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O futuro começa agora: você sabe o que é a Hora do Planeta?

Se alguém lhe desafiasse a desligar as luzes de sua casa e se desconectar durante uma hora, em pleno sábado à noite, você conseguiria? Essa é a proposta da Hora do Planeta, movimento da ONG WWF Brasil para promover uma conscientização quanto ao aquecimento global.

O projeto teve sua primeira edição em 2007, em Sidney, na Austrália, e, desde então, outras cidades do mundo passaram a apagar as luzes durante 60 minutos, no último sábado de março, para alertar a população sobre os problemas ambientais causados devido ao aumento da temperatura média dos oceanos. A escolha da data não é por acaso, o mês coincide com o equinócio de primavera, no Hemisfério Norte e, com o de outono, no Hemisfério Sul.

O Hour of Earth – como é conhecido em outros países -, chegou ao Brasil em 2009 e foi aderido inicialmente por mais de 100 cidades. De acordo com o site da ONG, em 2015 as luzes de 626 ícones foram apagadas, 185 municípios (incluindo todas as capitais) participaram e, aproximadamente 4 mil pessoas se reuniram no evento oficial, realizado na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.

Com o slogan O Futuro começa Agora, a campanha da Hora do Planeta 2016, vai além do “apagar as luzes”, ela promove uma reflexão sobre como podemos nos comprometer e colaborar com a preservação da Terra. É um ato simbólico e voluntário.

Para participar, neste sábado, dia 19 de março, desligue as luzes de sua casa durante 1 hora – das 20h30 às 21h30. Se possível, também desconecte-se, mas, se não der, utilize a hashtag #tamojunto para colaborar com a iniciativa nas redes sociais.

Em Santa Catarina, de acordo com o site oficial da WWF Brasil, seis cidades participarão da Hora do Planeta: Balneário Camboriú, Caçador, Itajaí, Joinville, Nova Veneza e São Bento do Sul. Para mais informações, acesse: www.wwf.org.br. Assista ao vídeo oficial da campanha e participe! ;)

Invista no Marketing Verde e fortaleça sua marca.

O consumidor tem cada vez mais subsídios para identificar se as marcas estão de acordo com seus valores. Sendo que, para conquistar o mercado, toda empresa precisa fazer uma série de esforços para desenvolver seus produtos e serviços. Dentre elas, estimular a responsabilidade socioambiental acompanhando a crescente preocupação da população com a sustentabilidade.

Conhecido como Marketing Verde, essa abordagem do mercado foca nos benefícios que uma empresa, serviço ou produto traz para o meio ambiente, reforçando o comprometimento da marca com um futuro melhor. Um verdadeiro diferencial na hora da compra, atendendo ao nicho de pessoas engajadas em prol de um consumo consciente.

Através dessa postura, o valor agregado aos produtos torna-se maior, uma vez que o cliente não quer o mais barato e sim o mais sustentável. O desejo dele é consumir o que for melhor para o meio ambiente, nem que para isso precise investir mais. Essas estratégias são aplicadas desde a utilização de um material reciclável, a diminuição dos impactos de produção ou a forma de distribuição e logística.

Após a implantação das ações de Marketing Verde é importante torná-lo público. Uma boa forma é utilizar as mídias sociais para divulgar o posicionamento da marca. Contundo, tenha cuidado, seja transparente, não faça apenas uma ação isolada e já queira ser reconhecido. Do que adianta reciclar e reutilizar de um lado se do outro houver desperdício? Lembre-se, há muitos meios do usuário descobrir a verdade, por isso adote os valores de forma genuína.

O reconhecimento dos clientes dos seus processos sustentáveis podem trazer valorização única para sua marca. Caso você queira adequar sua empresa dentro dessas perspectivas, uma maneira é se aprofundar no marketing, entendendo o cenário mercadológico,  gestão estratégica e como tudo pode impactar no negócio contando com a ajuda do Senac na Pós Graduação em Marketing Estratégico.

Então que tal refletir sobre quais empresas que você conhece e realmente são sustentáveis? Compartilhe com a gente ;-)

Moda ecológica: a tendência da vez

E se você pudesse estar na moda, usar peças diferentes, bonitas, que tenham a ver com o seu estilo e que, ainda por cima, contribuem com o meio ambiente? É isso que a Moda ecológica – ou Eco Moda – possibilita: se expressar por meio do que escolhemos vestir, mas com sensatez.

Muitas marcas e estilistas têm repensado a moda na atualidade e estão usando materiais ecologicamente corretos; reaproveitando apetrechos de coleções passadas, utilizando a tecnologia como aliada para que a confecção das peças seja cada vez mais ética e responsável. Grifes internacionais como Gucci, Nike, H&M e Stella McCartney já estão investindo nesse tipo de negócio e, entre as brasileiras, destacam-se a Osklen, Hering e Ronaldo Fraga.

Vestido eco criado por Stella McCartney

O conceito de fashion eco vai muito além de colaborar com a preservação do planeta. Essa nova visão interfere na forma como consumimos, em nossa saúde e na geração de novos empregos. Por exemplo: quando uma marca resolve vender t-shirts feitas com garrafas PET, aumenta o número de empregados em fábricas de tecidos e confecções e a demanda por cooperativas de catadores.

Roupas com tecidos orgânicos da marca Osklen

Além disso, a maioria das roupas eco é feita sem a utilização de produtos químicos, corantes ou branqueadores, por isso elas são benéficas para a nossa saúde. Entre as matérias-primas utilizadas estão restos de madeira, algodão orgânico, sementes, fibras de bambu, entre outros. Essa tendência também interfere na forma como consumimos. Sabe as roupas, acessórios, entre outros objetos, que você não usa mais? Eles podem ser reaproveitados quando os customiza.

Óculos feitos com restos de madeira da marca Leaf

No livro A Moda, a jornalista Érika Palomino ressalta que a partir do ano 2000 entramos em um novo culto da individualidade, redefinindo os contornos da moda e servindo de tempero à virada do milênio, sendo que um dos pilares é a customização; a subversão total do que se entende por “tendência”, já que mesmo as peças compradas na estação atual podem ser furadas, rabiscadas e alfinetadas.

É calça que vira short, a camiseta que é transformada em regata e a jaqueta jeans que agora tem tachas… É uma forma de continuar a usar aquela peça que você tanto gosta e consumir menos, com consciência.

Outra sugestão para quem também quer contribuir com o meio ambiente sem deixar o estilo de lado são os bazares, cada vez mais presentes nos grupos criados no Facebook, WhatsApp e em contas do Instagram. Lá as pessoas trocam roupas, sapatos e acessórios usados, ou os vendem por preços mais baixos. Legal, não é mesmo? O mesmo sistema serve para troca de roupas entre amigos e em brechós convencionais.

Ou seja, com as atitudes certas é possível sim se vestir bem, gastar menos e ajudar a preservar o planeta. Planejar antes de comprar, abandonando as comprinhas por impulso; cuidar das roupas, fazendo os reparos necessários, evitar lavagens a seco, doar peças que você não usa mais ou usar a criatividade para reaproveitá-las, são formas de estar em paz com o guarda-roupa, com o meio ambiente e com sua consciência.

Leve essas ideias para seus amigos! Quem sabe no próximo café vocês já não trocam algumas peças, hein? ;)

Formas diferenciadas para gerar energia

Há muitas formas de gerar energia. A hidrelétrica, eólica e solar são exemplos que já conhecemos e estamos habituados a ouvir e falar sobre. Agora, você sabia que também é possível gerar energia a partir do calor corporal, do biogás e da biomassa? Descubra como funcionam algumas dessas tecnologias:

Biogás
O biogás é criado a partir do lixo orgânico de esgoto, aterros sanitários e dejetos de fazendas. Algumas tubulações acabam captando o metano – gás liberado pela matéria orgânica em decomposição – e o usam para gerar energia. Essa energia pode ser usada para cozinhar ou aquecer algo e, também, como combustível.

Biomassa
Através da queima de palha de milho, casca de arroz e bagaço de cana, por exemplo, pode ser obtida a biomassa. No período que cai o nível de água nos reservatórios das hidrelétricas é quando ocorre a safra da cana – o que acaba sendo uma grande vantagem para obter esse tipo de energia.

Geotérmica
Um exemplo de como esta tecnologia funciona é a forma que moradores dos arredores da cidade de Reykjavik, na Islândia, encontraram para se aquecer. Eles usam a água aquecida pela atividade vulcânica para levar eletricidade para a região em que moram.

Ondas
As ondas geram energia equivalente a aproximadamente cinco vezes o consumo mundial de eletricidade (muita coisa, não é mesmo?) e o Pelamis, equipamento criado na Escócia, em 1998, converte ondas em eletricidade.

Células a combustível hidrogênio
O hidrogênio, além de ser um elemento em abundância, tem alta taxa de energia. Quando produzido a partir de recursos renováveis, pode se tornar uma grande forma de armazenar eletricidade. A operação dele produz baixo impacto ambiental, não tem ruídos, combustão e vibrações, tendo uma baixa taxa de poluição. O motor de um planador, por exemplo, já foi criado para funcionar exclusivamente com hidrogênio.

Calor Corporal
Em Estocolmo, cerca de 250 mil pessoas utilizam a Estação Central todos os dias. O calor que elas emanam é o suficiente para aumentar a temperatura do local em 22 a 25 graus. A Suécia tem desenvolvido um sistema que extrai o excesso de calor produzido pelo corpo a partir de trocadores de calor de um sistema de ventilação que substitui o ar-condicionado.

E aí, você conhece mais alguma outra forma diferente de geração de energia? Nos conta, vai!

Como sua empresa pode contribuir com a preservação da natureza

O número de empresas preocupadas com o meio ambiente vem crescendo cada vez mais. As ideias para colaborar com a preservação da natureza são muitas e vão de atitudes extremamente simples a projetos que demandam tempo e estudo.

O Itaú Unibanco, por exemplo, se destaca quando o assunto é sustentabilidade. Segundo o site da revista Exame, a empresa foi eleita a mais sustentável de 2013 e ganhou destaque ao disponibilizar bicicletas para a população, visando a melhoria da mobilidade urbana.

A Natura também contribui com o meio ambiente. Ela foi a primeira a vender produtos como xampus e cosméticos em refis. Além disso, para transportar seus produtos, os veículos de pequeno porte da empresa são abastecidos apenas com GNV e álcool no lugar da gasolina. Outra empresa que investe em projetos de preservação da natureza é a Petrobras. No site da companhia é possível conferir em quais áreas de preservação ela atua.

Se você é empreendedor e também quer adotar práticas sustentáveis, algumas atitudes simples podem transformar o seu dia a dia e de toda a sociedade. Sabe aqueles papeis extras que você imprimiu e que iriam para o lixo? Transforme-os em blocos de notas. Opte por lâmpadas fluorescentes no escritório e, quando puder, abra as janelas! Deixe a luz natural entrar o vento arejar a sala. Além disso, não se esqueça de fazer a coleta seletiva.

Desligue os monitores dos computadores quando você sair para almoçar, por exemplo. E, quando o expediente terminar, tire os eletrônicos da tomada.
Se você trabalha perto da empresa, procure fazer uma caminhada ou opte pela bicicleta no lugar do carro.

Você também pode se inspirar na ideia do Senac. A empresa disponibilizou uma caneca para colaborador, incentivando a preservação do meio ambiente. Dessa forma, todos podem tomar água e aquele cafezinho gostoso sem usar copos plásticos.

Com todas essas ideias ficou difícil não se inspirar, não é mesmo?
Vamos colocar essas dicas em prática e cuidar da natureza? Só temos a ganhar com isso! =)

Saiba como é feita a reciclagem do vidro

O vidro é um dos materiais que tem melhor aproveitamento para a reciclagem – 100% de sua matéria prima é transformada no mesmo material, formando um ciclo infinito, o que o torna sustentável.

Para realizar o processo de reciclagem, primeiramente os materiais são separados por cores: transparente, marrom e verde. Feito isso, os vidros são encaminhados para um triturador, que quebra a embalagem em pedaços, e para lavação, em que restos de rótulos ou conteúdo são retirados. Após esse processo, os cacos são aquecidos e fundidos a uma temperatura de 1300ºC, o que possibilita que o material seja moldado novamente.

Há uma estimativa de que, no Brasil, cerca de 40% das embalagens de vidro sejam produzidas a partir de material reciclado. Essa tendência contribui não só para o meio ambiente, mas também para a economia, pois reciclar o vidro é mais barato do que fabricá-lo. Para que esse processo seja contínuo e as embalagens de vidro não se percam em aterros sanitários ou no lixo comum, é imprescindível que seja feita a separação dos resíduos recicláveis. Fazendo isso, você está colaborando com o reaproveitamento de materiais e com a preservação de recursos naturais.

Apesar de ter alto índice de aproveitamento, nem todos os vidros podem ser reutilizados. Veja abaixo.

Recicláveis:

  • Garrafas de bebida alcoólica e não alcoólica
  • Frascos em geral (molhos, condimentos, remédios, perfumes, etc)
  • Potes de produtos alimentícios
  • Cacos de embalagens

Não recicláveis:

  • Espelhos, vidros de janela, box de banheiro, lâmpadas, cristal
  • Ampolas de remédios, formas, travessa e utensílios de vidro temperado
  • Vidros de automóveis
  • Tubos de televisão e válvulas.

Dia Nacional dos Recursos Naturais Renováveis

No dia 22 de fevereiro é comemorado o Dia do IBAMA e Dia Nacional dos Recursos Naturais Renováveis. O órgão foi criado em 1988, a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, que dedicou um capítulo inteiro para as questões do meio ambiente no Brasil e divide a responsabilidade pela preservação e conservação entre governo e sociedade.

A partir da criação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), 4 órgãos governamentais ligados ao meio ambiente foram fundidos: a Secretaria Especial do Meio Ambiente, a Superintendência da Borracha, a Superintendência do Desenvolvimento da Pesca e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal. O IBAMA passou a ser o único órgão responsável pela gestão ambiental no país, tendo entre suas atribuições formular, coordenar, executar e fazer executar a política nacional do meio ambiente e da preservação, conservação e uso racional, fiscalização, controle e manutenção dos recursos naturais renováveis.

Os recursos naturais renováveis são aqueles que podem ser repostos pelo homem ou pela natureza após sua extração, como água, ventos, sol e ondas do mar. Mesmo que esses recursos sejam produzidos pela natureza e praticamente infinitos, é preciso utilizá-los de maneira sustentável para que não se tornem escassos. Para a plena manutenção do potencial energético que a natureza oferece, o homem precisa ter consciência de que ações indiscriminadas e sem planejamento a longo prazo são armadilhas de consumo. Conservar os recursos já disponíveis é a melhor maneira de garantir que as próximas gerações possam usufruir de todo o potencial e beleza que o meio ambiente oferece e que o homem necessita.

Conheça projetos de megaconstruções sustentáveis para o futuro

A sustentabilidade é um dos assuntos mais debatidos nos últimos anos. Especialistas de todas as áreas, assim como a sociedade em geral, estão atentos aos impactos das ações humanas no meio ambiente e estudando formas de reduzir ­as consequências. Os prejuízos do crescimento desenfreado atingem não apenas a natureza, mas todos os seres que habitam o Planeta Terra. Por isso, muitos empreendimentos já são projetados considerando os fatores ambientais. No futuro, a tendência é que a arquitetura sustentável se firme ainda mais e evolua aliada à tecnologia.

Veja abaixo algumas megaconstruções sustentáveis que podem surgir no futuro:

Parque aéreo em Pequim: o Parque da Luz, um arranha-céu que flutua acima da terra, é uma solução para a falta de espaço nas grandes cidades onde ocorre um rápido crescimento da população. A construção possui um balão em forma de cogumelo cheio de hélio e hélices movidas à energia solar que a mantêm acima do chão. Coletores de chuva garantem água para irrigação de plantas e uso nos banheiros.

Parque aéreo em Pequim

Agricultura vertical no Aeroponic: para suprir a demanda de alimentos, especialmente arroz, com projeção até 2025, o projeto Aeroponic propõe a criação de fazendas verticais descentralizadas. A estrutura do projeto, que leva a assinatura do designer Jin Ho Kim, consiste em campos cultiváveis sustentados por bambu, que contam com sistema de irrigação natural.

Agricultura vertical no Aeroponic

Agricultura vertical no Aeroponic

Prédio que sequestra CO2: fugindo das tradicionais estruturas de aço e concreto, o “Big Wood” é um protótipo de construção em massa de madeira, que ajuda a capturar CO2 da atmosfera. Segundo especialistas, esse material causaria menor impacto ambiental e já está comprovado que seria possível construir estruturas de 30 andares ou mais.

Prédio que sequestra CO2

Ilhas coletoras: dois designers sul-coreanos desenvolveram um projeto que pretende acabar com as toneladas de plásticos que vagam pelo Oceano Pacífico, formando um verdadeiro lixão. A Kinectic Irlands varreria o mar aglutinando os resíduos plásticos em blocos. Depois de recobertos por solo sintético, os blocos funcionariam como elementos para construção de uma cidade flutuante. O solo poderá, ainda, receber terra para desenvolvimento de culturas agrícolas.

Ilhas coletoras

 

Torne sua casa um ambiente mais sustentável

A construção civil é um dos setores que mais tem crescido no Brasil nos últimos anos. A demanda por novos empreendimentos é grande e, por isso, a preocupação com o meio ambiente também deve ser. Em alguns anos, imóveis que não possuam alguns princípios básicos de sustentabilidade não serão tão valorizados quanto outros que tratam o assunto como indispensável. As vantagens de construir de maneira mais amigável ao meio ambiente ultrapassam os benefícios ecológicos, já que a sustentabilidade da obra permite a redução dos custos com contas fixas, manutenção e construção. Conheça algumas técnicas construtivas e atitudes que você pode realizar para ter uma residência mais sustentável.

Tijolo ecológico: este tipo de tijolo é assim chamado por não passar pelo processo de queima em sua fabricação. Entre as vantagens da utilização deste material estão a economia de materiais como cimento, areia para massa e reboco, ferragem, pintura, acabamento e mão de obra, pois a obra é realizada no sistema modular.

Wood Frame: este sistema construtivo consiste em levantar as paredes sob uma estrutura de madeira (geralmente Pinus, proveniente de áreas de reflorestamento). Após a montagem da estrutura, placas de OSB são encaixadas dando origem às paredes. O OSB é um painel estrutural produzido a partir de tiras de madeira de reflorestamento e possui alta resistência físico-mecânica.

Telhado verde: ter um telhado verde em casa traz vantagens para os moradores e para o meio ambiente. As plantas no telhado ajudam a reduzir a a poluição ambiental das grandes cidades, além de trazer conforto térmico na parte interna do imóvel. Para saber como ter um telhado verde em sua casa clique aqui.

Reaproveitamento de água: Nada mais sustentável do que aproveitar um recurso natural para suprir necessidades básicas de uma residência. A água captada através deste sistema não é potável para o consumo, mas pode ser usada em descargas ou para regar plantas, limpar áreas internas e externas, além de lavar roupas. A distribuição da água para áreas específicas da casa exige uma tubulação especial, que deve ser projetada antes da construção do imóvel.

Aquecimento solar: A água de toda a sua casa pode ser aquecida com o uso da energia solar. A tecnologia para a implementação da técnica já é dominada no Brasil, e, inclusive, algumas casas do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, já são entregues com as placas para o aquecimento da água. As placas com os cilindros de armazenagem da água ficam posicionados no telhado da residência e através de uma tubulação especial chegam até os chuveiros e torneiras. Entenda melhor clicando aqui.

Reciclagem: Item básico para uma casa sustentável. Separar os resíduos é o mínimo que se pode fazer para ajudar o meio ambiente. Materiais como plástico, alumínio, vidro e papel podem ser reciclados por indústrias e transformados em matéria-prima para dar origem a outros produtos. Tenha em sua casa uma lixeira para matéria orgânica e outra para os resíduos seco. Não esqueça também que óleo de cozinha e pilhas e baterias não devem ser descartados no ralo e no lixo comum.

Consumo consciente: Prestar atenção nas coisas que se consome é princípio básico para uma economia sustentável. Antes de comprar alimentos, roupas, acessórios, cosméticos e até mesmo eletrodomésticos e portáteis é importante se perguntar: você realmente precisa deste produto? Essa atitude evita o desperdício e a produção exagerada de lixo. E não esqueça de levar sua ecobag sempre que for às compras.

As melhores cidades para utilizar bicicletas

Recentemente a Espanha se juntou ao grupo de países europeus onde o número de bicicletas vendidas superou o de carros comercializados. Em toda a União Europeia, apenas 2 países vendem mais carros do que bicicletas: Bélgica e Luxemburgo. Os dados revelam uma tendência na busca por um estilo de vida mais saudável, barato e sustentável nesses locais, onde a estrutura para o uso desse tipo de veículo segue em expansão. Uma pesquisa da Copenhagenize, consultoria de planejamento e marketing especializada em assuntos relacionados ao transporte sobre duas rodas, listou as 19 melhores cidades do mundo para andar de bicicleta, de acordo com critérios como infraestrutura, amparo legal, programas de aluguel, sensação de segurança por parte dos ciclistas em relação aos demais modais de transporte, entre outros fatores. Na lista das 19 cidades mais bike friendly, que você vê abaixo, 15 estão na Europa. Do Brasil, apenas o Rio de Janeiro figura a lista. Confira.

1. Amsterdã, Holanda. A cidade é referência quando o assunto é trafegar de bicicleta. Suas ruas são todas adaptadas para a circulação de bikes, com ciclovias, corredores compartilhados, postos de aluguel e de guarda e até sinais especiais. Para ter uma ideia, 50% da população usa bicicleta como meio de transporte e o principal problema citado é a grande quantidade de bicicletas no centro da cidade.

2. Copenhague, Dinamarca. Na cidade, 50% da população usa a bicicleta como meio de transporte. Os moradores vão ao trabalho, à escola e até mesmo a bares utilizando bicicleta. A infraestrutura bem projetada é o diferencial do local, que busca a adaptação de ônibus, metrôs e outros meios de transporte para as bikes.

3. Utrech, Holanda. A 4ª maior cidade da Holanda também é exemplo no transporte sobre duas rodas. Cerca de 30% dos deslocamentos na cidade são feitos de bicicleta. De acordo com o relatório, o local é um exemplo para as pequenas cidades que desejam implementar a cultura da bicicleta.

4. Sevilha, Espanha. A cidade serve como exemplo de implementação de infraestrutura para o uso de bicicletas. Em 2006, apenas 0,5% do transporte era feito com as magrelas, que agora já representam 7% de participação.

5. Bordeaux, França. A cidade que é mais conhecida por seus vinhos, empata em 4º lugar com Sevilha no ranking das melhores cidades para andar de bicicleta. São mais de 200 km de vias na região central da cidade e cerca de 400 km nas periferias. As bikes correspondem a 10% dos meios de transporte do município.

6. Nantes, França. A cidade investe pesado em infraestrutura para bicicletas. Em 2009, um plano municipal foi implementado para ampliar as ciclovias. Serão cerca de 40 milhões de Euros investidos até 2014. A vontade política de mudar a realidade da cidade já resultou em quase 400 km de estrutura cicloviária.

7. Eindhoven, Holanda. Mais um município holandês na lista. O relatório coloca a cidade como uma das mais visionárias para circular com bicicletas. Uma das inovações é a Floating Roundabout, uma ponte estaiada de forma circular, criada especificamente para as magrelas.

8. Malmo, Suécia. O governo local prometeu um investimento de 47 milhões de euros para melhorar o tráfego de bikes na cidade. Uma das ações foi a criação de vias exclusivas para bicicletas e com nomes próprios, o que facilita a localização por GPS.

9. Berlim, Alemanha. Em Berlim, um dos pontos que contribui para o uso da bicicleta é a geografia da cidade, que é plana. Cerca de 13% da população utiliza a bicicleta como meio de transporte, o que é bastante significativo em relação ao tamanho da capital. Em alguns bairros o percentual pode chegar a 20% e 25%.

10. Dublin, Irlanda. Dublin registra um dos melhores programas de aluguel de bicicletas da Europa. Criado em 2010, mais de 2,5 milhões de alugueis já foram efetuados. Cerca de 10% da população usa a bike como principal meio de transporte, e o principal desafio agora é expandir os projetos de infraestrutura cicloviária para toda a cidade, que enfrenta uma crescente urbanização.

11. Tóquio, Japão. A maior cidade a figurar na lista tem um surpreendente sistema subterrâneo de estacionamento de bicicletas, que traz a tona a bike em apenas 30 segundos. Em Tóquio, para onde quer que se olhe as bicicletas estão presentes. Um exemplo de como os tipos de transporte podem se integrar e cooperar para o bem do trânsito.

12. Munique, Alemanha. A cidade tem alto investimento para estimular o uso de bicicletas por sua população. Cerca de 20% das pessoas já usam a bike como veículo de transporte diário. A infraestutura da cidade favorece o uso das magrelas: são cerca de 1200 km de faixas exclusivas.

13. Montreal, Canadá. Uma curiosidade a respeito do uso de bicicletas na cidade é que em Montreal as pessoas usam a bike também como transporte para a vida noturna. Com ciclovias que datam de 1980, a cidade foi a primeira da América do Norte a adotar um sistema público de aluguel de bikes. São mais de 5 mil veículos espalhados pela cidade.

14. Nagoia, Japão. No Japão, as bicicletas já fazem parte da cultura local, seja em centros urbanos ou em áreas rurais. Os moradores de Nagoia foram os primeiros a ser beneficiados com faixas exclusivas totalmente protegidas nas ruas mais movimentadas.

15. Rio de Janeiro, Brasil. A única cidade da América do Sul a fazer parte da lista tem uma modesta rede de ciclovias e alugueis de bike, mas com grande potencial para se expandir. O relatório destaca que em virtude dos grandes eventos esportivos, o Rio está em um momento propício para se tornar uma cidade amiga dos ciclistas.

16. Barcelona, Espanha. A cidade está amparada por uma ciclovia que rodeia toda a área metropolitana chamada Anel Verde. Desde 2007 há disponível para os moradores o sistema de aluguel de bicicletas e, hoje, 4% da população já utiliza a bike como meio de transporte diário. Apesar da vanguarda, a cidade ainda tem muito o que melhorar, de acordo com o relatório. São necessárias políticas públicas para a expansão das vias.

17. Budapeste, Hungria. A estrutura cicloviária não é muito abrangente na cidade, mas a prefeitura se empenha para criar uma rede que respeite os ciclistas. O órgão público organiza passeios comunitários que chegam a mobilizar até 80 mil pessoas.

18. Paris, França. Mais uma cidade onde as bicicletas fazem parte também do transporte para a vida noturna. Com um programa de aluguel de bikes disponível desde 2007, a cidade serviu de inspiração para Nova Iorque e Londres implementarem a bike como parte de seus programas de desenvolvimento sustentável.

19. Hamburgo, Alemanha. O uso da bicicleta tem atraído cada vez mais pessoas na cidade. O planejamento urbano já está sendo pensado de forma a entregar uma infraestrutura à altura da demanda, com faixas exclusivas e campanhas de educação no trânsito.

Senac sustentável

O Senac em Santa Catarina tem um compromisso com o meio ambiente em suas rotinas e processos. A sustentabilidade está inserida no dia a dia das Unidades por meio de ações internas e externas. O respeito à natureza e a conscientização de colaboradores e alunos são imprescindíveis para um ambiente em equilíbrio.

Conheça algumas ações que são realizadas no Senac e veja como você pode contribuir.

 Florianópolis e Saúde e Beleza:

As ações são planejadas e executadas pela Comissão Recicle Ideias, que é formada por colaboradores, orientadores e alunos. Entre os projetos realizados estão a coleta de pilhas e baterias, o trabalho sobre compostagem na Associação dos Funcionários Fiscais de Santa Catarina junto ao projeto Jovem Aprendiz e a parceria com a biblioteca para a arrecadação de produtos de higiene e limpeza.

Caçador:

Nessa Unidade todo o papel ofício fotocopiado ou impresso é utilizado para rascunho (inclusive para os alunos) e também para a confecção de bloquinhos de anotação. Os jornais são doados para entidades de reciclagem e as revistas de generalidades são levadas para asilos, hospitais e outras entidades assistenciais que atendam o público. Além disso, são colocadas em prática medidas para a economia de energia e aproveitamento de materiais de eventos.

Blumenau:

Na Unidade de Blumenau todo o material utilizado diariamente é separado para a reciclagem. Também é organizado um passeio ciclístico para a conscientização da população sobre mobilidade urbana, transporte sustentável, meio ambiente e a importância das ciclovias.

Brusque:

Em 2013, a Unidade de Brusque realizou ações socioambientais como palestras e intervenções urbanas. O projeto “Curativos Urbanos”, por exemplo, realizado com os alunos de Design de Interiores do Pronatec, espalhou por ruas, calçadas e árvores da cidade cartazes e curativos confeccionados pelos estudantes.

Rio do Sul:

Na biblioteca dessa Unidade a economia de papel é a ordem. Folhas são impressas dos dois lados, sempre que possível, e todas que ficam como rascunho são reutilizadas. Além disso, a separação dos resíduos é estimulada através de lixeiras específicas.

Joinville:

A Unidade Joinville é ponto de coleta de diversos materiais que não devem ser misturados ao lixo comum. Um deles é o óleo de cozinha, que, para o descarte, deve ser acondicionado depois de frio em uma garrafa pet. Da Unidade, o material segue para empresas licenciadas. Outro material recolhido em Joinville são chapas de raio-x. As películas de raios X possuem metais pesados altamente poluidores que, em contato com o solo, atingem o lençol freático e contaminam a água – podendo entrar na cadeia alimentar. As chapas são coletadas em uma caixa de papelão e recolhidas por uma empresa de Curitiba, que recicla o material produzindo embalagens com os plásticos e utilizando a prata na criação de joias. Além disso, os resíduos da Unidade são separados por tipo de material e uma campanha de conscientização foi feita para que os funcionários trocassem os copinhos de plástico por canecas.

Criciúma:

A biblioteca de Criciúma vende para uma empresa de reciclagem todo o papel que descarta (desde picotados, papeis de impressão, caixas que vem dos fornecedores de livros, etc) e com o recurso da venda, compra livros usados de literatura no sebo. Outros setores da Unidade também contribuem enviando para a biblioteca papéis que seriam destinados para o lixo.

Tubarão:

Na Unidade de Tubarão, todo o papel impresso é utilizado para rascunho e confecção de blocos de anotações, há lixeiras de coleta seletiva, controle do uso de energia, incentivo à caminhada para realização de tarefas de pequena distância e reutilização de envelopes. Para evitar o descarte de material bibliográfico, exemplares são disponibilizados a outras bibliotecas e expostos e mesa de doações. Além disso, no local as torneiras são temporizadas, para a redução do consumo de água.

Xanxerê

Em Xanxerê, foram distribuídos squeezes para cada aluno e colaborador da Unidade. Dessa forma não são utilizados e nem fornecidos copos descartáveis. Outra ação realizada no local é a conscientização dos alunos sobre a importância da reciclagem dos materiais.