Resiliência: por que essa habilidade é tão buscada pelo mercado?

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Quem nunca teve um daqueles dias em que nada parece dar certo? Chegou atrasado no trabalho, precisou desmarcar uma reunião importante, tem mil relatórios para entregar e todos os imprevistos resolvem ocorrer justamente na hora em que você está mais ocupado. Nesses momentos, é difícil manter tudo sob controle, não é? Por isso que a resiliência é, cada vez mais, uma habilidade valorizada pelo mercado de trabalho.  

Originada do latim “resílio”, resiliência significa a capacidade de “voltar ao normal”. O conceito foi criado no início do século XIX, pelo cientista inglês Thomaz Young, que se dedicava a estudos sobre a elasticidade dos materiais. Portanto, a resiliência é a capacidade de resistir às adversidades e reagir diante de uma nova situação.

Hoje em dia, a resiliência é entendida como uma competência essencial no estilo de vida do profissional. E está diretamente relacionada à consciência que temos sobre as nossas próprias reações e comportamentos diante de situações de pressão.

Para as empresas, ter colaboradores resilientes é vantajoso em todos os sentidos. Isso porque,  com a alta competitividade no mercado, o ambiente de trabalho pode ser bastante estressante. Dessa forma, é necessário ter uma equipe apta a promover transformações fundamentais para alcançar seu propósito, ainda que em um contexto adverso.

Quer saber como se tornar um profissional que se destaca em períodos de mudança, inova e se antecipa às situações? Veja como trabalhar a sua capacidade de resiliência!

Fatores que avaliam o nível de resiliência

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) analisou nove fatores que são essenciais para avaliar o nível de resiliência dos profissionais no mercado de trabalho. Veja quais são:

    • Autoeficácia: capacidade de organizar e executar ações requeridas para produzir os resultados desejados. É a autoconfiança para agir com proatividade e solucionar problemas.
    • Competência social: capacidade de ir em busca de apoio em momentos de estresse. É a habilidade tanto de aceitar quanto de pedir ajuda.
    • Empatia: conceito de colocar-se no lugar do outro e compreender a pessoa a partir do ponto de vista dela.
    • Flexibilidade: em situações de crise, uma pessoa de baixa resiliência insiste em atitudes pouco efetivas, enquanto o profissional resiliente é mais flexível e pensa em opções que vão solucionar o problema.
    • Tenacidade: habilidade de manter-se persistente em situações adversas.
    • Solução de problemas: é uma característica de profissionais conhecidos como “agentes de mudança”. São indivíduos preparados para diagnosticar problemas, planejar soluções e agir sem perder o controle.
    • Produtividade: é a tendência de agir e buscar novas soluções.
    • Temperança: trata-se do controle da impulsividade e da raiva. É a maior capacidade de regular emoções, mantendo a serenidade em momentos complicados.
    • Otimismo: é a competência resultante da união de três outras – competência social, proatividade e autoeficácia.

E aí, você está disposto a trabalhar essas características e se tornar um profissional ainda mais resiliente e preparado para as mudanças do mercado?
Mas, a resiliência não é o único fator que garante uma boa colocação no mercado de trabalho! Antes de tudo, é preciso se qualificar. E o Senac SC ajuda você nessa tarefa! São diversos cursos técnicos, livres, graduação e pós-graduação para você se especializar e alcançar os seus sonhos. É só escolher o que melhor se encaixa no seu perfil. ;)

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