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Senac sustentável

O Senac em Santa Catarina tem um compromisso com o meio ambiente em suas rotinas e processos. A sustentabilidade está inserida no dia a dia das Unidades por meio de ações internas e externas. O respeito à natureza e a conscientização de colaboradores e alunos são imprescindíveis para um ambiente em equilíbrio.

Conheça algumas ações que são realizadas no Senac e veja como você pode contribuir.

 Florianópolis e Saúde e Beleza:

As ações são planejadas e executadas pela Comissão Recicle Ideias, que é formada por colaboradores, orientadores e alunos. Entre os projetos realizados estão a coleta de pilhas e baterias, o trabalho sobre compostagem na Associação dos Funcionários Fiscais de Santa Catarina junto ao projeto Jovem Aprendiz e a parceria com a biblioteca para a arrecadação de produtos de higiene e limpeza.

Caçador:

Nessa Unidade todo o papel ofício fotocopiado ou impresso é utilizado para rascunho (inclusive para os alunos) e também para a confecção de bloquinhos de anotação. Os jornais são doados para entidades de reciclagem e as revistas de generalidades são levadas para asilos, hospitais e outras entidades assistenciais que atendam o público. Além disso, são colocadas em prática medidas para a economia de energia e aproveitamento de materiais de eventos.

Blumenau:

Na Unidade de Blumenau todo o material utilizado diariamente é separado para a reciclagem. Também é organizado um passeio ciclístico para a conscientização da população sobre mobilidade urbana, transporte sustentável, meio ambiente e a importância das ciclovias.

Brusque:

Em 2013, a Unidade de Brusque realizou ações socioambientais como palestras e intervenções urbanas. O projeto “Curativos Urbanos”, por exemplo, realizado com os alunos de Design de Interiores do Pronatec, espalhou por ruas, calçadas e árvores da cidade cartazes e curativos confeccionados pelos estudantes.

Rio do Sul:

Na biblioteca dessa Unidade a economia de papel é a ordem. Folhas são impressas dos dois lados, sempre que possível, e todas que ficam como rascunho são reutilizadas. Além disso, a separação dos resíduos é estimulada através de lixeiras específicas.

Joinville:

A Unidade Joinville é ponto de coleta de diversos materiais que não devem ser misturados ao lixo comum. Um deles é o óleo de cozinha, que, para o descarte, deve ser acondicionado depois de frio em uma garrafa pet. Da Unidade, o material segue para empresas licenciadas. Outro material recolhido em Joinville são chapas de raio-x. As películas de raios X possuem metais pesados altamente poluidores que, em contato com o solo, atingem o lençol freático e contaminam a água – podendo entrar na cadeia alimentar. As chapas são coletadas em uma caixa de papelão e recolhidas por uma empresa de Curitiba, que recicla o material produzindo embalagens com os plásticos e utilizando a prata na criação de joias. Além disso, os resíduos da Unidade são separados por tipo de material e uma campanha de conscientização foi feita para que os funcionários trocassem os copinhos de plástico por canecas.

Criciúma:

A biblioteca de Criciúma vende para uma empresa de reciclagem todo o papel que descarta (desde picotados, papeis de impressão, caixas que vem dos fornecedores de livros, etc) e com o recurso da venda, compra livros usados de literatura no sebo. Outros setores da Unidade também contribuem enviando para a biblioteca papéis que seriam destinados para o lixo.

Tubarão:

Na Unidade de Tubarão, todo o papel impresso é utilizado para rascunho e confecção de blocos de anotações, há lixeiras de coleta seletiva, controle do uso de energia, incentivo à caminhada para realização de tarefas de pequena distância e reutilização de envelopes. Para evitar o descarte de material bibliográfico, exemplares são disponibilizados a outras bibliotecas e expostos e mesa de doações. Além disso, no local as torneiras são temporizadas, para a redução do consumo de água.

Xanxerê

Em Xanxerê, foram distribuídos squeezes para cada aluno e colaborador da Unidade. Dessa forma não são utilizados e nem fornecidos copos descartáveis. Outra ação realizada no local é a conscientização dos alunos sobre a importância da reciclagem dos materiais.

Energia eólica: fonte limpa e sustentável

O Brasil possui a matriz energética mais renovável do mundo industrializado, com 45,3% da produção proveniente de fontes como recursos hídricos, biomassa e etanol, além das energias eólica e solar. As usinas hidrelétricas são responsáveis pela geração de mais de 75% da eletricidade do País. Vale lembrar que a matriz energética mundial é composta por 13% de fontes renováveis no caso de Países industrializados, caindo para 6% entre as nações em desenvolvimento.

Frente a esse cenário, o país investe cada vez mais em energia eólica, aquela gerada a partir da força dos ventos. De acordo com o Atlas Eólico Nacional, divulgado em 2001, o Brasil é o País da América Latina e Caribe com maior capacidade de produção de energia eólica, com potencial estimado de 143.000 Mega Watts (MW). Os enormes cataventos, que geram energia sem queima de combustíveis, já podem ser vistos em estados do Sul e do Nordeste do país.

Em Santa Catarina, o Parque Eólico de Água Doce, um dos maiores do Brasil, tem capacidade produtiva de 126 MW, o suficiente para abastecer 215 mil famílias, e gera energia para o município onde está localizado, além de cidades vizinhas. O baixo impacto ambiental é a principal vantagem deste tipo de produção. As torres são instaladas em lugares mapeados e preparados para esse fim, mudando a paisagem local e trazendo mais desenvolvimento e emprego para a região. Outro ponto a favor da geração de energia eólica é a independência de recursos limitados, como carvão e gás. Sendo o vento uma força da natureza inesgotável, é possível afirmar que a energia eólica é também inesgotável, e por isso, sustentável.

Veja abaixo um vídeo que explica o funcionamento das torres eólicas.

Descarte consciente de lixo eletrônico

O que você costuma fazer com seu celular antigo quando o troca por um novo? Ou o que você faz com as pilhas do controle remoto quando elas descarregam completamente? Se a sua resposta foi “jogo no lixo”, então você precisa rever seus conceitos. O lixo eletrônico é um sério problema ambiental. Baterias, celulares, microondas, TV’s, rádios, monitores e CPU’s são apenas alguns dos aparelhos eletrônicos que, quando trocados, não devem ser depositados em lixo comum. Muitos componentes desses produtos contém metais pesados, que ao serem descartados em lixões podem infectar pessoas que trabalham na separação dos materiais e contaminar a água e o solo.

O destino correto a ser dado para o lixo eletrônico são os pontos de coleta específicos. Recentemente o Senac Criciúma promoveu uma ação em parceria com a Prefeitura Municipal e a empresa TF Sul Lixo Eletrônico, para coletar os descartes da cidade. Na Grande Florianópolis diversas empresas prestam este serviço para a comunidade, e além disso, consertam e possibilitam a reutilização dos aparelhos que ainda estão em condições de uso.

O que você pode fazer como consumidor frequente de facilidades tecnológicas é se informar e, em hipótese alguma, descartar seus aparelhos eletrônicos no lixo comum. Ter consciência na hora de adquirir um aparelho de celular mais moderno ou um computador de última geração também é necessário para não gerar ainda mais lixo eletrônico. Repense suas atitudes e todos teremos um ambiente ainda melhor.

Organize seus livros em uma linda estante

Você tem muitos livros e nunca sabe como organizá-los? Nós podemos te ajudar nessa tarefa. Em primeiro lugar você precisa de um local adequado para guardá-los. Este local precisa ser bem arejado, limpo e, o mais importante, estar em um lugar de fácil acesso. Nesse contexto, pensamos em uma estante móvel, que pode estar no seu quarto, na sala, em um quarto de estudos.

Para produzir esta estante você vai precisar de:

  •  4 caixotes de feira
  •  Lixa para madeira
  •  8 rodinhas articuladas
  •  Tinta branca
  •  Tinta colorida
  •  Verniz spay

Modo de fazer:

  • Lixe as caixas até que fiquem lisinhas, sem farpas.
  • Dê uma demão de tinta branca em todas as caixas para cobrir possíveis imperfeições e espere secar. Se necessário repita este procedimento.
  • Após a tinta branca estar bem sequinha, aplique a tinta colorida. É possível que você tenha que repetir a aplicação, para a madeira ficar totalmente coberta.
  • Depois da tinta seca pregue as rodinhas articuladas.
  • Aplique o verniz spray.

Dica para organizar seus livros: se você é do tipo que adora livros e está sempre adquirindo um novo título, você pode aproveitar as divisórias naturais das estantes para separar seus livros em categorias. Por exemplo: livros novos, livros já lidos, livros para reler e livros emprestados. Dessa forma você mantém tudo organizado, de maneira fácil de entender.

Veja na galeria outras inspirações.

Reciclagem foi a palavra de ordem do carnaval 2013

Enquanto muitos se divertem durante os dias de carnaval, outros aproveitam para fazer dinheiro com aquilo que ninguém mais quer, o lixo. O Brasil é campeão mundial em reciclagem de latas de alumínio – a cada 100 latas produzidas no país, 98 são recicladas – e durante o período de festas a quantidade desse material aumenta muito, assim como plástico, vidro e papel também.

Em diversos locais onde a folia ocorre de forma organizada, como nos sambódromos, festivais e blocos de rua, cooperativas de reciclagem montam estações de recolhimento para estimular que os frequentadores da festa contribuam para a coleta depositando o material nos lugares devidos. Mas ainda assim, se isso não ocorrer, equipes treinadas recolhem e separam essa matéria prima.

Este ano, no sambódromo de São Paulo, foram recolhidas  pelo menos 10 toneladas de material reciclável durante os quatro dias de festa. No Rio de Janeiro, a Coca-Cola, em parceria com a Cooperativa Doe Seu Lixo, montou postos de coleta na Marquês de Sapucaí e em locais onde ocorrem os desfiles de blocos de rua. Cerca de 200 pessoas estiveram envolvidas com o projeto, entre coletores e equipes de triagem.

E não apenas os materiais recicláveis tiveram um destino digno neste carnaval. Algumas escolas de samba do Rio e de São Paulo, optaram por uma política de recolhimento de fantasias depois dos desfiles. Pela primeira vez, a Vila Isabel teve seu desfile monitorado por uma empresa especializada e compensará as emissões de carbono feitas durante o carnaval. É como se a escola rastreasse todo o processo produtivo do desfile da Sapucaí. Já a São Clemente disponibilizou caminhões para recolher as fantasias após o desfile. Das 3.200 fantasias que a agremiação levou à Sapucaí, a escola pediu a devolução de 2.500. Se recuperar mil fantasias, a escola pode ter um retorno de até R$ 200 mil.

Fonte: O Globo.

Seja sustentável e corte os gastos em casa

Atitudes simples e sustentáveis, que para muitas pessoas já estão inseridas no dia a dia, ainda parecem um desafio para tantas outras. Iniciativas como desligar a água da torneira enquanto escova os dentes ou tomar banho de maneira consciente, infelizmente, ainda não fazem parte da rotina de muitos brasileiros. Vale lembrar que atos sustentáveis ajudam não só o meio ambiente, mas também o bolso dos consumidores, que podem ter uma economia significativa nas contas de água e energia. Confira as dicas!

1. Ligue a tomada na hora certa

Tirar equipamentos eletrônicos da tomada é uma atitude simples e que pode fazer grande diferença. Estima-se que cerca de 15% da conta de energia de uma casa vem do consumo de aparelhos em stand-by.

2. Ilumine melhor seu espaço

Troque as lâmpadas. As fluorescentes consomem menos energia que as convencionais e duram mais tempo. Isso faz com que você gaste menos – e a sua conta de luz agradece. É sempre importante lembrar que na hora do descarte elas merecem uma atenção especial, pois contêm substâncias tóxicas como mercúrio e chumbo.

3. Dente limpo, consciência também

A economia de água na hora de escovar dentes é uma das mais simples. Basta fechar a torneira enquanto escova, que o gasto fica em torno de 1 ou 2 litros. Caso contrário, você pode chegar a gastar até 12 litros de uma vez só.

4. Jogue menos água pela descarga

Alguns modelos de descarga podem chegar consumir até 15 litros de água, mais do que o dobro determinado pelas normas técnicas, que são 6 litros. O ideal é dar preferência às caixas de descarga no lugar das válvulas.

5. Ar condicionado: amenize o uso

Evite usá-lo por muitas horas seguidas. O uso ininterrupto muitas vezes é apenas um hábito que pode ser mudado sem grandes esforços. Se você dorme com ele ligado a noite inteira, experimente ajustar o timer, que programa o desligamento após algum tempo.

6. Tome banho consciente

Procure tomar banhos mais curtos. Ao sair do banho um minuto antes do normal, você poupa de 3 a 6 litros de água, o que representa um grande volume somando o gasto de um período longo, como um ano inteiro.

7. Acumule menos louça

Em casa não faz sentido usar copos, pratos ou talheres descartáveis. Mesmo usando copos de vidro, evite pegar um limpo cada vez que for beber alguma coisa. Isso também ajuda a economizar na conta de água.

8. Óleo e pia não combinam

Um litro de óleo descartado incorretamente polui até 25 mil litros de água, pode entupir tubulações e encarece os processos de tratamento de água. Procure armazená-lo em garrafas e fazer a destinação correta.

9. Faça a sua coleta

Mantenha duas lixeiras na sua casa: uma para o lixo orgânico e outra para os recicláveis. Reciclar e reaproveitar são sempre boas ideias e ajudam você a repensar prioridades e práticas de consumo.


Fonte: Revista Super Interessante

Faça você mesmo um mural de fotos!

Está com tempo livre e pensando em fazer alguma coisa diferente? Que tal fazer você mesmo um mural de fotos para decorar o seu quarto?

Com alguns elementos fáceis de encontrar e de manusear, é possível ter lindos e exclusivos murais de fotos, para você relembrar pra sempre daquela viagem, das datas marcantes ou dos compromissos diários.

Segue o passo a passo para fazer o mural da foto de capa e abaixo na galeria outras imagens para inspirar sua criatividade! <3

Você vai precisar de:

– Rolhas, papelão, cola quente, tachinhas, estilete.

Como fazer:

1. Recorte o papelão em formato de coração no tamanho que você desejar.

2. Pegue as rolhas e cole-as no papelão usando um ponto de cola quente atrás de cada uma delas.

3. Para deixar mais firme, quando a cola já estiver seca, espete algumas tachinhas na parte de trás do mural.

4.  Espere secar e pendure na parede.

Você pode pendurar o que desejar e ainda terá uma peça decorativa super original.

Madeira Plástica: preservação e sustentabilidade

Poucas matérias primas provenientes da natureza são tão utilizadas quanto a madeira. Presente na construção civil, em barcos, móveis, nas fogueiras e postes de luz será fácil encontrar pelo menos duas peças que levam madeira ao seu redor nesse momento.

Por ser um material natural e abundante na flora brasileira a preocupação com a preservação da floresta e de algumas espécies de madeira é mínima. Mas, felizmente, aos poucos essa cultura está mudando. Com o avanço das pesquisas e a crescente preocupação no que diz respeito a um planeta sustentável, a tecnologia já joga a favor da natureza e da preservação da madeira.

Uma das inovações em prol do menor impacto ambiental é a madeira plástica. Ela é feita a partir do Polietileno de Alta Densidade (PAD) um tipo de plástico mais grosso encontrado em embalagens de produtos de limpeza, óleo de carros, shampoos, etc. Para que esse tipo de material se transforme em toras que tem cor, textura e peso de madeira natural, o PAD é triturado e transformado em grãos. O plástico moído é sugado por uma tubulação até o misturador. Ele recebe pigmento e um produto químico que dá aderência de madeira. Isso vira uma massa aquecida a 180 graus para ser rapidamente resfriada em água gelada, para condensar, a aproximadamente dez graus centígrados.

A madeira plástica é resistente ao sol e ao frio. Tem vida útil longa: dura em média 50 anos. É impermeável, fácil de limpar e manusear, e mais: cupins não gostam de plástico e se alguém colar chiclete ou pichar é simples de retirar.

Mesmo com tantas vantagens, ainda existe um motivo que impede sua popularização: o preço. Cerca de 30% mais cara do que a madeira natural, este ainda é um empecilho para seu maior uso no país. De acordo com os fabricantes, basta que a escala de produção aumente para que o preço diminua, e é isso que espera o mercado brasileiro.

Na lista de produtos fabricados a partir do material proveniente da reciclagem estão dormentes para ferrovias e tampas de bueiros – 30% mais leves que as de ferro fundido – além de móveis e decks para piscinas.

Para se ter uma ideia dos números que a economia sustentável pode atingir e quantidade de árvores que poderiam ter deixado de ser cortadas, em apenas uma fábrica, são produzidas 200 toneladas de madeira plástica por mês. Em seis anos de produção, evitou-se o corte de 180 mil árvores, o equivalente a 400 campos de futebol cobertos de florestas.

Diante desses dados, será que o Brasil precisa mesmo desmatar suas florestas?

Confira a matéria produzida pelo Jornal da Globo que mostra todo o processo de produção da madeira plástica.

Óleo de cozinha no ralo? Nem pensar!

Seu óleo de cozinha jamais deve ser jogado no ralo da pia. Um litro de óleo é capaz de contaminar e inutilizar 25 mil litros de água e ainda formar pedras que obstruem o canal de descarte.

Mas então qual a maneira correta de descartar esse resíduo?

Ele deve ser acondicionado, depois de frio, em uma garrafa pet e entregue a entidades que são responsáveis por dar o destino adequado para esse material. O óleo de cozinha é a principal matéria prima para a fabricação de sabão em barra e também de biodisel. Em algumas cidades brasileiras a produção desses dois derivados, por meio de cooperativas, garante emprego e renda a muitas famílias.

Em Florianópolis, desde 1998 a Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF desenvolve um programa de reciclagem de óleo, o ReÓleo. Em parceria com diversas empresas e restaurantes, a entidade criou pontos de coleta pela Grande Florianópolis e recolhe periodicamente o dejeto que mais tarde vira matéria prima para a produção de produtos de limpeza.

Desde o início de setembro a ACIF lançou um desafio para os moradores de Florianópolis: juntar 10 mil litros de óleo em 1 mês e entrar para o livro de recordes Guiness Book. A campanha que começou em 1º de setembro bateu sua meta hoje devido a grande participação da comunidade e das empresas parceiras do programa. Mas ainda restam 10 dias para contribuir para um recorde ainda maior e a vida inteira para fazer o bem para o meio ambiente.

Então, que tal começar a praticar esse ato de cidadania hoje mesmo? É simples rápido e faz toda diferença para a natureza.

Os pontos de coleta você confere aqui. E se não houver um próximo a sua casa entre em contato com a ACIF e solicite a coleta. :)

Olimpíadas da sustentabilidade

Sustentabilidade é a palavra de ordem para as Olimpíadas 2012. A cidade de Londres, desde o início do ano, adotou novos hábitos de consumo e está convivendo com tecnologias e regras para facilitar a mobilidade e a qualidade do ar da cidade. Nada ficou de fora, dos estádios às embalagens de comida, até os tradicionais ônibus de 2 andares e táxis ganharam versões sustentáveis. Foram investidos mais de R$ 29 bilhões para garantir que os jogos olímpicos fossem mais verdes.

Veja 10 iniciativas que merecem destaque.

1 – Aeroporto com carrinhos elétricos, uma espécie de sistema de transporte que dispensa motorista, e que serão usados para levar os passageiros do aeroporto aos bolsões de estacionamento e vice-versa.

2 – Arenas recicláveis, que ao final dos jogos terão todas as estruturas – dos bancos às quadras – desmontadas e reutilizadas em outras instalações esportivas pelo país.

3 – Lixeiras high tech para transmitir notícias: equipadas com duas telas LCD uma em cada lado, sensíveis ao toque para informações em tempo real do mercado financeiro, meio ambiente, cultura, arte, generalidades, previsões do tempo, etc.

4 – Recompensa para quem andar de bicicleta ou a pé – essa é a tática que a prefeitura de Londres  adotou para estimular a mobilidade sustentável, reduzir a poluição e os níveis de congestionamento.

5 – Árvore solar – com folhas equipadas com células fotovoltaicas que transformam a luz do sol em eletricidade, o poste tem galhos de LED que acendem automaticamente quando escurece.

6 – Frota de táxis ecológicos – os táxis londrinos passaram por uma “repaginada verde” e pelas ruas da cidade já circulam alguns deles totalmente movidos a eletricidade.

7 – Ônibus de dois andares em versão ecológica – um dos principais símbolos de Londres ganhou ares mais modernos e ficou mais ecológico, equipado com tecnologia híbrida, utilizando eletricidade e diesel “verde”.

8 – Embalagens biodegradáveis – além dos coletores de recicláveis, Londres aposta em embalagens biodegradáveis, principalmente as usadas na alimentação. Os organizadores estimam que 40% de todo o resíduo gerado nas instalações olímpicas virá da alimentação.

9 – “Cola mágica” contra poluição – uma solução química capaz de atrair partículas de poeira fina do ar e prendê-las ao asfalto. Uma vez capturada, a poeira é recolhida pelo movimento contínuo dos pneus de carros ou lavada pela chuva.

10 – Megaprojeto de descontaminação – a maior operação de descontaminação já feita no Reino Unido precisou de quatro anos de trabalho intenso e mais de R$ 230 milhões investidos para livrar de componentes tóxicos dois milhões de toneladas de solo contaminado na antiga zona industrial no distrito de Stratford.

Lâmpadas incandescentes fora do mercado

Desde o último sábado (30/06) está proibida no Brasil a importação e fabricação de lâmpadas incandescentes com potência superior a 101 watts. A medida tem como principal objetivo a economia de energia nas residências do país.

As incandescentes ainda representam 40% das lâmpadas vendidas no Brasil. O preço é um dos motivos principais motivos de sua popularidade. Uma fluorescente compacta custa, em média, cinco vezes mais que a similar incandescente. Mas se o valor assusta na hora de decidir a compra, a conta no final do mês pode trazer alívio gradativo.

Por exemplo, uma lâmpada de 60 watts acesa quatro horas por dia, a incandescente consome R$ 4,50 por mês; a fluorescente compacta, R$ 1,10, economia de R$ 3,40 por mês. Levando em consideração o número de lâmpadas dentro de uma casa a economia fica ainda maior.

A utilização destas lâmpadas representa ainda uma redução significativa da exploração dos recursos naturais, pois quanto menor o consumo de energia, menor será a necessidade de novas usinas para produzi-la. A durabilidade das lâmpadas é mais um fator econômico relevante. De acordo com o Inmetro as fluorescentes tem vida útil que pode variar de 5000 a 10000 horas, enquanto as incandescentes duram apenas 1000 horas.

Os estoques das lojas poderão ser vendidos até o final do ano, mas o governo pretende eliminá-las completamente do mercado até 2016.