Institucional

Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência

No dia 21 de setembro é comemorado o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência. Criada em 1982, a data foi escolhida para representar o surgimento das reivindicações de cidadania e participação plena em igualdade de condições. No entanto, só foi oficializada em 14 de julho de 2005, por meio da Lei Federal nº 11.133. O objetivo da data é fazer com que todos possam refletir e buscar novos caminhos para a inclusão social da pessoa com deficiência na sociedade, além de divulgar as lutas e conquistas alcançadas até o momento.

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4 aplicativos para intensificar os estudos

A tecnologia está cada vez mais presente em nosso dia a dia e, se antes já era difícil para um professor controlar o acesso dos alunos a dispositivos eletrônicos, hoje é praticamente impossível. Conexões 4G, tablets e smartphones transformaram não só a comunicação como também a forma com que estudantes buscam conhecimento.

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5 filmes sobre professores capazes de inspirar seus alunos

Dê uma revirada na sua memória e lembre-se daquela tia do primário que você adorava. Ou então daquele professor do ensino médio que fez você se apaixonar por biologia e decidir prestar vestibular para Medicina. A verdade é que, até os 20 e poucos anos, passamos boa parte de nossos dias em salas de aula e, de alguma forma, somos influenciados por nossos professores. Alguns podem passar despercebidos, enquanto outros se tornam amigos e/ou inspirações para o resto de nossas vidas.

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5 dicas para gerenciar melhor o seu tempo

Você é uma daquelas pessoas que acorda com o dia completamente cheio de compromissos, promete que irá cumprir todos eles, mas é só chegar ao fim do dia para perceber que quase nada foi concluído? Saiba que você não é o único. Bemvindo ao clube das milhares de pessoas que não conseguem administrar seu tempo.

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Concurso Literário: Entrevista com a escritora Urda Alice Klueger

A quarta edição do Concurso Literário, promovido pelo Senac SC, está com as inscrições abertas e, neste ano, homenageará a escritora catarinense Urda Alice Klueger. Nascida em Blumenau, cidade onde construiu sua carreira literária, a autora já soma mais de 20 obras, entre romances, crônicas, relatos de viagens e literatura infantil.

Formada em História pela FURB, boa parte de suas escritas se baseiam em estudos sobre o modo de vida de nossos antepassados. Seu primeiro livro, “Vale Verde”, de 1979, conta a história de uma família na então Colônia Blumenau, trazendo à tona a imigração Alemã no Vale do Itajaí. Mais recentemente, em 2008, foi lançada a obra “Sambaqui”, resultado de mais de 10 anos de pesquisa a respeito dos antigos moradores de Santa Catarina, os sambaquianos. Seu mais recente trabalho, “No Tempo da Ana Bugra”, foi lançado em abril deste ano e traz as memórias de infância da autora, no fim da década de 1950 e início da década de 1960.

Urda Alice Klueger também trabalhou como colaboradora e cronista nos jornais A Notícia, Diário Catarinense e Expresso das Nove, e é membro da Academia Catarinense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, da União Brasileira de Escritores e da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil.

A Urda pela Urda: quem é esta autora catarinense que tanto nos orgulha?

Sou a Urda, cidadã da América dita Latina, escritora, com formação em História e doutorado em Geografia, e interesse por outras ciências, como a Geologia, a Arqueologia, etc. Gosto muito da sala de aula, mas meu escasso tempo não me permite o magistério. Sou militante de movimentos sociais, adoro viajar (tenho andado por 3 continentes: América, África e Europa) e sou uma aficionada campista, onde acho que escrevo melhor. Frequento os campings de segunda à quinta, quando não há ninguém e se pode ficar em silêncio.

Como foram seus primeiros contatos com a leitura e a escrita? É algo mais decorrente do seu caminho como professora ou por vocação?

Quando eu era muito pequena (3 anos), minha vida já era uma vida de imaginar histórias. Quando fui alfabetizada, comecei a escrevê-las. Desde aquela época, sou uma devoradora de livros. Nunca “decidi” ser escritora – acho que sempre o fui. O meu caminho como professora foi mínimo – passei grande parte da minha vida como bancária. Fui para a sala de aula só na altura da aposentadoria, como professora de História, e amei.

Quais autores e suas respectivas obras mais te influenciaram?

Dos brasileiros, sem dúvida Érico Veríssimo, José Mauro de Vasconcelos e Jorge Amado. Com esse último, tive o prazer de ter convivido um pouco. Mas muitos, muitos outros autores e obras me influenciaram. Citaria como um das mais importantes “Os frutos da terra”, de Knut Hamsun, autor norueguês.

Muitos participantes têm nos perguntando: o que um conto precisa ter para ser bom e vencer um concurso?

Também gostaria de saber, pois sequer sei escrever contos. Arrisquei alguns, mas acho que ficaram de péssima qualidade. Sou romancista-histórica e cronista, e escrevo mais algumas coisas, como alguns livros de viagens, um infantil, etc. Hoje tenho 24 livros publicados e cerca de 700 crônicas, além de artigos científicos, etc. Mas contos, pouquíssimos, e ruins.

Para encerrarmos, qual seu conselho para que estes aspirantes à escrita continuem percorrendo este caminho literário?

Aí só tem uma receita: leitura, leitura, leitura. E começar a escrever o que o coração manda. Cursos de Letras não ensinam a escrever – formam professores de português. Portanto, para quem deseja se tornar escritor, o caminho é a leitura.

Para saber mais sobre como participar do Concurso Literário do Senac, acesse nosso portal.

5 dicas para fazer uma boa redação de vestibular

Nem só de exatas sobrevive um vestibulando. Além das matérias típicas – como matemática, física e biologia – desenvolver a habilidade com a escrita também é fundamental para conseguir uma vaga em uma boa faculdade. Por meio da redação, o candidato é desafiado a relacionar ideias, criar argumentos e expor seu conhecimento sobre os acontecimentos globais de forma clara e concisa.

Saber fazer uma boa redação não significa saber usar palavras difíceis. O bom texto é aquele que permite uma leitura contínua, prazerosa e de fácil compreensão, apresentando informações relevantes sobre o tema sem floreios ou termos desnecessários. Por isso, não adianta recorrer a fórmulas prontas, muito menos incluir uma receita de macarrão instantâneo em sua prova de vestibular. É preciso se manter atualizado, ler bastante e compreender os elementos básicos da escrita – coisa que você pode conferir em nosso post sobre como escrever bem. Quer conhecer mais algumas dicas para ir bem em sua redação? Confira!

1. Vamos começar pelo básico?

Toda dissertação é composta por três partes essenciais: introdução, desenvolvimento e conclusão. A primeira é onde o tema selecionado é apresentado e geralmente conta com apenas um parágrafo curto. Em seguida, vem o desenvolvimento ou “corpo” do texto, onde as ideias são debatidas de forma crítica, expondo o ponto de vista do autor. É a parte mais importante e longa da redação, contando com dois, três ou quatro parágrafos. No fim, o candidato escreve a conclusão – o fechamento da reflexão criada durante os primeiros tópicos. Mas, lembre-se: apesar de separarmos a estrutura da redação dessa forma, todos esses elementos estão interligados e precisam fazer sentido entre si para manter a…

2. Coerência textual

Escrever para um processo seletivo é diferente de fazer uma crônica, uma matéria jornalística ou uma poesia dadaísta. Cada tipo de texto tem suas particularidades e, no caso da dissertação, é fundamental seguir uma sequência lógica de ideias. Fuja de contradições: sempre inicie e termine uma ideia antes de passar para a próxima etapa de sua redação.

3. Mantenha as coisas simples e objetivas

Por que usar palavras rebuscadas se é possível dizer a mesma coisa de forma mais acessível? Argumente suas ideias de maneira simples, seja organizado e evite a famosa “encheção de linguiça”. Escreva apenas o que é importante para o assunto abordado no texto. Fugir do tema pode implicar na anulação de sua redação de vestibular.

4. A importância do rascunho

Existem pessoas que preferem fazer a redação direto no papel da prova, contudo essa escolha pode ser muito perigosa para o resultado do seu processo seletivo. Já ouviu aquela expressão “é melhor prevenir do que remediar”? Ela se encaixa perfeitamente nesse caso. Ao escrever suas ideias em uma parte separada, você tem a chance de corrigir algum erro de português que tenha cometido, pode rasurar e reescrever quantas vezes quiser, coisas que são proibidas na folha oficial.

5. Escreva sem garranchos

De nada adianta ser um escritor digno de fazer parte da Academia Brasileira de Letras se ninguém consegue entender sua letra. Escreva com calma, principalmente na hora de passar sua redação a limpo. Caso você sofra da síndrome de “letra de médico”, que tal investir em um caderno de caligrafia na hora dos estudos? Ou, quem sabe, mudar de letra cursiva para letra de forma? Pense em soluções para dar mais legibilidade para sua redação, afinal ela só será corrigida se for compreendida pelo examinador.

No Dia do Vestibulando, nada mais justo que ressaltar a importância da redação para o desenvolvimento profissional de um candidato. Aqui, no Senac, nós acreditamos muito nisso e, portanto, tornamos a dissertação a estrela do nosso processo seletivo. Ficou interessado? Conheça mais sobre os cursos de graduação disponíveis no Vestibular Senac 2016/2. Acesse o link e inscreva-se!

Sono: um aliado para a memorização

Todo aluno já se questionou: como em pleno 2016 ainda não inventaram uma forma diferente de estudar? Alguns sonham com a chance de poder apenas deixar o livro embaixo do travesseiro para aprender por osmose enquanto dorme. Mas, a verdade é que esse desejo está mais para uma obra de ficção científica do que a realidade. Cientistas já afirmaram que é impossível aprender coisas novas durante o sono, mas isso não quer dizer que não existam formas de aproveitar essas horas para aprimorar seu aprendizado.

Não, infelizmente não será como nos desenhos animados de antigamente. Colocar um audiolivro de francês para tocar enquanto dorme dificilmente o fará uma pessoa bilíngue. Porém, ouvir sons específicos enquanto estuda e repeti-los durante a noite pode contribuir e muito para a memorização do conteúdo. Isso acontece porque o cérebro humano separa durante o sono as informações importantes (que serão transformadas em memórias de longo prazo) das triviais (as quais serão esquecidas e darão espaço para novas lembranças). Por isso, quando ouvimos um som de alguma recordação específica, nosso cérebro passa a considerá-la importante, aumentando a chance de memorizá-la de verdade.

Você deve estar se perguntando: como saber aproveitar essas informações para estudar melhor? A resposta ainda não é conhecida pelo grande público, mas já existem evidências suficientes para reconhecer os benefícios dos estímulos durante o repouso. Quer saber mais? Confira os resultados de algumas experiências sobre o vínculo entre a aprendizagem e o sono e descubra como tornar suas horas de soneca mais eficientes para seu conhecimento.

1. Que tal aprender uma língua nova?

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Em um estudo recente, cientistas das Universidades de Zurique e Fribourg, fizeram com que um grupo de alemães aprendesse algumas palavras básicas de holandês. Em seguida, separaram a turma em duas e pediram que todos dormissem. A primeira leva de estudantes aprendia o conteúdo e dormia normalmente. Já, a segunda, recebia estímulos auditivos durante o sono. O resultado? Os alunos que ouviram as mesmas palavras aprendidas anteriormente se saíram muito melhor nas avaliações que os demais.

2. Seja tão bom quanto o Slash – ou quase

Quem nunca quis aprender a tocar algum instrumento na vida que atire a primeira pedra. Contudo, nem todo mundo consegue levar a ideia adiante devido ao grande comprometimento necessário. Mas, e se disséssemos que ouvir música enquanto dorme pode ajudá-lo a desenvolver suas habilidades musicais com maior facilidade? Em um outro estudo realizado pela Universidade de Northwestern (EUA), pesquisadores pediram que guitarristas amadores tocassem uma música desconhecida. Em seguida, fizeram os músicos dormir por uma hora. Assim que eles caíam no sono, os cientistas reproduziam a música aprendida até a hora de eles acordarem.

No fim do experimento, os guitarristas precisaram tocar a melodia mais uma vez – mas sem partitura. Da mesma forma que no estudo anterior, o grupo que recebeu os estímulos auditivos obteve resultados muito superiores aos que ficaram apenas dormindo.

3. Aprimore sua memória

Em 2011, os pesquisadores da Northwestern pediram que 60 voluntários utilizassem um programa de computador para esconder um objeto virtual em algum lugar específico da tela. Toda vez que a peça era colocada no lugar certo, o software reproduzia um som agradável para demonstrar o acerto. Depois de dormirem apenas uma hora e meia, os participantes precisaram utilizar o programa mais uma vez. A maior parte dos resultados foi igual ao da primeira etapa – alguns até piores, devido à sonolência.

No dia seguinte, os processos foram repetidos. Contudo, durante o período de repouso, os voluntários ouviram o mesmo som agradável de quando conseguiam encaixar o objeto no programa de computador. Resultado: quando voltaram a executar o teste, todos se saíram melhor.

4. Reforce lembranças especiais

Em estudo semelhante realizado pela mesma universidade, os participantes associavam ícones a palavras – recebendo como feeback um som específico quando a resposta estava correta. Por exemplo: ao colocar um ícone de um gato no lugar em que essa palavra estava escrita, ouvia-se um miado.

Depois de todo o processo, os voluntários foram divididos em dois grupos. Ambos adormeceram por duas horas, mas apenas um deles ouviu os sons emitidos pelas respostas certas. No fim da soneca os participantes preencheram um papel com os animais e objetos que faziam parte do teste. Consegue adivinhar o resultado? Quem recebeu os estímulos auditivos acertou muito mais que os outros.

Como visto acima, receber os estímulos corretos pode facilitar o processo de memorização dos conteúdos aprendidos em sala – inclusive enquanto dormimos. Contudo, nada irá substituir a boa e velha prática de sentar e estudar. Se você possui alguma dica para ajudar nos estudos, compartilhe nos comentários. Adoraríamos saber que tipo de estímulo funciona melhor para nossos leitores. ;-)