneira gratuita, mas limitada. Grande parte dos sites disponibiliza opções de layout com personalização de cores, imagens e abas de maneira a atender necessidades simples. Se a sua ideia é ter diversas funcionalidades em seu site, o melhor é procurar uma empresa especializada na criação e programação de websites.

As empresas que trabalham na área possuem profissionais capacitados para entender as necessidades de cada cliente e criar soluções personalizadas para cada um. Em uma entrevista prévia, o cliente fornece detalhes sobre seu negócio, como público alvo, abrangência e qual o papel que o site terá: seja para venda de produtos, disponibilização de informações, portfólio, simulação de ambientes, etc. A partir disso, e com base em um perfil traçado pela empresa desenvolvedora de sites, inicia o processo de criação e programação de um site.

Para criar um layout, os designers precisam captar as ideias do cliente de maneira  que suas necessidades sejam atendidas e colocar na tela todas as funcionalidades desejadas por ele. Esse processo exige criatividade para que o trabalho seja bonito, funcional e atenda a diversos aspectos ligados a experiência do usuário com o site. A partir disso o trabalho passa para os programadores. Osprofissionais de programação são responsáveis por colocar no ar (no ambiente web), os layouts criados pelos designers. Dentre as suas funções estão o desenvolvimento de ferramentas para e-commerce, animações, integração de sistemas, criação de galerias, testes e muitas outras.

O resultado de todo este processo você pode conferir diariamente na internet, em todos os sites que você acessa. :)

Aplicativos para quem gosta de arte

Você gosta de arte e tecnologia? O post de hoje é para quem busca aplicativos que possam ser um bom entretenimento, desenvolvam certas habilidades artísticas e auxiliem atividades, como edição de fotos, criação de fontes, GIFs e desenho. Selecionamos algumas opções de aplicativos para os sistemas operacionais iOS e Android. Veja abaixo!

  • Snapseed

O Snapseed possibilita a edição de imagens em JPEG, TIFF e Raw e disponibiliza diversas opções de efeitos. O usuário pode controlar brilho, contraste, alterar o ângulo da foto, além de colocar a foto em outros estilos, como preto e branco, vintage, grunge, retrolux, entre outros. Do aplicativo, também é possível compartilhar as imagens nas redes sociais e por e-mail.

Disponível para iOS e Android

  • iFontMaker

O aplicativo possibilita a criação de fontes personalizadas, e as deixa disponível para download. Nele, o usuário cria os caracteres um a um, permitindo a personalização das fontes para projetos diferenciados.

Disponível para iOS

  • FotoRus

Com o FotoRus, o usuário pode utilizar imagens ou trechos de vídeos para criar GIFs animados. O aplicativo disponibiliza alguns filtros, como preto e branco e sépia, além de muitos efeitos de animação, que são constantemente atualizados. Também é possível alterar a posição e o tamanho dos elementos do GIF.

Disponível para iOS e Android

  • Afterlight

No Afterlight é possível editar imagens de uma forma mais profissional. Além dos filtros, é possível alterar brilho, contraste, cor, como também colocar efeitos de fotos antigas, bordas coloridas e outras opções. O aplicativo possibilita salvar direto no celular ou compartilhar automaticamente em suas redes sociais.

Disponível para iOS

  • How to Draw

 O aplicativo oferece ferramentas para desenhar várias figuras, como animais, plantas e objetos. Simples de utilizar, o How to Draw indica etapas a serem seguidas, evoluindo de esboços a detalhes e cores.

 Disponível para iOS e Android

  • My Price App

 Se você desenvolveu um projeto artístico e tem dúvidas de quanto cobrar pelo trabalho,  My Price App ajuda com essa tarefa. Ao cadastrar o tipo de projeto, experiência profissional e gastos, o aplicativo gera um valor para ser cobrado do cliente.

Disponível para iOS

Saiba mais sobre a carreira de Análise e Desenvolvimento de Sistemas

A especialidade de um profissional formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é criar sistemas de informática personalizados, adaptados à realidade do ambiente virtual de cada empresa. Entre as competências compreendidas por um analista de sistemas está o desenvolvimento de softwares que possibilitem maior aproveitamento de máquinas, ampliação da captação de dados e maior velocidade no processamento de informações. Para os leigos, pode ser difícil compreender essas competências, mas faça um exercício mental: pense em quantos sistemas informatizados você usa por dia. Celular, computador, o caixa do mercado, banco, serviços públicos e outras muitas atividades utilizam softwares criados por analistas e desenvolvedores desta área.

O mercado de atuação desse profissional é bastante amplo, podendo atuar na indústria, comércio, empresas públicas e privadas, enfim, em todos os setores que necessitem de sistemas informatizados para gerenciamento de dados. De acordo com Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo, o salário inicial deste profissional é de R$ 1.082,00. A profissão também está incluída no quadro de profissionais de informática, que, segundo o Ministério do Trabalho, têm renda média mensal de R$2.992,02 em Santa Catarina.

Por estar em contato direto com tecnologia e suas evoluções, o analista de sistemas precisa estar sempre atento às novidades do setor, até mesmo para poder identificar novos nichos de mercado e desenvolver produtos inovadores para as demandas de seus clientes. O estudante do curso de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, que é oferecido pelo Senac em Santa Catarina, precisa ter afinidade com as ciências exatas e raciocínio lógico.

Mercado de Tecnologia da Informação é o que mais cresce em Santa Catarina

Na contramão da desaceleração econômica, o segmento da Tecnologia da Informação no Brasil deve apresentar alta de 9% a 14% em 2013. Aqui em Santa Catarina essa expectativa é ainda mais positiva: de 20% a 30%, como nos últimos três anos. Atualmente o Brasil é o 5º maior mercado mundial de TI e visa atingir a 3º posição até 2022.

O investimento de empresas brasileiras de outros setores em tecnologia é uma das grandes apostas para este ano: estima-se que os valores alcancem US$ 134 bilhões, representando um aumento de 6% em relação aos US$ 126 bilhões de 2012, de acordo com o Gartner Group. Os investimentos do governo em TI também devem impulsionar a alta prevista em 2013. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), nos próximos 10 anos, a estimativa é que o segmento movimente cerca de R$ 430 bilhões. Já o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, aponta que apenas o mercado brasileiro de software, deve crescer 400% no mesmo período. Em Florianópolis, por exemplo, o setor cresce em média 20% ao ano e é a principal economia da Capital.

Quem está pensando em ingressar nesse mercado só tem a comemorar, pois com os investimentos previstos a mão de obra será valiosa. Somado a isso está a média salarial, que em Florianópolis, por exemplo, paga para um profissional de nível técnico na área de TI entre R$ 1 mil e R$ 2.500,00. Atualmente, em Santa Catarina, o Senac possui 813 alunos cursando os técnicos em Informática para Internet e Manutenção e Suporte em Informática. Até dezembro de 2013, irá oferecer, só pelo Pronatec, 225 vagas, distribuídas nesses dois cursos. Há ainda a oferta para cursos pagos e pelo Programa Senac Gratuidade.

A situação do mercado de TI em Santa Catarina, hoje, poderia ser definida como sendo um mercado de trabalho em oferta, visto que existe um excesso de oportunidades de empregos em relação ao número de candidatos. O setor de tecnologia da informação, especialmente aqui no estado, é propício de investimos governamentais, pois é um dos setores que mais crescem. Em Florianópolis, por exemplo, esse segmento fatura mais que os segmentos tradicionais, como a construção civil. De acordo com pesquisa da Brasscom, o mercado de tecnologia carece de profissionais qualificados e a expectativa era que, ao final de 2012, essa carência alcançasse a marca de 100 mil profissionais.

Campus Party: tecnologia e empreendorismo

Teve início no dia de ontem, 28, a Campus Party. O evento que é voltado para a área de tecnologia e inovação é um grande encontro de geeks, nerds, gamers e cientistas, que se reúnem para trocar informações, experiências e compartilhar conhecimento. Criada há 16 anos na Espanha, a Campus Party é o ponto de encontro das mais importantes comunidades digitais do país.

O evento já está em sua 6ª edição no Brasil, e a cada ano cresce mais. Para este ano são esperados 8.000 campuseiros – como são chamados os participantes do encontro – no Anhembi Parque, em São Paulo.  “Nosso papel é promover um ambiente real de networking para os empreendedores digitais, desde fomentar a concepção de trabalhos até conectar aceleradoras e investidores”, afirma Mario Teza, diretor-geral do evento, em matéria publicada no Portal Folha.

Nesta edição o foco está, mais do que nunca, no empreendedorismo digital. A programação contempla mais de 500 horas de palestras e oficinas com empreededores de diversas áreas. O destaque fica para Nolan Bushnell, criador do Atari, Pete Lomas, co-fundador da Raspberry Pi, e Mark Surman, diretor executivo da Mozilla.

Seis livros para quem ama tecnologia

A tecnologia da informação tem sido uma das áreas de maior crescimento de mercado nos últimos anos. Num mundo conectado e que tem a mobilidade como principal tendência, conhecer a história das pessoas que foram responsáveis por tornar isso possível é essencial. Seja para servir como inspiração no modo de agir ou para ser modelo de como não se comportar no mercado de trabalho.

Veja 6 livros que contam a trajetória de profissionais da área que fizeram história no mundo da tecnologia e também quais as principais tendências nesse segmento.

1. Nos bastidores da Apple – Adam Lashinsky. O autor retrata um Steve Jobs extremamente controlador no comando da Apple, decidindo desde a publicidade criada na empresa até os participantes de reuniões ultrassecretas.

2. Estou com sorte – Douglas Edwards. Ex-diretor de marketing do consumidor e gerenciamento de marca do Google entre 1999 e 2005, o autor conta no livro  detalhes do dia a dia da corporação.Ele viu de perto os hábitos de trabalho que levaram ao seu desenvolvimento gigantesco e de que maneira cada um dos problemas eram sempre vistos como solucionáveis.

3. Nos bastidores da Amazon  – Richard L. Brandt. O livro relata a história de como Jeff Bezos montou a Amazon, a maior multinacional de comércio eletrônico do mundo. Sem poder falar diretamente com o personagem mais importante do livro (que se negou a dar entrevistas a ele), Brandt foi atrás de empregados da Amazon, concorrentes e observadores para poder escrever sobre ele e sobre o impacto do empreendimento em outras empresas de varejo.

4. Steve Jobs –  Walter Isaacson. O jornalista Isaacson fez mais de 40 entrevistas com Steve Jobs, ao longo de dois anos, para escrever o livro. Além de entrevistas com mais de 100 familiares, amigos, adversários e concorrentes. Embora tenha cooperado com a obra, Jobs não fez nenhuma ressalva ao conteúdo e não estabeleceu nenhum limite ao entrevistador e aos entrevistados. Queria que todos falassem com franqueza. O motivo: queria que seus filhos o conhecessem. “Eu nem sempre estava presente, e queria que eles soubessem o porquê disso e entendessem o que fiz”, disse a Isaacson.

5. O Efeito Facebook – David Kirkpatrick. O livro conta a história da companhia na versão de Mark Zuckerberg. Para escrever o livro, Kirkpatrick permaneceu em contato com o fundador do Facebook durante um ano e meio, quando se encontraram seis vezes. O autor também tomou como base muitas entrevistas com diretores da empresa. Além do perfil de seu fundador, o autor explica alguns dos efeitos do Facebook pelo mundo, descrevendo as inovações que o fizeram ser um sucesso mundial, tendo papel fundamental na política, nos negócios, na mídia, em mobilizações sociais e na privacidade das pessoas.

6. O poder das multidões – Jeff Howe Crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo, soluções e até desenvolver novas tecnologias. São pessoas comuns, que usam seus momentos livres para cooperar. Exemplos do que pode gerar são o sistema operacional Linux e o navegador Firefox. O termo foi identificado pela primeira vez pelo jornalista e autor do livro “Crowdsourcing – Como o Poder da Multidão Impulsiona o Futuro dos Negócios”, Jeff Howe. Na obra, ele descreve o processo pelo qual o poder da multidão pode se aproveitado para realizar tarefas que antes eram de especialistas. No crowdsourcing, o que importa é a qualidade do trabalho e não o currículo. Howe apresenta as consequencias positivas e as negativas desse novo fenômeno através de exemplos reais, mostrando as implicações econômicas, culturais e políticas.

Fonte: Portal Revista Exame.

Método experimental produz tecidos com a ajuda de fungos e bactérias

Junte química, biotecnologia e moda. O resultado, com certeza, será inovação. É isso que a designer Suzanne Lee propõe nas suas criações, realizadas com a ajuda de fungos e bactérias. Não entendeu nada? Calma que a gente explica.

Suzanne, pesquisadora da Universidade Central Saint Martins de Arte – em Londres, coloca bactérias e fungos microscópicos em uma cuba com chá verde e muito açúcar. Os micro-organismos consomem o açúcar e demoram de duas a três semanas para produzir o tecido de celulose, que a designer usa em suas criações.

O resultado é uma camada fibrosa de 1,5 centímetros de espessura, que pode ser moldada n o formato da roupa. Em seguida é seca, tornando-se mais fina e pronta para ser tingida, recortada e finalmente costurada.

O trabalho está apenas começando e ainda encontra algumas limitações. A principal delas é que é um material muito absorvente. Quando molhado, o tecido tende a ficar com o aspecto de uma esponja encharcada. Ainda estão sendo estudados métodos para tratar as fibras para tornar o material resistente à água.

A intenção de Suzanne em longo prazo é usar um molde e fazer com que as bactérias produzam o tecido já no formato desejado, dispensando as costuras. No vídeo (disponível apenas em inglês), a designer mostra como trabalha: