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Santa Catarina, negócios e cerveja [Infográfico]

É fato: cerveja e negócios fazem uma bela combinação. E isso você já sabe. O que você talvez ainda não saiba é o tamanho do mercado cervejeiro em Santa Catarina. O Estado, que representa o 4º maior produtor da bebida no Brasil, é o berço de dezenas de rótulos que conquistaram o coração (e o paladar) de muita gente por aí – especialmente quando o assunto é cerveja artesanal.

Ein Prosit!

Com a nossa forte colonização alemã, o resultado não poderia ser outro. No Vale do Itajaí, onde a cultura germânica é ainda mais presente, a mistura de empreendedorismo e uma “boa gelada” resultou não só na maior concentração de cervejarias artesanais da região, mas também em grandes eventos turísticos, como o “Festival da Cerveja”, o “Festival de Botecos” e a famosa “Oktoberfest”.

Em 2008, existiam apenas 18 cervejarias em SC. Hoje, esse número já passa de 40. Para os próximos anos, as perspectivas de investimento continuam bastante positivas, uma vez que ainda há muito espaço a ser explorado economicamente – veja o infográfico.

Se você deseja criar o seu próprio negócio, é importante estar preparado. Além de conhecer as técnicas de produção, tendências e ser apaixonado pelo universo das cervejas artesanais, é fundamental ter conhecimento na área de gestão. Afinal, gerenciar uma empresa pode ser bastante desafiador.

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Bons negócios com cerveja

Não, você não leu errado. Esse post é como obter lucros investindo em negócios relacionados a essa bebida, uma das preferidas pelos brasileiros. De tanta procura, aparece uma bela oportunidade para os empreendedores, principalmente aqueles que estão dispostos a inovar. Já falamos por aqui sobre os produtores de cerveja artesanal, mas as possibilidades vão além.

O site da revista Exame trouxe uma compilação de negócios que já se incluem de com sucesso neste nicho. Veja mais sobre alguns deles:

CluBeer: criado por duas beer sommelier no final de 2011, o negócio exigiu investimento inicial relativamente alto – R$200 mil. Consiste em venda de cervejas especiais por assinatura. O cliente recebe em casa kits com os rótulos que escolher e dicas de harmonização. O investimento não foi a toa: a previsão é fechar o primeiro ano do negócio com faturamento superior a 2 milhões de reais, mais de 5 mil associados e 50 mil kits entregues. Cristina Bratt, uma das sócias, dá uma dica sobre o setor: “Foque na prestação de serviços de excelência e não somente no produto e, por fim, divirta-se”, diz.

CluBeer - Cristiana Bratt

Importante, né?

Disque Gelada: há nove meses no mercado, é um serviço especializado em entrega de bebidas na capital paulista. O cliente pode pedir pela internet, telefone e até mesmo nas redes sociais. Cerveja, carvão e baralho estão entre os produtos mais pedidos. Para completar o combo de comodidade e diversão, os pedidos são entregues por funcionários fantasiados de super-heróis – que prometem “salvar” a sua festa/churrasco. O investimento inicial foi de R$25 mil, mas segundo Adriano Lima, um dos três sócios do negócio: “Não pode ficar atraído pelo baixo investimento. É preciso persistência e dinheiro para manter o negócio”, opina.

Disque Gelada - Sócios e entregadores

Nada de gastar tudo em cerveja, ok? ;)

Microcervejaria Bamberg: fundada em 2005 e eleita a melhor da América do Sul no Great South Bear Cup, é produto do investimento e estudo de três irmãos. Um ano de planejamento e o inicial (salgado) de R$2 milhões começam a dar resultados. O faturamento da empresa chega a R$200 mil por mês, mas a previsão de lucro é apenas para daqui 5 anos. Alexandre Bazzo, um dos irmãos que faz parte da sociedade, ensina: “Lembre-se de que você não é uma mega cervejaria, seu orçamento é sempre apertado e você tem que vender qualidade e não o mais barato”.

Bamberg Beer - Alexandre Bazzo

O consenso é um só: não adianta só gostar de cerveja, é preciso gostar também de trabalhar duro e usar a criatividade. Alguém se habilita?