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O futuro começa agora: você sabe o que é a Hora do Planeta?

Se alguém lhe desafiasse a desligar as luzes de sua casa e se desconectar durante uma hora, em pleno sábado à noite, você conseguiria? Essa é a proposta da Hora do Planeta, movimento da ONG WWF Brasil para promover uma conscientização quanto ao aquecimento global.

O projeto teve sua primeira edição em 2007, em Sidney, na Austrália, e, desde então, outras cidades do mundo passaram a apagar as luzes durante 60 minutos, no último sábado de março, para alertar a população sobre os problemas ambientais causados devido ao aumento da temperatura média dos oceanos. A escolha da data não é por acaso, o mês coincide com o equinócio de primavera, no Hemisfério Norte e, com o de outono, no Hemisfério Sul.

O Hour of Earth – como é conhecido em outros países -, chegou ao Brasil em 2009 e foi aderido inicialmente por mais de 100 cidades. De acordo com o site da ONG, em 2015 as luzes de 626 ícones foram apagadas, 185 municípios (incluindo todas as capitais) participaram e, aproximadamente 4 mil pessoas se reuniram no evento oficial, realizado na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.

Com o slogan O Futuro começa Agora, a campanha da Hora do Planeta 2016, vai além do “apagar as luzes”, ela promove uma reflexão sobre como podemos nos comprometer e colaborar com a preservação da Terra. É um ato simbólico e voluntário.

Para participar, neste sábado, dia 19 de março, desligue as luzes de sua casa durante 1 hora – das 20h30 às 21h30. Se possível, também desconecte-se, mas, se não der, utilize a hashtag #tamojunto para colaborar com a iniciativa nas redes sociais.

Em Santa Catarina, de acordo com o site oficial da WWF Brasil, seis cidades participarão da Hora do Planeta: Balneário Camboriú, Caçador, Itajaí, Joinville, Nova Veneza e São Bento do Sul. Para mais informações, acesse: www.wwf.org.br. Assista ao vídeo oficial da campanha e participe! ;)

Moda ecológica: a tendência da vez

E se você pudesse estar na moda, usar peças diferentes, bonitas, que tenham a ver com o seu estilo e que, ainda por cima, contribuem com o meio ambiente? É isso que a Moda ecológica – ou Eco Moda – possibilita: se expressar por meio do que escolhemos vestir, mas com sensatez.

Muitas marcas e estilistas têm repensado a moda na atualidade e estão usando materiais ecologicamente corretos; reaproveitando apetrechos de coleções passadas, utilizando a tecnologia como aliada para que a confecção das peças seja cada vez mais ética e responsável. Grifes internacionais como Gucci, Nike, H&M e Stella McCartney já estão investindo nesse tipo de negócio e, entre as brasileiras, destacam-se a Osklen, Hering e Ronaldo Fraga.

Vestido eco criado por Stella McCartney

O conceito de fashion eco vai muito além de colaborar com a preservação do planeta. Essa nova visão interfere na forma como consumimos, em nossa saúde e na geração de novos empregos. Por exemplo: quando uma marca resolve vender t-shirts feitas com garrafas PET, aumenta o número de empregados em fábricas de tecidos e confecções e a demanda por cooperativas de catadores.

Roupas com tecidos orgânicos da marca Osklen

Além disso, a maioria das roupas eco é feita sem a utilização de produtos químicos, corantes ou branqueadores, por isso elas são benéficas para a nossa saúde. Entre as matérias-primas utilizadas estão restos de madeira, algodão orgânico, sementes, fibras de bambu, entre outros. Essa tendência também interfere na forma como consumimos. Sabe as roupas, acessórios, entre outros objetos, que você não usa mais? Eles podem ser reaproveitados quando os customiza.

Óculos feitos com restos de madeira da marca Leaf

No livro A Moda, a jornalista Érika Palomino ressalta que a partir do ano 2000 entramos em um novo culto da individualidade, redefinindo os contornos da moda e servindo de tempero à virada do milênio, sendo que um dos pilares é a customização; a subversão total do que se entende por “tendência”, já que mesmo as peças compradas na estação atual podem ser furadas, rabiscadas e alfinetadas.

É calça que vira short, a camiseta que é transformada em regata e a jaqueta jeans que agora tem tachas… É uma forma de continuar a usar aquela peça que você tanto gosta e consumir menos, com consciência.

Outra sugestão para quem também quer contribuir com o meio ambiente sem deixar o estilo de lado são os bazares, cada vez mais presentes nos grupos criados no Facebook, WhatsApp e em contas do Instagram. Lá as pessoas trocam roupas, sapatos e acessórios usados, ou os vendem por preços mais baixos. Legal, não é mesmo? O mesmo sistema serve para troca de roupas entre amigos e em brechós convencionais.

Ou seja, com as atitudes certas é possível sim se vestir bem, gastar menos e ajudar a preservar o planeta. Planejar antes de comprar, abandonando as comprinhas por impulso; cuidar das roupas, fazendo os reparos necessários, evitar lavagens a seco, doar peças que você não usa mais ou usar a criatividade para reaproveitá-las, são formas de estar em paz com o guarda-roupa, com o meio ambiente e com sua consciência.

Leve essas ideias para seus amigos! Quem sabe no próximo café vocês já não trocam algumas peças, hein? ;)

Saiba o que é um sistema hidropônico

Um solo nem sempre é necessário para cultivar plantas. A prova disso é a hidroponia, técnica que consiste no plantio de hortaliças, por exemplo, por meio de uma solução aquosa, balanceada com nutrientes fundamentais para que elas se desenvolvam.

As raízes são expostas a uma solução, que geralmente é composta por água pura e minerais dissolvidos; sendo submetida a condições adequadas de pressão osmótica, pH, oxigenação e temperatura.

Os alimentos plantados desta forma têm mais qualidade, crescem mais rápido e também trazem benefícios e vantagens para a sociedade. A redução da mão de obra, do uso de agrotóxicos e a diminuição do tempo de cultivo, são pontos a serem destacados. Porém, é um método caro.
Para a implementação da hidroponia é preciso construir estufas, instalar sistemas hidráulicos e elétricos, mesas e aparelhos de alto custo e que necessitam de manutenções constantes.

Países como Japão, Estados Unidos, Holanda e França se destacam pela prática. Já no Brasil, a principal produção hidropônica se concentra em São Paulo. A alface é a espécie mais cultivada por sistemas hidropônicos na atualidade, mas, tomate, morango, arroz, couve, pimentão e outros alimentos também podem ser plantados.

E aí, conta pra gente! Você sabia dessa prática? Conhece mais alguma outra que não envolve solo? Queremos sua opinião.

Como sua empresa pode contribuir com a preservação da natureza

O número de empresas preocupadas com o meio ambiente vem crescendo cada vez mais. As ideias para colaborar com a preservação da natureza são muitas e vão de atitudes extremamente simples a projetos que demandam tempo e estudo.

O Itaú Unibanco, por exemplo, se destaca quando o assunto é sustentabilidade. Segundo o site da revista Exame, a empresa foi eleita a mais sustentável de 2013 e ganhou destaque ao disponibilizar bicicletas para a população, visando a melhoria da mobilidade urbana.

A Natura também contribui com o meio ambiente. Ela foi a primeira a vender produtos como xampus e cosméticos em refis. Além disso, para transportar seus produtos, os veículos de pequeno porte da empresa são abastecidos apenas com GNV e álcool no lugar da gasolina. Outra empresa que investe em projetos de preservação da natureza é a Petrobras. No site da companhia é possível conferir em quais áreas de preservação ela atua.

Se você é empreendedor e também quer adotar práticas sustentáveis, algumas atitudes simples podem transformar o seu dia a dia e de toda a sociedade. Sabe aqueles papeis extras que você imprimiu e que iriam para o lixo? Transforme-os em blocos de notas. Opte por lâmpadas fluorescentes no escritório e, quando puder, abra as janelas! Deixe a luz natural entrar o vento arejar a sala. Além disso, não se esqueça de fazer a coleta seletiva.

Desligue os monitores dos computadores quando você sair para almoçar, por exemplo. E, quando o expediente terminar, tire os eletrônicos da tomada.
Se você trabalha perto da empresa, procure fazer uma caminhada ou opte pela bicicleta no lugar do carro.

Você também pode se inspirar na ideia do Senac. A empresa disponibilizou uma caneca para colaborador, incentivando a preservação do meio ambiente. Dessa forma, todos podem tomar água e aquele cafezinho gostoso sem usar copos plásticos.

Com todas essas ideias ficou difícil não se inspirar, não é mesmo?
Vamos colocar essas dicas em prática e cuidar da natureza? Só temos a ganhar com isso! =)

Conheça as vantagens dos alimentos orgânicos

De 25 de maio a 1º de junho, acontece em todo o Brasil a Semana dos Alimentos Orgânicos. A iniciativa do governo federal tem como objetivo estimular a produção e o consumo dos orgânicos, bem como esclarecer dúvidas da população sobre esses alimentos.

Para que um alimento seja considerado orgânico, deve ser isento de insumos artificiais, como adubos químicos e agrotóxicos, de drogas veterinárias – hormônios e antibióticos – e de organismos geneticamente modificados. Durante o processamento dos alimentos,é proibido o uso de radiações ionizantes (que produzem substâncias cancerígenas, como o benzeno e formaldeído) e aditivos químicos sintéticos, como corantes, aromatizantes, emulsificantes, entre outros. Além disso, o cultivo de orgânicos deve respeitar o meio ambiente, utilizando como base do processo produtivo os princípios agroecológicos, como o uso responsável do solo, da água, do ar e demais recursos naturais.

Para garantir a origem e a qualidade dos produtos industrializados vendidos como orgânicos, existe na legislação brasileira o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica – SISORG, no qual o Ministério da Agricultura é responsável por credenciar e fiscalizar as entidades que verificam se os produtos orgânicos que vão para o mercado estão seguindo as normas oficiais. Diversas marcas do país já comercializam bebidas, biscoitos, geleias, cafés, grãos e muitos outros produtos que levam o selo “Produto Orgânico Brasil”, o que garante a procedência dos ingredientes utilizados.

 

As vantagens dos produtos orgânicos vão além do meio ambiente. Geralmente mais aromáticos e saborosos, os legumes, frutas, vegetais e temperos cultivados dessa maneira, deixam as receitas ainda mais gostosas. Procure saber os locais em sua cidade onde esses alimentos são comercializados e experimente.

Compostagem transforma resíduos em adubo orgânico

A compostagem é um processo biológico de decomposição, que transforma matéria orgânica – restos de origem vegetal ou animal – em uma mistura rica, que pode ser usada como adubo. Ou seja, as sobras de comida, podas de árvore, serragem, palha e muitos outros materiais orgânicos têm potencial para reaproveitamento, enriquecendo o solo em que serão cultivadas novas plantas.

O processo de compostagem é muito vantajoso, já que a matéria orgânica possui diferentes tipos de minerais. Quanto maior a variedade de materiais utilizados, também será grande a variedade de micro-organismos atuantes no solo. Outras vantagens desse tipo de reciclagem são a redução da contaminação e poluição ambiental e diminuição do lixo destinado a aterros sanitários.

Como fazer uma compostagem

É possível fazer uma compostagem até mesmo em locais onde não há um jardim. Você só precisa de uma caixa de plástico para acomodar os resíduos e alguns outros materiais. Veja abaixo a lista:

  •  Caixa de plástico
  •  Terra seca
  •  Resíduos orgânicos
  •  Estrume
  •  Borra de café

Para produzir o composto, o primeiro passo é fazer furos na caixa plástica. Depois disso, pique os resíduos orgânicos (este procedimento acelera a decomposição). Comece a montagem da composteira colocando um pouco de terra seca no fundo da caixa. Em seguida, coloque uma camada dos resíduos orgânicos. O terceiro passo é colocar o estrume, que fornece micro-organismos para a decomposição dos materiais. Para finalizar, coloque a borra de café, que evitará o aparecimento de mau cheiro e animais ou insetos. Feche a caixa e abra a cada três dias para revirar a terra. Após aproximadamente 2 meses, o composto obtido será ideal para adubar suas plantas. Clique e confira o resultado em vídeo.

 

Dia Nacional dos Recursos Naturais Renováveis

No dia 22 de fevereiro é comemorado o Dia do IBAMA e Dia Nacional dos Recursos Naturais Renováveis. O órgão foi criado em 1988, a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988, que dedicou um capítulo inteiro para as questões do meio ambiente no Brasil e divide a responsabilidade pela preservação e conservação entre governo e sociedade.

A partir da criação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), 4 órgãos governamentais ligados ao meio ambiente foram fundidos: a Secretaria Especial do Meio Ambiente, a Superintendência da Borracha, a Superintendência do Desenvolvimento da Pesca e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal. O IBAMA passou a ser o único órgão responsável pela gestão ambiental no país, tendo entre suas atribuições formular, coordenar, executar e fazer executar a política nacional do meio ambiente e da preservação, conservação e uso racional, fiscalização, controle e manutenção dos recursos naturais renováveis.

Os recursos naturais renováveis são aqueles que podem ser repostos pelo homem ou pela natureza após sua extração, como água, ventos, sol e ondas do mar. Mesmo que esses recursos sejam produzidos pela natureza e praticamente infinitos, é preciso utilizá-los de maneira sustentável para que não se tornem escassos. Para a plena manutenção do potencial energético que a natureza oferece, o homem precisa ter consciência de que ações indiscriminadas e sem planejamento a longo prazo são armadilhas de consumo. Conservar os recursos já disponíveis é a melhor maneira de garantir que as próximas gerações possam usufruir de todo o potencial e beleza que o meio ambiente oferece e que o homem necessita.

Ajude na conservação do ambiente durante suas férias

Aproveitar o período de férias na praia é uma delícia. Poder curtir o mar, o sol e o entardecer a beira-mar é um privilégio para muitas pessoas que trabalharam pesado durante o ano. Mas para que os dias de descanso não se tornem dias de estresse é preciso respeitar a natureza e todas as belezas que ela proporciona. Já imaginou que ruim chegar na praia e encontrar a areia cheia de lixo abandonado por pessoas mal educadas?

Para evitar transtornos com os resíduos gerados, especialmente em praias com menos infraestrutura, leve sempre com você uma sacolinha para o lixo. Todas as sobras do que consumido, inclusive as embalagens, devem ser acondicionas de maneira correta para evitar que a praia se torne um local intransitável por causa dos dejetos na areia. Outra dica para quem vai passar uma temporada em algum balneário, longe de sua casa na cidade, é checar a coleta seletiva na praia onde você ficará hospedado. A separação dos materiais recicláveis é uma atitude que deve ser levada para a vida e não pode tirar férias com você. Caso não haja a coleta, informe-se sobre coletores de lixo informais (catadores) ou locais de coleta e combine a melhor forma para destinar o material corretamente.

Outra atitude indispensável, caso você esteja reformando sua casa na praia, é contratar uma caçamba de entulhos. Deixar os restos de sua obra na rua ou na calçada não é legal pra ninguém e em muitas cidades é contra a lei. Consulte a legislação local e saiba o que fazer com aquilo que não terá mais utilidade na sua casa.

Gestos simples e que são comuns no seu dia a dia precisam se manter mesmo durante as férias. Aproveite os momentos de tempo livre e conheça os parques, lagoas, cachoeiras e praias de sua cidade. A natureza proporciona espetáculos diários que podem e devem ser apreciados. Respeite o meio ambiente, e caso você ainda não pratique atos de preservação das belezas naturais, essa é uma ótima oportunidade para começar. :)

Torne sua casa um ambiente mais sustentável

A construção civil é um dos setores que mais tem crescido no Brasil nos últimos anos. A demanda por novos empreendimentos é grande e, por isso, a preocupação com o meio ambiente também deve ser. Em alguns anos, imóveis que não possuam alguns princípios básicos de sustentabilidade não serão tão valorizados quanto outros que tratam o assunto como indispensável. As vantagens de construir de maneira mais amigável ao meio ambiente ultrapassam os benefícios ecológicos, já que a sustentabilidade da obra permite a redução dos custos com contas fixas, manutenção e construção. Conheça algumas técnicas construtivas e atitudes que você pode realizar para ter uma residência mais sustentável.

Tijolo ecológico: este tipo de tijolo é assim chamado por não passar pelo processo de queima em sua fabricação. Entre as vantagens da utilização deste material estão a economia de materiais como cimento, areia para massa e reboco, ferragem, pintura, acabamento e mão de obra, pois a obra é realizada no sistema modular.

Wood Frame: este sistema construtivo consiste em levantar as paredes sob uma estrutura de madeira (geralmente Pinus, proveniente de áreas de reflorestamento). Após a montagem da estrutura, placas de OSB são encaixadas dando origem às paredes. O OSB é um painel estrutural produzido a partir de tiras de madeira de reflorestamento e possui alta resistência físico-mecânica.

Telhado verde: ter um telhado verde em casa traz vantagens para os moradores e para o meio ambiente. As plantas no telhado ajudam a reduzir a a poluição ambiental das grandes cidades, além de trazer conforto térmico na parte interna do imóvel. Para saber como ter um telhado verde em sua casa clique aqui.

Reaproveitamento de água: Nada mais sustentável do que aproveitar um recurso natural para suprir necessidades básicas de uma residência. A água captada através deste sistema não é potável para o consumo, mas pode ser usada em descargas ou para regar plantas, limpar áreas internas e externas, além de lavar roupas. A distribuição da água para áreas específicas da casa exige uma tubulação especial, que deve ser projetada antes da construção do imóvel.

Aquecimento solar: A água de toda a sua casa pode ser aquecida com o uso da energia solar. A tecnologia para a implementação da técnica já é dominada no Brasil, e, inclusive, algumas casas do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, já são entregues com as placas para o aquecimento da água. As placas com os cilindros de armazenagem da água ficam posicionados no telhado da residência e através de uma tubulação especial chegam até os chuveiros e torneiras. Entenda melhor clicando aqui.

Reciclagem: Item básico para uma casa sustentável. Separar os resíduos é o mínimo que se pode fazer para ajudar o meio ambiente. Materiais como plástico, alumínio, vidro e papel podem ser reciclados por indústrias e transformados em matéria-prima para dar origem a outros produtos. Tenha em sua casa uma lixeira para matéria orgânica e outra para os resíduos seco. Não esqueça também que óleo de cozinha e pilhas e baterias não devem ser descartados no ralo e no lixo comum.

Consumo consciente: Prestar atenção nas coisas que se consome é princípio básico para uma economia sustentável. Antes de comprar alimentos, roupas, acessórios, cosméticos e até mesmo eletrodomésticos e portáteis é importante se perguntar: você realmente precisa deste produto? Essa atitude evita o desperdício e a produção exagerada de lixo. E não esqueça de levar sua ecobag sempre que for às compras.

As melhores cidades para utilizar bicicletas

Recentemente a Espanha se juntou ao grupo de países europeus onde o número de bicicletas vendidas superou o de carros comercializados. Em toda a União Europeia, apenas 2 países vendem mais carros do que bicicletas: Bélgica e Luxemburgo. Os dados revelam uma tendência na busca por um estilo de vida mais saudável, barato e sustentável nesses locais, onde a estrutura para o uso desse tipo de veículo segue em expansão. Uma pesquisa da Copenhagenize, consultoria de planejamento e marketing especializada em assuntos relacionados ao transporte sobre duas rodas, listou as 19 melhores cidades do mundo para andar de bicicleta, de acordo com critérios como infraestrutura, amparo legal, programas de aluguel, sensação de segurança por parte dos ciclistas em relação aos demais modais de transporte, entre outros fatores. Na lista das 19 cidades mais bike friendly, que você vê abaixo, 15 estão na Europa. Do Brasil, apenas o Rio de Janeiro figura a lista. Confira.

1. Amsterdã, Holanda. A cidade é referência quando o assunto é trafegar de bicicleta. Suas ruas são todas adaptadas para a circulação de bikes, com ciclovias, corredores compartilhados, postos de aluguel e de guarda e até sinais especiais. Para ter uma ideia, 50% da população usa bicicleta como meio de transporte e o principal problema citado é a grande quantidade de bicicletas no centro da cidade.

2. Copenhague, Dinamarca. Na cidade, 50% da população usa a bicicleta como meio de transporte. Os moradores vão ao trabalho, à escola e até mesmo a bares utilizando bicicleta. A infraestrutura bem projetada é o diferencial do local, que busca a adaptação de ônibus, metrôs e outros meios de transporte para as bikes.

3. Utrech, Holanda. A 4ª maior cidade da Holanda também é exemplo no transporte sobre duas rodas. Cerca de 30% dos deslocamentos na cidade são feitos de bicicleta. De acordo com o relatório, o local é um exemplo para as pequenas cidades que desejam implementar a cultura da bicicleta.

4. Sevilha, Espanha. A cidade serve como exemplo de implementação de infraestrutura para o uso de bicicletas. Em 2006, apenas 0,5% do transporte era feito com as magrelas, que agora já representam 7% de participação.

5. Bordeaux, França. A cidade que é mais conhecida por seus vinhos, empata em 4º lugar com Sevilha no ranking das melhores cidades para andar de bicicleta. São mais de 200 km de vias na região central da cidade e cerca de 400 km nas periferias. As bikes correspondem a 10% dos meios de transporte do município.

6. Nantes, França. A cidade investe pesado em infraestrutura para bicicletas. Em 2009, um plano municipal foi implementado para ampliar as ciclovias. Serão cerca de 40 milhões de Euros investidos até 2014. A vontade política de mudar a realidade da cidade já resultou em quase 400 km de estrutura cicloviária.

7. Eindhoven, Holanda. Mais um município holandês na lista. O relatório coloca a cidade como uma das mais visionárias para circular com bicicletas. Uma das inovações é a Floating Roundabout, uma ponte estaiada de forma circular, criada especificamente para as magrelas.

8. Malmo, Suécia. O governo local prometeu um investimento de 47 milhões de euros para melhorar o tráfego de bikes na cidade. Uma das ações foi a criação de vias exclusivas para bicicletas e com nomes próprios, o que facilita a localização por GPS.

9. Berlim, Alemanha. Em Berlim, um dos pontos que contribui para o uso da bicicleta é a geografia da cidade, que é plana. Cerca de 13% da população utiliza a bicicleta como meio de transporte, o que é bastante significativo em relação ao tamanho da capital. Em alguns bairros o percentual pode chegar a 20% e 25%.

10. Dublin, Irlanda. Dublin registra um dos melhores programas de aluguel de bicicletas da Europa. Criado em 2010, mais de 2,5 milhões de alugueis já foram efetuados. Cerca de 10% da população usa a bike como principal meio de transporte, e o principal desafio agora é expandir os projetos de infraestrutura cicloviária para toda a cidade, que enfrenta uma crescente urbanização.

11. Tóquio, Japão. A maior cidade a figurar na lista tem um surpreendente sistema subterrâneo de estacionamento de bicicletas, que traz a tona a bike em apenas 30 segundos. Em Tóquio, para onde quer que se olhe as bicicletas estão presentes. Um exemplo de como os tipos de transporte podem se integrar e cooperar para o bem do trânsito.

12. Munique, Alemanha. A cidade tem alto investimento para estimular o uso de bicicletas por sua população. Cerca de 20% das pessoas já usam a bike como veículo de transporte diário. A infraestutura da cidade favorece o uso das magrelas: são cerca de 1200 km de faixas exclusivas.

13. Montreal, Canadá. Uma curiosidade a respeito do uso de bicicletas na cidade é que em Montreal as pessoas usam a bike também como transporte para a vida noturna. Com ciclovias que datam de 1980, a cidade foi a primeira da América do Norte a adotar um sistema público de aluguel de bikes. São mais de 5 mil veículos espalhados pela cidade.

14. Nagoia, Japão. No Japão, as bicicletas já fazem parte da cultura local, seja em centros urbanos ou em áreas rurais. Os moradores de Nagoia foram os primeiros a ser beneficiados com faixas exclusivas totalmente protegidas nas ruas mais movimentadas.

15. Rio de Janeiro, Brasil. A única cidade da América do Sul a fazer parte da lista tem uma modesta rede de ciclovias e alugueis de bike, mas com grande potencial para se expandir. O relatório destaca que em virtude dos grandes eventos esportivos, o Rio está em um momento propício para se tornar uma cidade amiga dos ciclistas.

16. Barcelona, Espanha. A cidade está amparada por uma ciclovia que rodeia toda a área metropolitana chamada Anel Verde. Desde 2007 há disponível para os moradores o sistema de aluguel de bicicletas e, hoje, 4% da população já utiliza a bike como meio de transporte diário. Apesar da vanguarda, a cidade ainda tem muito o que melhorar, de acordo com o relatório. São necessárias políticas públicas para a expansão das vias.

17. Budapeste, Hungria. A estrutura cicloviária não é muito abrangente na cidade, mas a prefeitura se empenha para criar uma rede que respeite os ciclistas. O órgão público organiza passeios comunitários que chegam a mobilizar até 80 mil pessoas.

18. Paris, França. Mais uma cidade onde as bicicletas fazem parte também do transporte para a vida noturna. Com um programa de aluguel de bikes disponível desde 2007, a cidade serviu de inspiração para Nova Iorque e Londres implementarem a bike como parte de seus programas de desenvolvimento sustentável.

19. Hamburgo, Alemanha. O uso da bicicleta tem atraído cada vez mais pessoas na cidade. O planejamento urbano já está sendo pensado de forma a entregar uma infraestrutura à altura da demanda, com faixas exclusivas e campanhas de educação no trânsito.

Jardins de diferentes estilos transformam natureza em arte

Os espaços verdes, cobertos de vegetação, são muito importantes para o meio ambiente. Parques e jardins têm a capacidade de absorver água da chuva, proporcionar sombra, refrescar e ser um espaço de convivência para os moradores do local onde estão instalados. Além disso, existem diversos tipos de jardins que encantam os olhos com seus arranjos e caminhos milimetricamente calculados. É o caso do jardim inglês, do francês e de outros mais. Conheça as características de cada um.

Jardim japonês: um local para ter paz e deixar a espiritualidade vir a tona. Os jardins japoneses são um espaço para contemplar a vida. O paisagismo é amplamente cultivado na cultura japonesa, pois é considerada uma das mais elevadas formas de arte.Por meio desse jardim é possível expressar a essência da natureza em um limitado espaço de forma harmoniosa com a paisagem local.

Jardim tropical: a essência aqui é a descontração. O jardim tropical possui espécies de plantas de variadas cores e formas orgânicas, com caminhos naturais. Criado por Roberto Burle Marx, sua principal característica é a utilização de espécies de regiões tropicais e subtropicais. São os preferidos de aves e insetos coloridos, o que o torna ainda mais bonito.

Jardim italiano: nesse tipo de jardim o elemento água é fundamental para integrar o espaço. O uso de fontes, estátuas, plantas frutíferas e flores completam o ambiente, que fica ainda mais bonito na primavera. Um local de contemplação também não pode faltar, para observar a beleza e o frescor do espaço.

Jardim inglês: considerado uma quebra de padrões comparado a outros jardins, o jardim inglês preza pelas formas naturais, mais curvas e arredondadas. Gramados extensos, relevos e lagos fazem parte deste estilo, que é bastante utilizado em parques e espaços grandiosos. Árvores de grande porte, que se caracterizam por sua sombra são bem vindas nestes locais.

Jardim francês: as formas geométricas e a simetria perfeita são as principais características desse jardim. Também chamado de jardim clássico, o jardim francês tem caminhos largos e arbustos bem definidos. Alguns elementos, como lagos, bancos, colunas e esculturas, podem fazer parte desse estilo, mas precisam estar totalmente integrados ao ambiente.