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O futuro começa agora: você sabe o que é a Hora do Planeta?

Se alguém lhe desafiasse a desligar as luzes de sua casa e se desconectar durante uma hora, em pleno sábado à noite, você conseguiria? Essa é a proposta da Hora do Planeta, movimento da ONG WWF Brasil para promover uma conscientização quanto ao aquecimento global.

O projeto teve sua primeira edição em 2007, em Sidney, na Austrália, e, desde então, outras cidades do mundo passaram a apagar as luzes durante 60 minutos, no último sábado de março, para alertar a população sobre os problemas ambientais causados devido ao aumento da temperatura média dos oceanos. A escolha da data não é por acaso, o mês coincide com o equinócio de primavera, no Hemisfério Norte e, com o de outono, no Hemisfério Sul.

O Hour of Earth – como é conhecido em outros países -, chegou ao Brasil em 2009 e foi aderido inicialmente por mais de 100 cidades. De acordo com o site da ONG, em 2015 as luzes de 626 ícones foram apagadas, 185 municípios (incluindo todas as capitais) participaram e, aproximadamente 4 mil pessoas se reuniram no evento oficial, realizado na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.

Com o slogan O Futuro começa Agora, a campanha da Hora do Planeta 2016, vai além do “apagar as luzes”, ela promove uma reflexão sobre como podemos nos comprometer e colaborar com a preservação da Terra. É um ato simbólico e voluntário.

Para participar, neste sábado, dia 19 de março, desligue as luzes de sua casa durante 1 hora – das 20h30 às 21h30. Se possível, também desconecte-se, mas, se não der, utilize a hashtag #tamojunto para colaborar com a iniciativa nas redes sociais.

Em Santa Catarina, de acordo com o site oficial da WWF Brasil, seis cidades participarão da Hora do Planeta: Balneário Camboriú, Caçador, Itajaí, Joinville, Nova Veneza e São Bento do Sul. Para mais informações, acesse: www.wwf.org.br. Assista ao vídeo oficial da campanha e participe! ;)

Invista no Marketing Verde e fortaleça sua marca.

O consumidor tem cada vez mais subsídios para identificar se as marcas estão de acordo com seus valores. Sendo que, para conquistar o mercado, toda empresa precisa fazer uma série de esforços para desenvolver seus produtos e serviços. Dentre elas, estimular a responsabilidade socioambiental acompanhando a crescente preocupação da população com a sustentabilidade.

Conhecido como Marketing Verde, essa abordagem do mercado foca nos benefícios que uma empresa, serviço ou produto traz para o meio ambiente, reforçando o comprometimento da marca com um futuro melhor. Um verdadeiro diferencial na hora da compra, atendendo ao nicho de pessoas engajadas em prol de um consumo consciente.

Através dessa postura, o valor agregado aos produtos torna-se maior, uma vez que o cliente não quer o mais barato e sim o mais sustentável. O desejo dele é consumir o que for melhor para o meio ambiente, nem que para isso precise investir mais. Essas estratégias são aplicadas desde a utilização de um material reciclável, a diminuição dos impactos de produção ou a forma de distribuição e logística.

Após a implantação das ações de Marketing Verde é importante torná-lo público. Uma boa forma é utilizar as mídias sociais para divulgar o posicionamento da marca. Contundo, tenha cuidado, seja transparente, não faça apenas uma ação isolada e já queira ser reconhecido. Do que adianta reciclar e reutilizar de um lado se do outro houver desperdício? Lembre-se, há muitos meios do usuário descobrir a verdade, por isso adote os valores de forma genuína.

O reconhecimento dos clientes dos seus processos sustentáveis podem trazer valorização única para sua marca. Caso você queira adequar sua empresa dentro dessas perspectivas, uma maneira é se aprofundar no marketing, entendendo o cenário mercadológico,  gestão estratégica e como tudo pode impactar no negócio contando com a ajuda do Senac na Pós Graduação em Marketing Estratégico.

Então que tal refletir sobre quais empresas que você conhece e realmente são sustentáveis? Compartilhe com a gente ;-)

Moda ecológica: a tendência da vez

E se você pudesse estar na moda, usar peças diferentes, bonitas, que tenham a ver com o seu estilo e que, ainda por cima, contribuem com o meio ambiente? É isso que a Moda ecológica – ou Eco Moda – possibilita: se expressar por meio do que escolhemos vestir, mas com sensatez.

Muitas marcas e estilistas têm repensado a moda na atualidade e estão usando materiais ecologicamente corretos; reaproveitando apetrechos de coleções passadas, utilizando a tecnologia como aliada para que a confecção das peças seja cada vez mais ética e responsável. Grifes internacionais como Gucci, Nike, H&M e Stella McCartney já estão investindo nesse tipo de negócio e, entre as brasileiras, destacam-se a Osklen, Hering e Ronaldo Fraga.

Vestido eco criado por Stella McCartney

O conceito de fashion eco vai muito além de colaborar com a preservação do planeta. Essa nova visão interfere na forma como consumimos, em nossa saúde e na geração de novos empregos. Por exemplo: quando uma marca resolve vender t-shirts feitas com garrafas PET, aumenta o número de empregados em fábricas de tecidos e confecções e a demanda por cooperativas de catadores.

Roupas com tecidos orgânicos da marca Osklen

Além disso, a maioria das roupas eco é feita sem a utilização de produtos químicos, corantes ou branqueadores, por isso elas são benéficas para a nossa saúde. Entre as matérias-primas utilizadas estão restos de madeira, algodão orgânico, sementes, fibras de bambu, entre outros. Essa tendência também interfere na forma como consumimos. Sabe as roupas, acessórios, entre outros objetos, que você não usa mais? Eles podem ser reaproveitados quando os customiza.

Óculos feitos com restos de madeira da marca Leaf

No livro A Moda, a jornalista Érika Palomino ressalta que a partir do ano 2000 entramos em um novo culto da individualidade, redefinindo os contornos da moda e servindo de tempero à virada do milênio, sendo que um dos pilares é a customização; a subversão total do que se entende por “tendência”, já que mesmo as peças compradas na estação atual podem ser furadas, rabiscadas e alfinetadas.

É calça que vira short, a camiseta que é transformada em regata e a jaqueta jeans que agora tem tachas… É uma forma de continuar a usar aquela peça que você tanto gosta e consumir menos, com consciência.

Outra sugestão para quem também quer contribuir com o meio ambiente sem deixar o estilo de lado são os bazares, cada vez mais presentes nos grupos criados no Facebook, WhatsApp e em contas do Instagram. Lá as pessoas trocam roupas, sapatos e acessórios usados, ou os vendem por preços mais baixos. Legal, não é mesmo? O mesmo sistema serve para troca de roupas entre amigos e em brechós convencionais.

Ou seja, com as atitudes certas é possível sim se vestir bem, gastar menos e ajudar a preservar o planeta. Planejar antes de comprar, abandonando as comprinhas por impulso; cuidar das roupas, fazendo os reparos necessários, evitar lavagens a seco, doar peças que você não usa mais ou usar a criatividade para reaproveitá-las, são formas de estar em paz com o guarda-roupa, com o meio ambiente e com sua consciência.

Leve essas ideias para seus amigos! Quem sabe no próximo café vocês já não trocam algumas peças, hein? ;)

Formas diferenciadas para gerar energia

Há muitas formas de gerar energia. A hidrelétrica, eólica e solar são exemplos que já conhecemos e estamos habituados a ouvir e falar sobre. Agora, você sabia que também é possível gerar energia a partir do calor corporal, do biogás e da biomassa? Descubra como funcionam algumas dessas tecnologias:

Biogás
O biogás é criado a partir do lixo orgânico de esgoto, aterros sanitários e dejetos de fazendas. Algumas tubulações acabam captando o metano – gás liberado pela matéria orgânica em decomposição – e o usam para gerar energia. Essa energia pode ser usada para cozinhar ou aquecer algo e, também, como combustível.

Biomassa
Através da queima de palha de milho, casca de arroz e bagaço de cana, por exemplo, pode ser obtida a biomassa. No período que cai o nível de água nos reservatórios das hidrelétricas é quando ocorre a safra da cana – o que acaba sendo uma grande vantagem para obter esse tipo de energia.

Geotérmica
Um exemplo de como esta tecnologia funciona é a forma que moradores dos arredores da cidade de Reykjavik, na Islândia, encontraram para se aquecer. Eles usam a água aquecida pela atividade vulcânica para levar eletricidade para a região em que moram.

Ondas
As ondas geram energia equivalente a aproximadamente cinco vezes o consumo mundial de eletricidade (muita coisa, não é mesmo?) e o Pelamis, equipamento criado na Escócia, em 1998, converte ondas em eletricidade.

Células a combustível hidrogênio
O hidrogênio, além de ser um elemento em abundância, tem alta taxa de energia. Quando produzido a partir de recursos renováveis, pode se tornar uma grande forma de armazenar eletricidade. A operação dele produz baixo impacto ambiental, não tem ruídos, combustão e vibrações, tendo uma baixa taxa de poluição. O motor de um planador, por exemplo, já foi criado para funcionar exclusivamente com hidrogênio.

Calor Corporal
Em Estocolmo, cerca de 250 mil pessoas utilizam a Estação Central todos os dias. O calor que elas emanam é o suficiente para aumentar a temperatura do local em 22 a 25 graus. A Suécia tem desenvolvido um sistema que extrai o excesso de calor produzido pelo corpo a partir de trocadores de calor de um sistema de ventilação que substitui o ar-condicionado.

E aí, você conhece mais alguma outra forma diferente de geração de energia? Nos conta, vai!

Como sua empresa pode contribuir com a preservação da natureza

O número de empresas preocupadas com o meio ambiente vem crescendo cada vez mais. As ideias para colaborar com a preservação da natureza são muitas e vão de atitudes extremamente simples a projetos que demandam tempo e estudo.

O Itaú Unibanco, por exemplo, se destaca quando o assunto é sustentabilidade. Segundo o site da revista Exame, a empresa foi eleita a mais sustentável de 2013 e ganhou destaque ao disponibilizar bicicletas para a população, visando a melhoria da mobilidade urbana.

A Natura também contribui com o meio ambiente. Ela foi a primeira a vender produtos como xampus e cosméticos em refis. Além disso, para transportar seus produtos, os veículos de pequeno porte da empresa são abastecidos apenas com GNV e álcool no lugar da gasolina. Outra empresa que investe em projetos de preservação da natureza é a Petrobras. No site da companhia é possível conferir em quais áreas de preservação ela atua.

Se você é empreendedor e também quer adotar práticas sustentáveis, algumas atitudes simples podem transformar o seu dia a dia e de toda a sociedade. Sabe aqueles papeis extras que você imprimiu e que iriam para o lixo? Transforme-os em blocos de notas. Opte por lâmpadas fluorescentes no escritório e, quando puder, abra as janelas! Deixe a luz natural entrar o vento arejar a sala. Além disso, não se esqueça de fazer a coleta seletiva.

Desligue os monitores dos computadores quando você sair para almoçar, por exemplo. E, quando o expediente terminar, tire os eletrônicos da tomada.
Se você trabalha perto da empresa, procure fazer uma caminhada ou opte pela bicicleta no lugar do carro.

Você também pode se inspirar na ideia do Senac. A empresa disponibilizou uma caneca para colaborador, incentivando a preservação do meio ambiente. Dessa forma, todos podem tomar água e aquele cafezinho gostoso sem usar copos plásticos.

Com todas essas ideias ficou difícil não se inspirar, não é mesmo?
Vamos colocar essas dicas em prática e cuidar da natureza? Só temos a ganhar com isso! =)

Saiba como é feita a reciclagem do vidro

O vidro é um dos materiais que tem melhor aproveitamento para a reciclagem – 100% de sua matéria prima é transformada no mesmo material, formando um ciclo infinito, o que o torna sustentável.

Para realizar o processo de reciclagem, primeiramente os materiais são separados por cores: transparente, marrom e verde. Feito isso, os vidros são encaminhados para um triturador, que quebra a embalagem em pedaços, e para lavação, em que restos de rótulos ou conteúdo são retirados. Após esse processo, os cacos são aquecidos e fundidos a uma temperatura de 1300ºC, o que possibilita que o material seja moldado novamente.

Há uma estimativa de que, no Brasil, cerca de 40% das embalagens de vidro sejam produzidas a partir de material reciclado. Essa tendência contribui não só para o meio ambiente, mas também para a economia, pois reciclar o vidro é mais barato do que fabricá-lo. Para que esse processo seja contínuo e as embalagens de vidro não se percam em aterros sanitários ou no lixo comum, é imprescindível que seja feita a separação dos resíduos recicláveis. Fazendo isso, você está colaborando com o reaproveitamento de materiais e com a preservação de recursos naturais.

Apesar de ter alto índice de aproveitamento, nem todos os vidros podem ser reutilizados. Veja abaixo.

Recicláveis:

  • Garrafas de bebida alcoólica e não alcoólica
  • Frascos em geral (molhos, condimentos, remédios, perfumes, etc)
  • Potes de produtos alimentícios
  • Cacos de embalagens

Não recicláveis:

  • Espelhos, vidros de janela, box de banheiro, lâmpadas, cristal
  • Ampolas de remédios, formas, travessa e utensílios de vidro temperado
  • Vidros de automóveis
  • Tubos de televisão e válvulas.

Dia Nacional dos Recursos Naturais Renováveis

No dia 22 de fevereiro é comemorado o Dia do IBAMA e Dia Nacional dos Recursos Naturais Renováveis. O órgão foi criado em 1988, a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, que dedicou um capítulo inteiro para as questões do meio ambiente no Brasil e divide a responsabilidade pela preservação e conservação entre governo e sociedade.

A partir da criação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), 4 órgãos governamentais ligados ao meio ambiente foram fundidos: a Secretaria Especial do Meio Ambiente, a Superintendência da Borracha, a Superintendência do Desenvolvimento da Pesca e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal. O IBAMA passou a ser o único órgão responsável pela gestão ambiental no país, tendo entre suas atribuições formular, coordenar, executar e fazer executar a política nacional do meio ambiente e da preservação, conservação e uso racional, fiscalização, controle e manutenção dos recursos naturais renováveis.

Os recursos naturais renováveis são aqueles que podem ser repostos pelo homem ou pela natureza após sua extração, como água, ventos, sol e ondas do mar. Mesmo que esses recursos sejam produzidos pela natureza e praticamente infinitos, é preciso utilizá-los de maneira sustentável para que não se tornem escassos. Para a plena manutenção do potencial energético que a natureza oferece, o homem precisa ter consciência de que ações indiscriminadas e sem planejamento a longo prazo são armadilhas de consumo. Conservar os recursos já disponíveis é a melhor maneira de garantir que as próximas gerações possam usufruir de todo o potencial e beleza que o meio ambiente oferece e que o homem necessita.

Conheça projetos de megaconstruções sustentáveis para o futuro

A sustentabilidade é um dos assuntos mais debatidos nos últimos anos. Especialistas de todas as áreas, assim como a sociedade em geral, estão atentos aos impactos das ações humanas no meio ambiente e estudando formas de reduzir ­as consequências. Os prejuízos do crescimento desenfreado atingem não apenas a natureza, mas todos os seres que habitam o Planeta Terra. Por isso, muitos empreendimentos já são projetados considerando os fatores ambientais. No futuro, a tendência é que a arquitetura sustentável se firme ainda mais e evolua aliada à tecnologia.

Veja abaixo algumas megaconstruções sustentáveis que podem surgir no futuro:

Parque aéreo em Pequim: o Parque da Luz, um arranha-céu que flutua acima da terra, é uma solução para a falta de espaço nas grandes cidades onde ocorre um rápido crescimento da população. A construção possui um balão em forma de cogumelo cheio de hélio e hélices movidas à energia solar que a mantêm acima do chão. Coletores de chuva garantem água para irrigação de plantas e uso nos banheiros.

Parque aéreo em Pequim

Agricultura vertical no Aeroponic: para suprir a demanda de alimentos, especialmente arroz, com projeção até 2025, o projeto Aeroponic propõe a criação de fazendas verticais descentralizadas. A estrutura do projeto, que leva a assinatura do designer Jin Ho Kim, consiste em campos cultiváveis sustentados por bambu, que contam com sistema de irrigação natural.

Agricultura vertical no Aeroponic

Agricultura vertical no Aeroponic

Prédio que sequestra CO2: fugindo das tradicionais estruturas de aço e concreto, o “Big Wood” é um protótipo de construção em massa de madeira, que ajuda a capturar CO2 da atmosfera. Segundo especialistas, esse material causaria menor impacto ambiental e já está comprovado que seria possível construir estruturas de 30 andares ou mais.

Prédio que sequestra CO2

Ilhas coletoras: dois designers sul-coreanos desenvolveram um projeto que pretende acabar com as toneladas de plásticos que vagam pelo Oceano Pacífico, formando um verdadeiro lixão. A Kinectic Irlands varreria o mar aglutinando os resíduos plásticos em blocos. Depois de recobertos por solo sintético, os blocos funcionariam como elementos para construção de uma cidade flutuante. O solo poderá, ainda, receber terra para desenvolvimento de culturas agrícolas.

Ilhas coletoras