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5 filmes que superaram as obras nas quais foram inspirados

Viver em sociedade é aprender a respeitar as diferenças. Seja no futebol, na política ou no dia a dia, conviver em equilíbrio é – como diz aquele famoso ditado popular americano – “concordar em discordar”. Mas existem algumas situações quando parece que todas as opiniões do mundo combinam perfeitamente em harmonia: Freddie Mercury era um cantor incrível, entrar no mar aos poucos é sempre pior do que se jogar de uma vez e os filmes inspirados em livros nunca são tão bons quanto a obra original.

Será?

A verdade é que nós mesmos já afirmamos isso nas nossas redes sociais mais de uma vez. Essa sensação ocorre, em grande parte, porque os livros trabalham com a nossa imaginação e, diferentemente do que acontece na telinha, a nossa imaginação não tem limites. Contudo, percebemos que precisamos nos retratar. Existem exceções à regra que vale a pena você conhecer. Confira algumas sugestões abaixo!

1. O Poderoso Chefão

Já começamos em grande estilo, não acha? A trilogia de “O Poderoso Chefão” é considerada uma obra prima do cinema. Mario Puzo, autor do livro homônimo que deu origem aos filmes, escreveu personagens memoráveis – é verdade. Contudo, foi nas mãos de Francis Ford Coppola que eles tomaram vida. Para críticos, o livro dedica muitas páginas a subtramas desnecessárias, tornando a leitura um pouco cansativa. Com o roteiro mais limpo e conciso, somado ao belo trabalho realizado pelo compositor Nino Rota e o casting poderoso (especialmente a escalação do experiente Marlon Brando como Don Vito Corleone), a obra conseguiu alavancar a história de Puzo a um novo patamar, tornando-se um dos filmes mais famosos de todos os tempos.

2. Laranja Mecânica

Baseado no livro de Anthony Burgess, o filme de Stanley Kubrick segue as características citadas na obra anterior. O livro de Burgess, assim como o de Puzo, é bom. Contudo, por meio da visão artística do diretor, a narrativa se torna genial. Kubrick adaptou a obra com bastante fidelidade – menos o último capítulo, quando Alex (o protagonista) sente uma súbita necessidade de mudar a sua vida. Ao que contam, essa diferença do papel para a telinha aconteceu por acidente e Kubrick teria recebido uma edição do livro sem a última parte. Será? Enfim, de propósito ou não, críticos concordam que, ao finalizar o filme da forma como foi, o diretor criou um dos maiores clássicos disruptivos da história do cinema.

3. O Curioso Caso de Benjamin Button

Criada por F. Scott Fitzgerald (autor de “O Grande Gatsby”, livro o qual já recomendamos anteriormente), a obra conta a história de um homem que nasce velho e rejuvenesce com o passar do tempo. Nela, Benjamim é um homem bem menos romântico e maduro que o personagem estrelado por Brad Pitt e a personagem de Cate Blanchett, Daisy, não existe. A única figura feminina na vida do protagonista é Hildegard – uma mulher que se atrai pela idade avançada de Benjamim, mas perde o interesse à medida que ele se torna mais jovem. Diferentemente do longa, a passagem das etapas de vida do personagem principal é retratada de forma mais estereotipada e superficial, sem a dramaticidade empregada pelos atores e diretores. Ou seja: ponto para o filme!

4. Clube da Luta

Diferentemente do primeiro da lista, aqui o problema não é enrolação. Muito pelo contrário! Com apenas 272 páginas – existem TCCs e artigos científicos mais longos que isso – o livro de Chuck Palahniuk falha em dar espaço para o desenvolvimento dos seus personagens. Diferentemente do filme de David Fincher, a obra original não consegue apresentar as minúcias da relação entre o excêntrico Tyler Durden e Marla Singer, deixando muito a desejar na formação do clímax da história. Além disso, as atuações de Brad Pitt e Edward Norton também contribuem para dar mais credibilidade à narrativa sobre conflito, violência e rebeldia contra o sistema.

5. Forrest Gump

Se você nem sabia que Forrest Gump era um livro, não se preocupe. Isso não é motivo para se envergonhar. A obra só começou a ser conhecida pelo grande público após o lançamento do filme, em 1994. Desde então, ela já vendeu mais de 1,7 milhão de cópias em todo o mundo, enquanto o longa recebeu seis estatuetas do Oscar pela adaptação. Por meio do trabalho do diretor Robert Zemeckis, Tom Hanks conseguiu transformar o inocente contador de histórias em um ícone do cinema americano, encantando os corações de milhares de espectadores como nós (e muito provavelmente você também). Contudo, na obra original, Forrest passa por uma série de situações – no mínimo – inusitadas, o que acaba fazendo com que o leitor não se sinta tão identificado com o personagem do livro como no do filme. Quer um exemplo? No livro, Forrest viaja para um planeta distante onde faz amizade com uma primata alienígena chamada Sue. Dá pra imaginar?

E aí, concorda? Lembra de algum outro filme que é melhor que o livro que o inspirou? Conta pra gente nos comentários! ;-)

5 dicas para se tornar um leitor melhor

Lembre-se da sua primeira aula de história do ensino médio. Naquela época, o seu professor provavelmente desenhou uma linha no quadro, separando-a com cinco risquinhos. Esse desenho era a Linha do Tempo da humanidade e o primeiro risquinho era a invenção da escrita – fenômeno que marcou o fim da pré-história.

Você pode estar se perguntando: por que esse acontecimento era tão importante? Aquele mesmo professor que desenhou a linha deve ter sinalizado que, graças à escrita, os nossos antepassados puderam transmitir conhecimentos e informações uns aos outros, sem interferência do temido “telefone sem fio”.

Hoje, centenas de milhares de anos depois, escrever virou profissão e ler se tornou hobbie. O mercado literário brasileiro, por exemplo, é avaliado em R$5,4 bilhões pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e atende as necessidades de mais de 88 milhões de amantes da leitura – um número que representa metade da população brasileira.

Ler, nesse sentido, é mais que um momento de busca de informações ou de lazer. Para muitos a leitura é a única forma de conhecer outras regiões e culturas, sejam elas reais (como o famoso O Código Da Vinci) ou não (como a trilogia do Senhor dos Anéis). Algumas vezes, essas histórias se passam em um futuro distante (Admirável Mundo Novo). Outras, em um ou mais planetas estranhos (O Guia do Mochileiro das Galáxias). Mas, qualquer que seja o destino, o que importa é que ler pode ser uma ação muito mais íntima do que assistir um filme, pois os livros trabalham com a nossa imaginação e, diferentemente do que acontece na telinha, a nossa imaginação não tem limites.

Aliás, Se você tem entre 20 e 30 anos, temos uma lista de livros incríveis que você precisa conhecer.

Falando em termos mais práticos, o hábito da leitura fortalece as habilidades gramaticais do indivíduo, trazendo mais riqueza para o seu vocabulário. Dessa forma, o bom leitor tem mais capacidade de manter uma boa conversa, fazer negociações bem sucedidas e crescer profissionalmente. Por isso, se você gosta de ler mas sente alguma dificuldade em fazer da leitura uma rotina, não se preocupe. Talvez com as nossas dicas você consiga melhorar a sua habilidade com os livros. Confira:

1. Pratique, pratique e pratique

Estamos falando de leitura e, por isso, o primeiro passo não poderia ser outro senão começar a ler, certo? Portanto, tenha sempre um livro a seu alcance. Já imaginou aproveitar os momentos de espera diários para aprimorar sua leitura? Seja no ônibus, na fila do banco, nos intervalos do trabalho ou dos estudos, você pode sempre ter um livro consigo, tornando esse tempo muito mais divertido e proveitoso. Pode até parecer pouco, mas garantimos que, quando você menos esperar, estará lendo três a quatro livros por mês.

2. Cuidado para não enjoar

Você já deve ter ouvido falar que tudo de mais faz mal, certo? Na leitura essa máxima também pode ser verdade. Se você gosta, por exemplo, de romances, não é recomendável entrar de cabeça apenas nesse gênero ou você corre o risco de cansar a mente. Ler somente um tipo de história enjoa qualquer um, por isso é importante abrir os horizontes. Quanto mais você se envolver com assuntos diferentes, mais terá facilidade para ler no futuro.

3. Interaja

Ler pode ser muito mais do que folhear um livro do início ao fim. Um bom leitor se envolve com a história, aproveitando-a ao máximo. Faça anotações, procure palavras no dicionário, busque conhecer o contexto histórico em que a narrativa se passa, grife as partes mais interessantes e anote as suas dúvidas. Se tiver a chance, debata-o com amigos e familiares. Cada pessoa tem uma visão própria de uma história, por isso compartilhar ideias pode agregar ainda mais conhecimento para a sua vida.

4. Leia com os olhos, não com os lábios

Algumas pessoas têm o hábito de ler em voz alta. Outras, de movimentar os lábios enquanto passam os olhos pelas linhas de um livro. Se você se identifica com esses costumes ou conhece alguém que o faz, cuidado. Ler somente com os olhos pode até parecer um desafio, mas ao fazê-lo você acaba exercitando mais a sua mente e a sua concentração. Além disso, recitar as palavras pode atrapalhar as pessoas ao seu redor, limitando e muito os lugares em que você pode fazer a sua leitura diária.

5. Comprometa-se

É bem provável que você já tenha escutado alguém dizer: “O livro ‘X’? Quase desisti. Ele só fica bom depois da metade”. Isso ocorre, especialmente, se o livro for um clássico da literatura. Por ter a linguagem mais rebuscada, muitas pessoas perdem a chance de conhecer histórias maravilhosas que servem de referência para inúmeros filmes, séries e outros livros famosos de hoje. Então, que tal lançar um desafio pra si mesmo? Evite abandonar um livro antes de um número razoável de páginas. Quer uma sugestão? Que tal começar com 50? Assim você consegue dar tempo para que a história se desenrole o suficiente para prender a sua atenção – ou não.

Ler pode ser muito prazeroso, mas você precisa estar aberto para isso. Faça um teste, siga as nossas dicas por um ou dois meses e confira o resultado. Acredite: você irá ficar tão apaixonado pelo mundo literário quanto a gente!

7 livros que todo mundo deveria ler aos 20 e poucos anos

Imagine a seguinte situação: você chega em casa após um típico dia de semana, senta-se no sofá e pensa “agora é hora de descansar”. Na mesa de centro à sua frente, você observa o controle da sua televisão, o seu celular vibrando com notificações e um livro.

Qual seria a sua primeira opção de lazer?

Se você pensou no livro, parabéns! Provavelmente, essa não seria a primeira escolha da grande maioria – o que é uma pena.

Bons livros possibilitam nos transportar para outras épocas, permitem que conheçamos outros costumes e que sonhemos com o futuro. Mas, a função mais importante que um livro pode ter é nos fazer pensar de verdade. Sem elementos visuais e sem barulhos excessivos, tudo o que existe entre você e a obra é a sua imaginação e a sua própria interpretação. Convenhamos: é só isso que você realmente precisa.

Portanto, se você tem menos de 30 anos, aproveite para conhecer algumas obras clássicas (outras nem tanto) que transformarão sua forma de ver o mundo. Se você já passou dessa idade e ainda não leu uma dessas obras, não se preocupe. Você também pode aproveitar as sugestões de leitura.

Lançado na década de 50, o livro descreve a história de um governo totalitário que proíbe qualquer tipo de material de leitura a seus cidadãos, visando limitar o seu poder intelectual ao mínimo necessário. Na obra, toda a comunicação é controlada e a única forma de consumir informação é por meio de canais de TV patrocinados pelo Estado.

1984, de George Orwell

No mesmo estilo do livro anterior, “1984” denunciou os perigos do totalitarismo e se tornou um dos romances mais influentes do século XX. Na história, não existe o conceito de liberdade ou privacidade. Todas as pessoas estão sob vigilância incessante do “Big Brother” – em português, “Grande Irmão” – que observa a tudo e a todos por meio de telas espalhadas pelas ruas das cidades. E aí, parece familiar?

Nem só de romances e ficções sobrevive a boa literatura. Stephen Hawking – um dos grandes nomes da teoria física da atualidade – prova que é possível fazer livros de divulgação científica de maneira interessante, envolvente e acessível para leigos em geral. Na obra, Hawking busca trazer respostas para alguns dos principais questionamentos da humanidade, como por exemplo, “qual a origem do universo?”.

Esta lista jamais estaria completa sem um representante nacional, não é mesmo? Melhor ainda que esse representante seja um livro de peso como “K.”.

Aclamado pela crítica, a obra narra a história de um pai em busca da filha que desapareceu durante a ditadura militar, situação bastante familiar para inúmeros pais e mães brasileiros ainda hoje. Mais do que apenas um livro, “K.” serve como um lembrete de um dos capítulos mais terríveis da história do Brasil, um período que todo jovem deveria conhecer.

Eleito um dos maiores romances da língua inglesa até o momento, o livro retrata a sociedade nova-iorquina durante os anos 20, época conhecida como a “Era do Jazz”. Com escrita envolvente, Fitzgerald apresenta uma crítica social à futilidade exagerada por trás do “sonho americano” de uma maneira que – quase 100 anos depois – sua obra continua a fazer grande sucesso.

A fórmula é infalível: um jovem solitário, um professor interessado em incentivar a criatividade dos seus alunos e dois novos amigos de moral (levemente) duvidosa. Como poderia dar errado? O livro, publicado em 2007, apresenta as relações familiares e de amizade de uma maneira bastante real, transportando o leitor para a sua própria adolescência – fase de descobertas, emoções e, principalmente, muitas dúvidas.

Um bom livro para crianças? Sim. Um bom livro para adultos? Também. “O Pequeno Príncipe” é uma das obras mais adoradas em todo o mundo, o que a levou a conquistar o quarto lugar na lista de livros mais vendidos de todos os tempos. Para os críticos, o que mais chama a atenção é a capacidade de que a história tem de emocionar leitores de todas as idades, trazendo um novo olhar – mais puro e ingênuo – sobre a vida.

E você, qual livro recomenda? Escreva nos comentários.

3 histórias para inspirar sua carreira

Vivenciar histórias através das páginas de um livro pode ser crucial na formação de um profissional. Quanto maior o repertório e domínio de assuntos diversos mais adaptada estará a mente em encontrar soluções criativas para o dia a dia.  Assim, é importante utilizar a leitura como ferramenta para compreender a experiência de outras pessoas.

Pensando nisso o Senac escolheu 3 livros que transmitem lições práticas para a vida:

Criatividade S.A.

Acompanhe os relatos de Ed Catmull, presidente da Pixar e da Disney Animation, na evolução da animação 3D. O livro retrata o desenvolvimento da cultura criativa singular da Pixar e traz os bastidores de algumas de suas célebres produções, o que mostra na prática como a empresa conseguiu estar sempre a frente. As dicas vão além da criatividade e são uma verdadeira aula de trabalho em equipe para fortalecer qualquer empresa.

Sempre em movimento – Uma vida

Oliver Sacks se despediu dessa vida em agosto e deixou o registro de suas contribuições para a neurociência. Em sua autobiografia trata o leitor como um confidente e percorre a história de seus 82 anos de vida com um espírito aventureiro. A narrativa abrange a carreira médica, científica e de escritor. Com diversos best sellers publicados, o autor faz um retrato de sua vida mostrando seus conflitos internos, conta seus altos e baixos e mostra a trajetória de alguém que quis viver e conhecer o mundo intensamente. O renomado professor é um verdadeiro exemplo da vontade e desejo de aprender.

A Menina do Vale

Anote as dicas de Bel Pesce, brasileira que estudou no MIT e trabalhou em empresas como Google e Microsoft. No livro ela conta sua experiência e de que maneira empreender para tornar os desejos possíveis. Ideal para todos aqueles que sonham em crescer e alavancar suas carreiras. O livro tem uma versão online e gratuita que você pode conferir aqui.

Então, o que achou das histórias desses profissionais que marcaram o mundo? Você também pode fazer o mesmo, e os Cursos de Pós-Graduação do Senac podem ser o primeiro passo dessa longa trajetória.

Livro ou e-reader: qual deles leva a melhor?

Quem não gosta de um bom livro? Eles são fontes de ensino, inspiração e diversão, sempre úteis para transmitir a história do homem. Mas, com o passar das gerações, seu formato sofreu diversas mudanças. Dos textos manuscritos aos livros impressos, avançamos até os formatos digitais, dando origem aos e-books.

Há quem encare o formato digital e a leitura com os e-readers como o próximo passo da evolução dos livros tradicionais. Contudo, essa perspectiva encontra resistência e seus defensores possuem uma forte argumentação. O Senac quer participar da discussão e para isso mostra as vantagens de ambos os lados, reforçando o espaço das duas abordagens.

Vantagens dos livros impressos

  • As sensações específicas que apenas os livros transmitem, como o toque e o cheiro que vem ao abrir e folhear as páginas. O aroma de um livro novo é um verdadeiro perfume;
  • O convite sempre presente a leitura ao ver um livro sobre a mesa;
  • Desfrutar um momento totalmente analógico, desconectando das tecnologias;
  • Considerados melhores para a concentração;
  • Ideais e especiais para dar de presente;
  • Não necessitam de recarga ou tomada. Viajar com eles é certeza de sempre estar em boa companhia;
  • Ótima opção para deixar os ambientes mais agradáveis, bonitos e convidativos;
  • Você pode abrir um livro em qualquer lugar e se sentir seguro.

Vantagens dos e-readers

  • Muito conteúdo gratuito na rede;
  • Biblioteca digital onde todos os seus livros ficam em um único lugar e espaço;
  • Acesso instantâneo seja na compra ou no download de arquivos;
  • Mobilidade e menor peso;
  • Modelos de leitores para todos os gostos e estilos – Kindle na categoria e-redears, tablets como o Ipad cumprem também essa função e até mesmo alguns modelos de smartphones;
  • Livros internacionais e aprofundamento em línguas estrangeiras graças aos dicionários que acompanham;
  • Facilidade de marcar a página, destacar e comentar partes do texto;
  • Opções de customização: tamanho e tipo de fonte, espaçamento entre linhas, cor de fonte e fundo;
  • Textos com hiperlinks levando para outros materiais;
  • Modelos com telas que imitam o papel e não tem iluminação como o Kindle (para aqueles que reclamam do brilho da tela).

A questão que fica é identificar o tipo de experiência que você quer ter na leitura. Assim, analise os diferenciais de cada formato e veja quais deles se adequam aos seus desejos e anseios. Afinal o importante é nunca parar de ler, mantendo a mente ativa e abastecida com novas ideias.

Conta pra gente qual formato você prefere? Até a próxima ;-)

Escolha o seu livro para as férias

O fim do semestre se aproxima e, depois dos trabalhos e provas, chegam as férias de julho. Você já sabe como irá aproveitá-las? Ler bons livros pode ajudá-lo a relaxar, aprender mais e estimular a criatividade.
Confira a seleção especial que preparamos e aproveite o merecido descanso!

Romance
No último mês, A Culpa é das Estrelas  foi – e continua sendo – o foco do público nas livrarias e nos cinemas. O livro escrito por John Green está na lista dos mais vendidos da revista Veja e conta a história de Hazel e Augustus. Os dois adolescentes diagnosticados com câncer se conhecem em um grupo de apoio, vivem o primeiro amor e lutam diariamente para sobreviver. A história é bonita, emocionante e tem muitas reviravoltas.
Ps.: Preparem os lencinhos.

Aventura
Se você gosta de aventura, Harry Potter precisa estar na sua cabeceira. Na série composta por sete livros escritos por J.K. Rowling, os bruxos Harry, Rony e Hermione lutam contra as forças malignas de Lord Voldemort. A trama é composta por mistérios, seres fantásticos e magia. Também fala sobre coragem, amizade e a força do amor.

Criativo
Destrua Este Diário não é um livro comum. Ele realmente serve para ser “destruído”. Criado pela artista Keri Smith com o intuito de deixar de lado a perfeição e estimular a criatividade, os leitores podem rabiscar, rasgar, colar objetos, sujar o exemplar e fazer outras atividades diferentes.

Clássico
O Grande Gatsby é uma boa opção para quem gosta de clássicos. O livro de Scott Fitzgerald conta a história de amor entre Gatsby e Daisy nos anos 1920 – mais conhecidos como os “anos loucos”. Gatsby é um milionário excêntrico, lembrado pelas festas grandiosas que dá em sua mansão com o único propósito: rever Daisy, seu amor do passado. Porém, quando os dois se reencontram e tentam retomar a relação, tudo acontece de uma forma não planejada.

Confira uma lista de livros voltados a quem deseja empreender

Empreender é o sonho de muitos profissionais, mas nem sempre é fácil começar. Algumas vezes falta coragem, em outras é necessário buscar mais informações. Mas diversas questões podem ser esclarecidas a partir de bons livros. É muito comum que empresários de sucesso tenham autores que inspiraram suas carreiras.

Se você deseja investir no próprio negócio, confira abaixo sugestões de leituras interessantes para a área:

“De Onde Vêm as Boas Ideias”, de Steven Johnson

Para o autor, grandes ideias surgem em ambientes propícios e não resultam apenas de talentos individuais. No livro, ele explica quais são as características desses ambientes e quais processos estimulam a criatividade.

A Startup Enxuta”, de Eric Ries

Este livro indica o passo a passo de uma metodologia para criação de uma startup. Seguindo as dicas de Eric Ries, o empreendedor reduz as chances de fracasso do seu empreendimento.

“O maior vendedor do mundo”, de Og Mandino

Escrito em 1968 e considerado um dos grandes best sellers de todos os tempos, esse livro é indicado para quem busca motivação. A história conta como Hafid, um pobre guardador de camelos, consegue alcançar a riqueza.

“Pioneiros e Empreendedores: A Saga do Desenvolvimento no Brasil”, de Jacques Marcovitch

Quer conhecer casos de sucesso no empresariado brasileiro? Então procure por esse livro escrito por Jacques Marcovitch. São descritos histórias de nomes como Francisco Matarazzo, Ramos de Azevedo, Jorge Street, Julio Mesquita, família Prado, entre outros.

“Satisfação Garantida”, de Tony Hsieh

A  gigante americana Zappos é reconhecida, atualmente, como a empresa que tem o melhor relacionamento com o cliente do mundo. Conheça nesse livro a história de Tony Hsieh na construção dessa rede de sucesso.

“A Menina do Vale – Como o Empreendedorismo Pode Mudar Sua Vida”, de Bel Pesce

Conhecida como “menina do Vale”, Bel Pesce conta nesse livro como tem sido a sua trajetória como empreendedora e cita diversos cases de sucesso. Para ela, empreender é colocar a mão na massa e ter sempre como foco a busca de conhecimentos sobre como se constrói uma empresa.

Seis livros para quem ama tecnologia

A tecnologia da informação tem sido uma das áreas de maior crescimento de mercado nos últimos anos. Num mundo conectado e que tem a mobilidade como principal tendência, conhecer a história das pessoas que foram responsáveis por tornar isso possível é essencial. Seja para servir como inspiração no modo de agir ou para ser modelo de como não se comportar no mercado de trabalho.

Veja 6 livros que contam a trajetória de profissionais da área que fizeram história no mundo da tecnologia e também quais as principais tendências nesse segmento.

1. Nos bastidores da Apple – Adam Lashinsky. O autor retrata um Steve Jobs extremamente controlador no comando da Apple, decidindo desde a publicidade criada na empresa até os participantes de reuniões ultrassecretas.

2. Estou com sorte – Douglas Edwards. Ex-diretor de marketing do consumidor e gerenciamento de marca do Google entre 1999 e 2005, o autor conta no livro  detalhes do dia a dia da corporação.Ele viu de perto os hábitos de trabalho que levaram ao seu desenvolvimento gigantesco e de que maneira cada um dos problemas eram sempre vistos como solucionáveis.

3. Nos bastidores da Amazon  – Richard L. Brandt. O livro relata a história de como Jeff Bezos montou a Amazon, a maior multinacional de comércio eletrônico do mundo. Sem poder falar diretamente com o personagem mais importante do livro (que se negou a dar entrevistas a ele), Brandt foi atrás de empregados da Amazon, concorrentes e observadores para poder escrever sobre ele e sobre o impacto do empreendimento em outras empresas de varejo.

4. Steve Jobs –  Walter Isaacson. O jornalista Isaacson fez mais de 40 entrevistas com Steve Jobs, ao longo de dois anos, para escrever o livro. Além de entrevistas com mais de 100 familiares, amigos, adversários e concorrentes. Embora tenha cooperado com a obra, Jobs não fez nenhuma ressalva ao conteúdo e não estabeleceu nenhum limite ao entrevistador e aos entrevistados. Queria que todos falassem com franqueza. O motivo: queria que seus filhos o conhecessem. “Eu nem sempre estava presente, e queria que eles soubessem o porquê disso e entendessem o que fiz”, disse a Isaacson.

5. O Efeito Facebook – David Kirkpatrick. O livro conta a história da companhia na versão de Mark Zuckerberg. Para escrever o livro, Kirkpatrick permaneceu em contato com o fundador do Facebook durante um ano e meio, quando se encontraram seis vezes. O autor também tomou como base muitas entrevistas com diretores da empresa. Além do perfil de seu fundador, o autor explica alguns dos efeitos do Facebook pelo mundo, descrevendo as inovações que o fizeram ser um sucesso mundial, tendo papel fundamental na política, nos negócios, na mídia, em mobilizações sociais e na privacidade das pessoas.

6. O poder das multidões – Jeff Howe Crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo, soluções e até desenvolver novas tecnologias. São pessoas comuns, que usam seus momentos livres para cooperar. Exemplos do que pode gerar são o sistema operacional Linux e o navegador Firefox. O termo foi identificado pela primeira vez pelo jornalista e autor do livro “Crowdsourcing – Como o Poder da Multidão Impulsiona o Futuro dos Negócios”, Jeff Howe. Na obra, ele descreve o processo pelo qual o poder da multidão pode se aproveitado para realizar tarefas que antes eram de especialistas. No crowdsourcing, o que importa é a qualidade do trabalho e não o currículo. Howe apresenta as consequencias positivas e as negativas desse novo fenômeno através de exemplos reais, mostrando as implicações econômicas, culturais e políticas.

Fonte: Portal Revista Exame.