Tag: inovação

5 museus que você pode conhecer virtualmente

Todo bom apreciador de arte, mesmo que amador, já desejou viajar até o antigo continente para conhecer algumas das obras mais incríveis do mundo. Espalhados por toda a Europa, berço de grandes artistas como Van Gogh, René Magritte, Claude Monet, Sandro Botticelli, entre outros, encontram-se pequenos tesouros da história – pinturas e esculturas que representam a evolução estética da humanidade até os dias atuais.

Se você gosta de arte, mas não tem condições de percorrer a Europa toda atrás de cada obra famosa, não se preocupe. Existe uma forma bastante barata e moderna para ajudá-lo a completar o seu objetivo. Você não precisa mais ficar horas e horas na fila para conhecer a Monalisa de Leonardo Da Vinci, por exemplo. É só fazer um tour virtual para conhecer o Louvre no conforto da sua casa. Ficou interessado? Confira a nossa lista e conheça alguns dos principais museus do mundo pela tela do seu computador.

1. British Museum

Local: Londres, Inglaterra

Fundado em 1753, é um dos maiores e melhores museus da Inglaterra. O seu acervo é composto de dois milhões de objetos, alguns deles muito importantes para a história da Mesopotâmia, Egito e Grécia – como A Pedra Rosetta (a chave para o deciframento dos hieróglifos egípcios) e os Mármores Elgin (fragmentos do Parthenon de Atenas).

Clique aqui para fazer o tour virtual.

2. Musée d’Orsay

Local: Paris, França

Possui a maior coleção de obras impressionistas do planeta. No acervo, encontram-se pinturas, esculturas e fotografias feitas por mestres do impressionismo, pós-impressionismo e realismo, como Monet, Manet, Degas, Matisse, Cézanne, entre outros.

Clique aqui para fazer o tour virtual.

3. Kunsthistorischesmuseum

Local: Viena, Áustria

Kunsthistorischesmuseum, o Museu de História da Arte em Viena, é um dos mais antigos do mundo. Em seu acervo é possível encontrar desde tumbas egípcias a quadros de Rubens e Caravaggio. Um dos grandes destaques do local é a sala dedicada à Pieter Brueghel, o Velho – autor de obras como Os Caçadores na Neve, A Torre de Babel e O Casamento de Camponeses.

Clique aqui para fazer o tour virtual.

4. Galleria degli Uffizi

Local: Florença, Itália

É considerado o mais importante acervo de pinturas renascentistas do mundo. A coleção foi criada pela família mais influente de Florença entre os séculos XIV e XVI, os Medici, e contém obras incríveis como O Nascimento de Vênus e Primavera, do artista Sandro Botticelli.

Clique aqui para fazer o tour virtual.

5. Louvre

Local: Paris, França

É um dos museus mais famosos que existe. Possui mais de 35 mil obras em exibição – entre elas A Vênus de Milo, A Vitória de Samotracia e a famosa Monalisa, de Leonardo Da Vinci. Quer saber uma curiosidade? De acordo com a Revista Viagem, se um visitante ficasse 30 segundos em frente a cada peça exposta no museu levaria anos para completar todo o roteiro.

Clique aqui para fazer o tour virtual.

Visitar um museu é aprender um pouco mais sobre a nossa história. Em um mundo sem internet e televisão, eram os pintores que traduziam os acontecimentos do dia a dia nas imagens belíssimas que conhecemos hoje. Confira as exposições da nossa lista e comente: qual o museu que você mais gostou de visitar? Qual obra mais lhe chamou atenção? Você acha que aprendeu alguma coisa nova com esses tours virtuais?

Estamos curiosos para saber a sua opinião! :-)

Criatividade: habilidade natural ou fruto de muita prática?

“Procura-se: (insira a sua profissão aqui)”.

Assim começa o anúncio de uma vaga de emprego encontrada nos classificados online. Ao passar os olhos pelas especificações do perfil profissional, você lê uma frase que parece ser a solução para todos os problemas de uma empresa (e quem sabe do mundo): precisa ser criativo.

É bastante comum ouvir pessoas dizerem que não são criativas, afinal, criatividade é algo inato a grandes gênios como Steve Jobs, Andy Warhol ou Michael Jackson. Certo? Errado!

Criatividade não é algo que está no DNA. Para o professor Brad Hokanson, da Universidade de Minnesota, não são algumas ligações moleculares que resultam nas várias nuances da nossa personalidade, mas sim o meio em que vivemos. Ou seja, mesmo que você não tenha nascido em uma família de músicos, artistas, designers ou malabaristas de circo, nada o impede de desenvolver um pensamento mais criativo.

Mas, o que é criatividade?

Criatividade é criar algo novo. Simples assim. Esse “algo” não precisa, necessariamente, ser ligado à arte. Muitas vezes um programador ou gestor financeiro precisa ser bastante criativo para resolver os problemas do dia a dia. Você mesmo, caso tenha seguido um caminho diferente parar ir para casa hoje ou se começou a ler algum livro diferente, já começou a exercitar a sua imaginação.

Ser criativo é ser desafiado. Toda vez que uma pessoa opta por fazer algo diferente, sabendo que pode falhar em vez de seguir a rotina de sempre, ela está desenvolvendo o seu lado imaginativo. Fácil, não é mesmo? Então, chega de desculpas!

Você não precisa mais temer o estigma de “pouco criativo”. Para ajudá-lo a exercitar ainda mais esse novo jeito de pensar, reunimos algumas dicas para estimular seu cérebro. Confira:

Seja curioso!

1. Seja curioso

Busque novos conhecimentos, eles são o alimento da criatividade. Descobertas levam a novas informações e, consequentemente, ideias inéditas. Conheça outros lugares, leia muitos livros (já fizemos uma lista de sugestões aqui, lembra?) e assista a filmes além dos blockbusters que lotam as salas de cinema. Preencha o seu cérebro com referências variadas e, quando você menos esperar, a criatividade entrará em ação.

Ficar sozinho pode ser bem legal

 2. Ficar sozinho pode ser bem legal

Quem nunca teve uma ideia genial na calada da noite? Ou então no chuveiro pela manhã? Acredite, passar um tempo sozinho com os seus pensamentos pode ser tudo o que você precisa para acender a fagulha da criatividade que vive na sua cabeça.

Estar em grupo pode ser bem legal também

 2 e ½. Estar em grupo pode ser bem legal também

Cerque-se de pessoas criativas. Elas sempre têm alguma novidade para mostrar, seja ela uma nova música, um novo livro ou um novo local para o happy hour da semana. Assim como visto na primeira dica, essas pessoas também podem trazer ótimas referências para as suas ideias. E, falando em ideias…

Coloque as ideias no papel

 3. Coloque as ideias no papel

Há um ditado que diz: “a mente mente”. Sabe quando alguém fala alguma coisa e você decide não anotar, pois imagina que vai se lembrar depois? Então, quantas vezes você conseguiu se lembrar da informação de fato? O cérebro prega peças, portanto sempre escreva seus pensamentos, mesmo que não sejam tão criativos assim. Um dia eles poderão servir como inspiração para alguma coisa.

Pare de se importar com a opinião dos outros

4. Pare de se importar com a opinião alheia

A opinião mais importante – senão a única que deve ser levada em consideração – é a sua. Quantas vezes, quando criança, você ouviu que algo deveria ser feito de determinada forma? Que o sol tem que ser amarelo, o céu azul e a grama verde? Parece bobo, mas essas pequenas interferências podem ter influenciado a sua forma de ver o mundo, limitando o seu pensamento criativo. Contudo, veja pelo lado positivo: agora que você é um adulto consciente, ninguém pode acabar com a sua criatividade. Por isso, valorize suas ideias, por mais loucas que elas possam parecer.

Seja você mesmo

5. Seja você mesmo, sempre!

Não existe criatividade sem originalidade. Você é livre para se inspirar em todas as referências do mundo, mas jamais para copiar. Seja honesto consigo mesmo, a melhor fonte criativa de todas existe dentro de você.

O cérebro é um músculo que precisa de constante exercício para permanecer saudável. Por que não começar agora?

E, você? Tem alguma outra sugestão para exercitar a criatividade? Conte pra gente!

Criatividade – Parte 3

Chegamos ao nosso último artigo da série de publicações sobre o tema Criatividade. Caso tenha perdido as anteriores, confira Criatividade parte 1 e Criatividade parte 2. No texto abaixo, demonstraremos como o tema pode se enquadrar em diferentes perspectivas e, principalmente, qual é o fator determinante para o processo criativo.

Considere que são necessárias horas de investimento em ideias para atingir bons resultados. Lembre-se: o que vem à mente inicialmente cairá no senso comum, é a “primeira ideia”.  Por isso, ter tempo é tão importante. Isso garante flexibilidade e oportunidade para criar o novo. Não acredita? Confira o vídeo e veja um exemplo prático:

Em resumo, o vídeo explicita que o tempo dá oportunidade para que as pessoas e equipes consigam desenvolver a sua capacidade criativa. Ao buscar mais resultados em menor tempo, o comum e pouco inovador aparece. Como líder ou colaborador, proponha sempre um bom prazo de resposta. Saiba que um limite sempre deve existir, mas ele deve ser capaz de oportunizar o novo. Como o presidente da Pixar, Ed Catmull, no livro Criatividade S.A. disse:

“Acredito que uma boa liderança pode ajudar pessoas criativas a permanecer no caminho para a excelência, não importando o negócio que estão.”

Em todas as áreas com uma liderança adequada, a criatividade sempre pode ganhar destaque. Veja como ela pode se manifestar em diferentes negócios:

Estética: A professora Lucilaine Stein, dos cursos de estética do Senac Saúde e Beleza, vê a criatividade como uma forma de ajudar a encontrar soluções para os problemas e também no auxílio das dificuldades de aprendizagem dos alunos. Além disso, a busca pela beleza permite inovar ao testar e buscar novos padrões.

Marketing: Atender as necessidades do mercado, fugindo dos clichês e criar ideias surpreendentes com o objetivo de alcançar grandes resultados é o que todo profissional nesta área procura. A criatividade é extremamente útil no desenvolvimento de estratégias para aumento das vendas, promoção de um produto ou captação de uma base de prospects. Tudo isso influencia no ROI (return on investiment) do seu negócio.

Design: Conseguir inovar, fugir das linguagens repetitivas a ponto de se distinguir-se dos concorrentes em meio à sociedade saturada de informações em que vivemos é parte do cotiano deste profissional, assim o desenvolvimento de novas técnicas é frequente.

Comunicação: Saber usar técnicas como o humor, a literatura e o storytelling, por exemplo, para contar uma história, é algo eficaz no aumento do engajamento dos seus clientes com um conteúdo. É imprescindível despir-se de todo e qualquer preconceito e abrir bem os olhos para tudo o que acontece, já que qualquer coisa pode servir como referência.

TI: Para um programador, a criatividade se resume em resolver um grande problema, de uma forma simples, elegante e com poucas linhas. E não é tarefa fácil!

Gestão: O professor Rodrigo Lisboa, dos cursos na área de gestão da Faculdade Senac, afirma que mesmo nesse campo é essencial saber explorar a criatividade e inovar, do contrário não se destacará no mercado. “Costumo dizer que se você elaborar um currículo e sair entregando organizações afora correrá o risco de não ser chamado, pois muitas delas já visam o currículo de forma banalizada”. Uma boa forma é engajar as pessoas de maneira diferenciada e propor métodos de trabalho flexíveis e que fogem à regra.

Não importa o segmento, em grupo ou individual, sempre existe espaço para encontrar soluções inovadoras. Este é apenas o começo da sua busca criativa. Procure encontrar a melhor forma de solucionar os problemas de um jeito original. Organize seu tempo e esteja sempre antenado.

Gostaram da série?  Conte pra gente o que você quer ver no blog! ;-)

Criatividade – PARTE 1

Você já pensou sobre o que é a criatividade? Talvez seu primeiro impulso seja associar com questões artísticas, mas o termo vai além. Criatividade está relacionada a uma diversidade de áreas como psicologia e neurociência, onde a interpretação de seu conceito varia. Normalmente está vinculada a capacidade de inventar, inovar ou criar. Por isso é uma habilidade relevante e indispensável para o competitivo mercado de trabalho. Pode parecer uma característica individual, mas é uma necessidade coletiva, considerando que em conjunto surgem mais resultados inovadores do que de uma única mente.

O Senac preparou uma série de postagens sobre o assunto, divididas em três partes: na primeira vamos explicar o que é criatividade; na segunda mostraremos dicas e técnicas para ser criativo; por fim, na terceira, teremos entrevistas com professores do Senac, contando um pouco mais sobre a criatividade nas diferentes profissões. Aproveite a série para melhorar seus conhecimentos e ter mais destaque no mercado de trabalho.

O que é criatividade?

Toda empresa precisa de capital criativo, composto pela capacidade e habilidade dos colaboradores para resolver problemas. A criatividade é usada para encarar um mesmo problema por diferentes perspectivas, e pode ser desenvolvida por todas as pessoas, não apenas por um grupo privilegiado. O ponto principal para isto é deixar a mente ativa procurando soluções o tempo todo. Do ponto de vista científico, por muitos anos supôs-se que existia um centro criativo no cérebro, mas recentemente descobriu-se que são as combinações de diversas áreas associadas a todos os sentidos que estimulam e possibilitam a criatividade.

Ser criativo está relacionado a encontrar novos percursos entre ideias e conceitos. Ela exige esforço da flexibilidade cognitiva, ou seja, a possibilidade de alterar as diretrizes de uma situação. Quando se é criativo, o cérebro encara ele mesmo de outra maneira, traçando rotas alternativas e resolvendo um problema seguido do outro.

Para ter uma mente criativa é importante ter uma ampla visão sobre o mundo, não ter medo de errar e ter experiências verdadeiras e diferenciadas. A criatividade pode ser estimulada com livros, filmes, pessoas e lugares, mas principalmente com as conexões feitas em relação a tudo. Os curiosos acabam tendo maior facilidade nesta busca, pois sua postura frente ao desconhecido permite descobertas que contribuirão na futura resolução de problemas.

Acompanhe na próxima postagem as dicas e técnicas para auxiliar o seu desenvolvimento criativo.

Animais de estimação fazem sucesso nas mídias sociais

Você já conheceu o perfil de um cão ou gato que é celebridade digital? Nas redes sociais, encontramos diversas páginas em que podemos acompanhar e nos divertir com o dia a dia de animais de estimação, em posts realizados pelos donos com legendas que parecem, de verdade, os bichanos expressando seus sentimentos para o público.

Muitas vezes, as páginas atingem tamanha visibilidade que se tornam um verdadeiro negócio, exigindo gerenciamento. Os seguidores criam expectativas por postagens frequentes, e os responsáveis pelas atualizações precisam buscar conhecimento sobre mídias sociais.

Veja quem conseguiu alcançar milhares e, até mesmo, milhões de seguidores com posts dos seus animais de estimação:

Polo

Encantando por onde passa, o labrador Polo, “cãopanheiro” da carioca Cecília Canetti, conhecida como Ciça, participa das mais variadas atividades. Seja radicalizando no standuppadlle ou mergulhando, ele chama a atenção de todos. Polo teve vários filhotes neste último ano e um deles permaneceu com Ciça. A labradora preta leva o nome de Mika e já participa de todas as atividades. Tudo é registrado e postado na conta do Instagram@caopanheirolabra. Além disso, possuem um perfil no Facebook e um site próprio, contando a busca deles por uma vida mais saudável e divertida. Tornando-se um negócio de bem-estar, angariando patrocínios e participando de campanhas.

Grumpy Cat 

No dia 22 de Setembro de 2012 o GrumpyCat virou sensação no Reddit, famoso site de publicações sociais. Acreditava-se que a expressão de mau humor do gato era uma montagem. Para comprovar a autenticidade o dono postou vários vídeos, alavancando mais ainda o sucesso. A partir daquele momento virou celebridade, conquistando mais de sete milhões de fãs em seu perfil do Facebook. O GrumpyCat está presente nas principais redes sociais: Twitter, Instagram e Facebook. Além de possuir um site de vendas de produtos com sua marca e diversas novidades.

Boo

Um dos cães mais famosos da internet, da raça lulu da pomerânia, Boo conquista pela sua “fofura”. Através das postagens conversa diretamente com seu público com mensagensleves e divertidas. A comunicação atrelada a beleza do animal garantiram mais de 17 milhões de fãs, em seu perfil do Facebook.

Cooper: Photographer Cat 

O que tornou Cooper famoso foi o “hábito” de uma vez por semana tirar fotos durante seus passeios. Algumas das capturas podem ser conferidas no Facebook, feitas através de uma câmera pendurada no pescoço programado para disparar a cada 2 segundos. A sacada proporcionar fotografias originais e com perspectivas surpreendentes. O material até rendeu um álbum de fotos que é vendido no site de Cooper.

Chico do Cansei de Ser Gato

Fazendo sucesso pela originalidade, Chico do Cansei de Ser Gato, é um famoso mascote brasileiro que todo dia coloca uma fantasia ou faz algo inusitado. Chico já foi visto de farmacêutico, paulistano, múmia, super-herói, etc. Toda a criatividade rende milhares de curtidas no Facebook. Também está presente no Instagram e vendendo produtos na sua loja virtual.

Estopinha

Uma vira-lata carismática e extremamente inteligente. A Estopinha é a filha canina do adestrador Alexandre Rossi, mais conhecido como Dr. Pet. Ficou famosa por participar com ele nos programas de televisão. Todo o sucesso garantiu mais de dois milhões de seguidores em seu perfil de Facebook. A fama auxilia no principal objetivo, ajudar outros animais através de arrecadação de dinheiro para abrigos.

Você também ficou interessado em criar uma página para o seu cão ou gato? Nossa dica é, antes de começar, conhecer as páginas que sugerimos e pesquisar mais informações sobre como fazer a gestão de uma mídia social.

Entenda o que são drones e para que servem

De longe eles parecem helicópteros em miniatura, brinquedos movidos por controle remoto, mas acreditem, os drones são bem mais do que isso. Essa tecnologia que vem sendo usada em guerras, no jornalismo, na publicidade e, até mesmo para entregar pizzas, capta informações – muitas vezes em tempo real – de uma forma rápida e eficiente, facilitando o trabalho humano.

O design do equipamento, assim como o barulho que ele faz, referencia o próprio nome: drone, em inglês, significa zangão. A ferramenta tem origem militar e é consagrada dentro da espionagem. Agora, ganha a preferência de fazendeiros, fotógrafos e cinegrafistas e pode ser adquirida como qualquer outro produto eletrônico.

Geralmente, os drones carregam uma ou mais câmeras de vídeo, mostrando do alto tudo o que acontece em uma determinada área e, também são equipados com GPS. Os aparelhos são leves, podem voar até 60 metros de altura e ficam no ar por cerca de 40 minutos. Além disso, são manobrados por um controle via rádio.

O equipamento foi aliado dos japoneses quando houve o acidente nuclear em Fukushima; foram usados para capturar imagens do interior dos reatores danificados e também serviram para estimar os danos da tragédia. Sem essa tecnologia não seria possível esse tipo de informação, já que se um humano fosse até o local, não sobreviveria.

Além disso, uma empresa de fast food russa, a Wokker, teve a ideia de usar o equipamento para “veicular” seus anúncios. A ideia seria que um drone aparecesse nas janelas dos prédios perto da hora do almoço com um pôster da marca e, segundo os dados da agência Hungry Boys, responsável pela Wokker, a ação gerou um aumento de pelo menos 40% das vendas.

Mas, além de ser uma ferramenta importantíssima no dia a dia, para segurança e captação de notícias e outras informações, os drones também estão sendo usados para tirar as tão famosas “selfies”. Imagine uma foto sua tirada do alto. Seria incrível, não é mesmo? Essa imagem futuramente será chamada de “dronie”.

Agora que você já entendeu o que é um drone e que há muitas possibilidades para seu uso, alguma dúvida de que esta tecnologia vai crescer e ficará ainda mais conhecida? É bem provável que não. =)

Madeira Plástica: preservação e sustentabilidade

Poucas matérias primas provenientes da natureza são tão utilizadas quanto a madeira. Presente na construção civil, em barcos, móveis, nas fogueiras e postes de luz será fácil encontrar pelo menos duas peças que levam madeira ao seu redor nesse momento.

Por ser um material natural e abundante na flora brasileira a preocupação com a preservação da floresta e de algumas espécies de madeira é mínima. Mas, felizmente, aos poucos essa cultura está mudando. Com o avanço das pesquisas e a crescente preocupação no que diz respeito a um planeta sustentável, a tecnologia já joga a favor da natureza e da preservação da madeira.

Uma das inovações em prol do menor impacto ambiental é a madeira plástica. Ela é feita a partir do Polietileno de Alta Densidade (PAD) um tipo de plástico mais grosso encontrado em embalagens de produtos de limpeza, óleo de carros, shampoos, etc. Para que esse tipo de material se transforme em toras que tem cor, textura e peso de madeira natural, o PAD é triturado e transformado em grãos. O plástico moído é sugado por uma tubulação até o misturador. Ele recebe pigmento e um produto químico que dá aderência de madeira. Isso vira uma massa aquecida a 180 graus para ser rapidamente resfriada em água gelada, para condensar, a aproximadamente dez graus centígrados.

A madeira plástica é resistente ao sol e ao frio. Tem vida útil longa: dura em média 50 anos. É impermeável, fácil de limpar e manusear, e mais: cupins não gostam de plástico e se alguém colar chiclete ou pichar é simples de retirar.

Mesmo com tantas vantagens, ainda existe um motivo que impede sua popularização: o preço. Cerca de 30% mais cara do que a madeira natural, este ainda é um empecilho para seu maior uso no país. De acordo com os fabricantes, basta que a escala de produção aumente para que o preço diminua, e é isso que espera o mercado brasileiro.

Na lista de produtos fabricados a partir do material proveniente da reciclagem estão dormentes para ferrovias e tampas de bueiros – 30% mais leves que as de ferro fundido – além de móveis e decks para piscinas.

Para se ter uma ideia dos números que a economia sustentável pode atingir e quantidade de árvores que poderiam ter deixado de ser cortadas, em apenas uma fábrica, são produzidas 200 toneladas de madeira plástica por mês. Em seis anos de produção, evitou-se o corte de 180 mil árvores, o equivalente a 400 campos de futebol cobertos de florestas.

Diante desses dados, será que o Brasil precisa mesmo desmatar suas florestas?

Confira a matéria produzida pelo Jornal da Globo que mostra todo o processo de produção da madeira plástica.

Saiba mais sobre a nova marca do Senac!

O Senac está de cara nova, com uma nova logo que reforça o compromisso da Instituição em desenvolver a educação profissional e melhorar as condições de vida dos brasileiros. A inovação sempre presente na razão de existir do Senac também fez parte do conceito de criação da nova marca!

“A logomarca traz um avião de papel estilizado, formado pela junção de triângulos que, como uma seta, aponta em direção ao novo, ao futuro. A educação profissional é o veículo dessa transformação de vidas, possibilitando a ascensão pessoal e profissional dos brasileiros, que acompanham a trajetória de sucesso econômico e social do país”, explica Sidney Cunha, diretor-geral do Senac Nacional.

O que buscamos mostrar através da logomarca é a essência da marca Senac – A Escola do futuro do mundo: Pessoas inovando pela transformação do Brasil. O simbolo de um avião de papel representa a transformação que a educação faz na vida das pessoas. Um voo para a realização!

Nossa logomarca busca transmitir as ideias de:

  • Liberdade: escolher o que quiser ser no futuro;
  • Inovação: a criatividade de quem se transforma pela educação;
  • Leveza: a simplicidade que possibilita o voo empreendedor;
  • Alegria: a certeza do sucesso!

Para a criação da nova logo foram feitas pesquisas com alunos e colaboradores de diferentes unidades do Senac. A pesquisa apontou que a Instituição é reconhecida por seu caráter inovador e de transformação do Brasil. Com base na tendência mundial, de acordo com o mercado publicitário, a nova marca aposta em um desenho mais moderno, que representa inovação e flexibilidade. No que tange às cores, o azul e o laranja contemplam a liberdade (a escolha do que quiser ser no futuro), a inovação (a criatividade de quem se transforma pela educação) e a leveza (a simplicidade que possibilita o voo empreendedor).

A atualização com o novo símbolo engloba desde materiais e fachadas, a sinalizações internas em todas as unidades, incluindo faculdades, restaurantes-escola, hotéis-escola e lanchonetes-escola. As alterações serão gradativas e devem ocorrer em todo o país até março de 2013.

E aí, vocês curtiram a nova logomarca?!

Seis livros para quem ama tecnologia

A tecnologia da informação tem sido uma das áreas de maior crescimento de mercado nos últimos anos. Num mundo conectado e que tem a mobilidade como principal tendência, conhecer a história das pessoas que foram responsáveis por tornar isso possível é essencial. Seja para servir como inspiração no modo de agir ou para ser modelo de como não se comportar no mercado de trabalho.

Veja 6 livros que contam a trajetória de profissionais da área que fizeram história no mundo da tecnologia e também quais as principais tendências nesse segmento.

1. Nos bastidores da Apple – Adam Lashinsky. O autor retrata um Steve Jobs extremamente controlador no comando da Apple, decidindo desde a publicidade criada na empresa até os participantes de reuniões ultrassecretas.

2. Estou com sorte – Douglas Edwards. Ex-diretor de marketing do consumidor e gerenciamento de marca do Google entre 1999 e 2005, o autor conta no livro  detalhes do dia a dia da corporação.Ele viu de perto os hábitos de trabalho que levaram ao seu desenvolvimento gigantesco e de que maneira cada um dos problemas eram sempre vistos como solucionáveis.

3. Nos bastidores da Amazon  – Richard L. Brandt. O livro relata a história de como Jeff Bezos montou a Amazon, a maior multinacional de comércio eletrônico do mundo. Sem poder falar diretamente com o personagem mais importante do livro (que se negou a dar entrevistas a ele), Brandt foi atrás de empregados da Amazon, concorrentes e observadores para poder escrever sobre ele e sobre o impacto do empreendimento em outras empresas de varejo.

4. Steve Jobs –  Walter Isaacson. O jornalista Isaacson fez mais de 40 entrevistas com Steve Jobs, ao longo de dois anos, para escrever o livro. Além de entrevistas com mais de 100 familiares, amigos, adversários e concorrentes. Embora tenha cooperado com a obra, Jobs não fez nenhuma ressalva ao conteúdo e não estabeleceu nenhum limite ao entrevistador e aos entrevistados. Queria que todos falassem com franqueza. O motivo: queria que seus filhos o conhecessem. “Eu nem sempre estava presente, e queria que eles soubessem o porquê disso e entendessem o que fiz”, disse a Isaacson.

5. O Efeito Facebook – David Kirkpatrick. O livro conta a história da companhia na versão de Mark Zuckerberg. Para escrever o livro, Kirkpatrick permaneceu em contato com o fundador do Facebook durante um ano e meio, quando se encontraram seis vezes. O autor também tomou como base muitas entrevistas com diretores da empresa. Além do perfil de seu fundador, o autor explica alguns dos efeitos do Facebook pelo mundo, descrevendo as inovações que o fizeram ser um sucesso mundial, tendo papel fundamental na política, nos negócios, na mídia, em mobilizações sociais e na privacidade das pessoas.

6. O poder das multidões – Jeff Howe Crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo, soluções e até desenvolver novas tecnologias. São pessoas comuns, que usam seus momentos livres para cooperar. Exemplos do que pode gerar são o sistema operacional Linux e o navegador Firefox. O termo foi identificado pela primeira vez pelo jornalista e autor do livro “Crowdsourcing – Como o Poder da Multidão Impulsiona o Futuro dos Negócios”, Jeff Howe. Na obra, ele descreve o processo pelo qual o poder da multidão pode se aproveitado para realizar tarefas que antes eram de especialistas. No crowdsourcing, o que importa é a qualidade do trabalho e não o currículo. Howe apresenta as consequencias positivas e as negativas desse novo fenômeno através de exemplos reais, mostrando as implicações econômicas, culturais e políticas.

Fonte: Portal Revista Exame.

Bons negócios com cerveja

Não, você não leu errado. Esse post é como obter lucros investindo em negócios relacionados a essa bebida, uma das preferidas pelos brasileiros. De tanta procura, aparece uma bela oportunidade para os empreendedores, principalmente aqueles que estão dispostos a inovar. Já falamos por aqui sobre os produtores de cerveja artesanal, mas as possibilidades vão além.

O site da revista Exame trouxe uma compilação de negócios que já se incluem de com sucesso neste nicho. Veja mais sobre alguns deles:

CluBeer: criado por duas beer sommelier no final de 2011, o negócio exigiu investimento inicial relativamente alto – R$200 mil. Consiste em venda de cervejas especiais por assinatura. O cliente recebe em casa kits com os rótulos que escolher e dicas de harmonização. O investimento não foi a toa: a previsão é fechar o primeiro ano do negócio com faturamento superior a 2 milhões de reais, mais de 5 mil associados e 50 mil kits entregues. Cristina Bratt, uma das sócias, dá uma dica sobre o setor: “Foque na prestação de serviços de excelência e não somente no produto e, por fim, divirta-se”, diz.

CluBeer - Cristiana Bratt

Importante, né?

Disque Gelada: há nove meses no mercado, é um serviço especializado em entrega de bebidas na capital paulista. O cliente pode pedir pela internet, telefone e até mesmo nas redes sociais. Cerveja, carvão e baralho estão entre os produtos mais pedidos. Para completar o combo de comodidade e diversão, os pedidos são entregues por funcionários fantasiados de super-heróis – que prometem “salvar” a sua festa/churrasco. O investimento inicial foi de R$25 mil, mas segundo Adriano Lima, um dos três sócios do negócio: “Não pode ficar atraído pelo baixo investimento. É preciso persistência e dinheiro para manter o negócio”, opina.

Disque Gelada - Sócios e entregadores

Nada de gastar tudo em cerveja, ok? ;)

Microcervejaria Bamberg: fundada em 2005 e eleita a melhor da América do Sul no Great South Bear Cup, é produto do investimento e estudo de três irmãos. Um ano de planejamento e o inicial (salgado) de R$2 milhões começam a dar resultados. O faturamento da empresa chega a R$200 mil por mês, mas a previsão de lucro é apenas para daqui 5 anos. Alexandre Bazzo, um dos irmãos que faz parte da sociedade, ensina: “Lembre-se de que você não é uma mega cervejaria, seu orçamento é sempre apertado e você tem que vender qualidade e não o mais barato”.

Bamberg Beer - Alexandre Bazzo

O consenso é um só: não adianta só gostar de cerveja, é preciso gostar também de trabalhar duro e usar a criatividade. Alguém se habilita?

 

 

Método experimental produz tecidos com a ajuda de fungos e bactérias

Junte química, biotecnologia e moda. O resultado, com certeza, será inovação. É isso que a designer Suzanne Lee propõe nas suas criações, realizadas com a ajuda de fungos e bactérias. Não entendeu nada? Calma que a gente explica.

Suzanne, pesquisadora da Universidade Central Saint Martins de Arte – em Londres, coloca bactérias e fungos microscópicos em uma cuba com chá verde e muito açúcar. Os micro-organismos consomem o açúcar e demoram de duas a três semanas para produzir o tecido de celulose, que a designer usa em suas criações.

O resultado é uma camada fibrosa de 1,5 centímetros de espessura, que pode ser moldada n o formato da roupa. Em seguida é seca, tornando-se mais fina e pronta para ser tingida, recortada e finalmente costurada.

O trabalho está apenas começando e ainda encontra algumas limitações. A principal delas é que é um material muito absorvente. Quando molhado, o tecido tende a ficar com o aspecto de uma esponja encharcada. Ainda estão sendo estudados métodos para tratar as fibras para tornar o material resistente à água.

A intenção de Suzanne em longo prazo é usar um molde e fazer com que as bactérias produzam o tecido já no formato desejado, dispensando as costuras. No vídeo (disponível apenas em inglês), a designer mostra como trabalha: