Gestão e Mercado

Seja sustentável e corte os gastos em casa

Atitudes simples e sustentáveis, que para muitas pessoas já estão inseridas no dia a dia, ainda parecem um desafio para tantas outras. Iniciativas como desligar a água da torneira enquanto escova os dentes ou tomar banho de maneira consciente, infelizmente, ainda não fazem parte da rotina de muitos brasileiros. Vale lembrar que atos sustentáveis ajudam não só o meio ambiente, mas também o bolso dos consumidores, que podem ter uma economia significativa nas contas de água e energia. Confira as dicas!

1. Ligue a tomada na hora certa

Tirar equipamentos eletrônicos da tomada é uma atitude simples e que pode fazer grande diferença. Estima-se que cerca de 15% da conta de energia de uma casa vem do consumo de aparelhos em stand-by.

2. Ilumine melhor seu espaço

Troque as lâmpadas. As fluorescentes consomem menos energia que as convencionais e duram mais tempo. Isso faz com que você gaste menos – e a sua conta de luz agradece. É sempre importante lembrar que na hora do descarte elas merecem uma atenção especial, pois contêm substâncias tóxicas como mercúrio e chumbo.

3. Dente limpo, consciência também

A economia de água na hora de escovar dentes é uma das mais simples. Basta fechar a torneira enquanto escova, que o gasto fica em torno de 1 ou 2 litros. Caso contrário, você pode chegar a gastar até 12 litros de uma vez só.

4. Jogue menos água pela descarga

Alguns modelos de descarga podem chegar consumir até 15 litros de água, mais do que o dobro determinado pelas normas técnicas, que são 6 litros. O ideal é dar preferência às caixas de descarga no lugar das válvulas.

5. Ar condicionado: amenize o uso

Evite usá-lo por muitas horas seguidas. O uso ininterrupto muitas vezes é apenas um hábito que pode ser mudado sem grandes esforços. Se você dorme com ele ligado a noite inteira, experimente ajustar o timer, que programa o desligamento após algum tempo.

6. Tome banho consciente

Procure tomar banhos mais curtos. Ao sair do banho um minuto antes do normal, você poupa de 3 a 6 litros de água, o que representa um grande volume somando o gasto de um período longo, como um ano inteiro.

7. Acumule menos louça

Em casa não faz sentido usar copos, pratos ou talheres descartáveis. Mesmo usando copos de vidro, evite pegar um limpo cada vez que for beber alguma coisa. Isso também ajuda a economizar na conta de água.

8. Óleo e pia não combinam

Um litro de óleo descartado incorretamente polui até 25 mil litros de água, pode entupir tubulações e encarece os processos de tratamento de água. Procure armazená-lo em garrafas e fazer a destinação correta.

9. Faça a sua coleta

Mantenha duas lixeiras na sua casa: uma para o lixo orgânico e outra para os recicláveis. Reciclar e reaproveitar são sempre boas ideias e ajudam você a repensar prioridades e práticas de consumo.


Fonte: Revista Super Interessante

Madeira Plástica: preservação e sustentabilidade

Poucas matérias primas provenientes da natureza são tão utilizadas quanto a madeira. Presente na construção civil, em barcos, móveis, nas fogueiras e postes de luz será fácil encontrar pelo menos duas peças que levam madeira ao seu redor nesse momento.

Por ser um material natural e abundante na flora brasileira a preocupação com a preservação da floresta e de algumas espécies de madeira é mínima. Mas, felizmente, aos poucos essa cultura está mudando. Com o avanço das pesquisas e a crescente preocupação no que diz respeito a um planeta sustentável, a tecnologia já joga a favor da natureza e da preservação da madeira.

Uma das inovações em prol do menor impacto ambiental é a madeira plástica. Ela é feita a partir do Polietileno de Alta Densidade (PAD) um tipo de plástico mais grosso encontrado em embalagens de produtos de limpeza, óleo de carros, shampoos, etc. Para que esse tipo de material se transforme em toras que tem cor, textura e peso de madeira natural, o PAD é triturado e transformado em grãos. O plástico moído é sugado por uma tubulação até o misturador. Ele recebe pigmento e um produto químico que dá aderência de madeira. Isso vira uma massa aquecida a 180 graus para ser rapidamente resfriada em água gelada, para condensar, a aproximadamente dez graus centígrados.

A madeira plástica é resistente ao sol e ao frio. Tem vida útil longa: dura em média 50 anos. É impermeável, fácil de limpar e manusear, e mais: cupins não gostam de plástico e se alguém colar chiclete ou pichar é simples de retirar.

Mesmo com tantas vantagens, ainda existe um motivo que impede sua popularização: o preço. Cerca de 30% mais cara do que a madeira natural, este ainda é um empecilho para seu maior uso no país. De acordo com os fabricantes, basta que a escala de produção aumente para que o preço diminua, e é isso que espera o mercado brasileiro.

Na lista de produtos fabricados a partir do material proveniente da reciclagem estão dormentes para ferrovias e tampas de bueiros – 30% mais leves que as de ferro fundido – além de móveis e decks para piscinas.

Para se ter uma ideia dos números que a economia sustentável pode atingir e quantidade de árvores que poderiam ter deixado de ser cortadas, em apenas uma fábrica, são produzidas 200 toneladas de madeira plástica por mês. Em seis anos de produção, evitou-se o corte de 180 mil árvores, o equivalente a 400 campos de futebol cobertos de florestas.

Diante desses dados, será que o Brasil precisa mesmo desmatar suas florestas?

Confira a matéria produzida pelo Jornal da Globo que mostra todo o processo de produção da madeira plástica.

Você sabe como descartar exames de raio X?

Um tipo de material reciclável que não está entre nossos descartes diários são os filmes de raio X, tomografias ou ressonâncias magnéticas. O material proveniente desse tipo de exame não pode ser jogado em aterros comuns, pois contém componentes tóxicos como metanol, amônia e metais pesados como a prata. Quando jogados em local não adequado contaminam o solo e os lençóis freáticos.

Para dar um destino correto a esse tipo de material o Senac de Joinville disponibiliza um ponto de coleta fixo para filmes de raio X. O que antes ficava guardado no fundo de gavetas ou era descartado como lixo comum, agora tem um destino mais digno. Uma empresa de Curitiba irá recolher semanalmente o material e separar as substâncias que podem ser reutilizadas, como a prata do acetato. O metal retirado será usado na fabricação de joias e de outros produtos. O plástico será entregue para doação.

A campanha está sendo realizada, inicialmente, somente no Senac Joinville. A iniciativa surgiu após o questionamento  de um aluno quanto ao destino que deveria ser dado a uma série de filmes radiográficos sem uso no laboratório de radiologia. A orientadora Mairita e a turma de Radiologia 672 além de propor um ponto fixo de coleta também desenvolveram artes e peças feitas a partir dos filmes. São bolsas e móbiles que podem servir como fonte de renda para a população.

Você pode colaborar com o meio ambiente levando até o ponto de coleta seus antigos exames e também divulgando a notícia entre seus amigos. O Senac Joinville fica na Rua Visconde de Taunay, 730, no bairro Atiradores. O material pode ser levado até o local das 7h30 às 19 horas.

Vale lembrar que antes de fazer o descarte é bom verificar com o médico se o exame não será mesmo mais necessário, para aí, então, dar-lhe um destino correto.

Foto: Maiara Bersch / Agencia RBS

Óleo de cozinha no ralo? Nem pensar!

Seu óleo de cozinha jamais deve ser jogado no ralo da pia. Um litro de óleo é capaz de contaminar e inutilizar 25 mil litros de água e ainda formar pedras que obstruem o canal de descarte.

Mas então qual a maneira correta de descartar esse resíduo?

Ele deve ser acondicionado, depois de frio, em uma garrafa pet e entregue a entidades que são responsáveis por dar o destino adequado para esse material. O óleo de cozinha é a principal matéria prima para a fabricação de sabão em barra e também de biodisel. Em algumas cidades brasileiras a produção desses dois derivados, por meio de cooperativas, garante emprego e renda a muitas famílias.

Em Florianópolis, desde 1998 a Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF desenvolve um programa de reciclagem de óleo, o ReÓleo. Em parceria com diversas empresas e restaurantes, a entidade criou pontos de coleta pela Grande Florianópolis e recolhe periodicamente o dejeto que mais tarde vira matéria prima para a produção de produtos de limpeza.

Desde o início de setembro a ACIF lançou um desafio para os moradores de Florianópolis: juntar 10 mil litros de óleo em 1 mês e entrar para o livro de recordes Guiness Book. A campanha que começou em 1º de setembro bateu sua meta hoje devido a grande participação da comunidade e das empresas parceiras do programa. Mas ainda restam 10 dias para contribuir para um recorde ainda maior e a vida inteira para fazer o bem para o meio ambiente.

Então, que tal começar a praticar esse ato de cidadania hoje mesmo? É simples rápido e faz toda diferença para a natureza.

Os pontos de coleta você confere aqui. E se não houver um próximo a sua casa entre em contato com a ACIF e solicite a coleta. :)

Sul do país é a região com mais consciência ambiental

A consciência ambiental dos brasileiros quadruplicou nos últimos 20 anos. Segundo dados divulgados em junho, a pesquisa O Que o Brasileiro Pensa do Meio Ambiente e do Consumo Sustentável mostrou que a população está mais familiarizada com o assunto e com as atitudes necessárias para preservar o meio ambiente.

Os resultados apontaram que na média nacional, 34% sabem o que é consumo sustentável atualmente. A população da região sul – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – foi a que teve o maior índice de engajamento ambiental. Mais da metade dos sulistas sabem o que é consumo sustentável. “A diferença do Sul é impressionante em termos dos mais altos índices não só de acertos, mas de atitudes corretamente ambientais”, disse a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Samyra Brollo de Serpa Crespo.

De acordo com a consulta, a população está mais disposta a levar uma vida com hábitos de consumo mais ambientalmente corretos e com maior apelo sustentável. A questão relacionada ao lixo, por exemplo, é um dos problemas que mais ganhou posições no ranking dos desafios ambientais montado pelos brasileiros. O destino, seleção, coleta e outros processos relativos aos resíduos que preocupavam 4% das pessoas entrevistadas em 1992, agora são alvos da atenção de 28% das pessoas. Este ano, 48% dos entrevistados, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, afirmaram que fazem a separação dos resíduos nas residências. “Muitas vezes a disposição da população não encontra acolhimento de politicas públicas. Muitas vezes o cidadão separa em casa e a coleta do lixo vai e mistura os resíduos”, disse a secretária. Na análise geral do país, os índices ainda são baixos, sendo que menos de 500 municípios têm coleta seletiva implantada. Enquanto a separação do lixo é um habito de quase 80% das pessoas que vivem na Região Sul atualmente e de mais da metade dos moradores de cidades do Sudeste. No Norte e Nordeste, mais de 60% não separam resíduos.

Ainda de acordo com a secretária, a questão do lixo deve ter uma mudança maior em breve, pois a educação ambiental está sendo implantada nas escolas, o que deverá refletir a medida que essa população for envelhecendo. A pesquisa mostrou que enquanto na primeira edição, que ocorreu durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio 92, 47% dos entrevistados não sabiam identificar os problemas ambientais. Este ano, apenas 10% ignoravam a questão.

Fonte: Portal Revista Exame

Olimpíadas da sustentabilidade

Sustentabilidade é a palavra de ordem para as Olimpíadas 2012. A cidade de Londres, desde o início do ano, adotou novos hábitos de consumo e está convivendo com tecnologias e regras para facilitar a mobilidade e a qualidade do ar da cidade. Nada ficou de fora, dos estádios às embalagens de comida, até os tradicionais ônibus de 2 andares e táxis ganharam versões sustentáveis. Foram investidos mais de R$ 29 bilhões para garantir que os jogos olímpicos fossem mais verdes.

Veja 10 iniciativas que merecem destaque.

1 – Aeroporto com carrinhos elétricos, uma espécie de sistema de transporte que dispensa motorista, e que serão usados para levar os passageiros do aeroporto aos bolsões de estacionamento e vice-versa.

2 – Arenas recicláveis, que ao final dos jogos terão todas as estruturas – dos bancos às quadras – desmontadas e reutilizadas em outras instalações esportivas pelo país.

3 – Lixeiras high tech para transmitir notícias: equipadas com duas telas LCD uma em cada lado, sensíveis ao toque para informações em tempo real do mercado financeiro, meio ambiente, cultura, arte, generalidades, previsões do tempo, etc.

4 – Recompensa para quem andar de bicicleta ou a pé – essa é a tática que a prefeitura de Londres  adotou para estimular a mobilidade sustentável, reduzir a poluição e os níveis de congestionamento.

5 – Árvore solar – com folhas equipadas com células fotovoltaicas que transformam a luz do sol em eletricidade, o poste tem galhos de LED que acendem automaticamente quando escurece.

6 – Frota de táxis ecológicos – os táxis londrinos passaram por uma “repaginada verde” e pelas ruas da cidade já circulam alguns deles totalmente movidos a eletricidade.

7 – Ônibus de dois andares em versão ecológica – um dos principais símbolos de Londres ganhou ares mais modernos e ficou mais ecológico, equipado com tecnologia híbrida, utilizando eletricidade e diesel “verde”.

8 – Embalagens biodegradáveis – além dos coletores de recicláveis, Londres aposta em embalagens biodegradáveis, principalmente as usadas na alimentação. Os organizadores estimam que 40% de todo o resíduo gerado nas instalações olímpicas virá da alimentação.

9 – “Cola mágica” contra poluição – uma solução química capaz de atrair partículas de poeira fina do ar e prendê-las ao asfalto. Uma vez capturada, a poeira é recolhida pelo movimento contínuo dos pneus de carros ou lavada pela chuva.

10 – Megaprojeto de descontaminação – a maior operação de descontaminação já feita no Reino Unido precisou de quatro anos de trabalho intenso e mais de R$ 230 milhões investidos para livrar de componentes tóxicos dois milhões de toneladas de solo contaminado na antiga zona industrial no distrito de Stratford.

Lâmpadas incandescentes fora do mercado

Desde o último sábado (30/06) está proibida no Brasil a importação e fabricação de lâmpadas incandescentes com potência superior a 101 watts. A medida tem como principal objetivo a economia de energia nas residências do país.

As incandescentes ainda representam 40% das lâmpadas vendidas no Brasil. O preço é um dos motivos principais motivos de sua popularidade. Uma fluorescente compacta custa, em média, cinco vezes mais que a similar incandescente. Mas se o valor assusta na hora de decidir a compra, a conta no final do mês pode trazer alívio gradativo.

Por exemplo, uma lâmpada de 60 watts acesa quatro horas por dia, a incandescente consome R$ 4,50 por mês; a fluorescente compacta, R$ 1,10, economia de R$ 3,40 por mês. Levando em consideração o número de lâmpadas dentro de uma casa a economia fica ainda maior.

A utilização destas lâmpadas representa ainda uma redução significativa da exploração dos recursos naturais, pois quanto menor o consumo de energia, menor será a necessidade de novas usinas para produzi-la. A durabilidade das lâmpadas é mais um fator econômico relevante. De acordo com o Inmetro as fluorescentes tem vida útil que pode variar de 5000 a 10000 horas, enquanto as incandescentes duram apenas 1000 horas.

Os estoques das lojas poderão ser vendidos até o final do ano, mas o governo pretende eliminá-las completamente do mercado até 2016.

Técnico em Meio Ambiente: conheça mais sobre esta profissão

Já que está semana tivemos o Dia Mundial do Meio Ambiente, que tal conhecer um pouco mais sobre a profissão do Técnico em Meio Ambiente?

Este profissional atua no controle de processos de produção, evitando e/ou minimizando danos e a poluição ao meio ambiente. O profissional também pode trabalhar no monitoramento ambiental, analisando o desempenho ambiental, para possibilitar ao processo produtivo, a sua adequada atividade, de acordo com o planejamento ambiental da organização.

O Técnico realiza estudos para a preservação do meio ambiente

Este profissional pode atuar em empresas públicas ou privadas, de pequeno, médio ou grande porte, verificando as atividades que podem comprometer a qualidade ambiental e promovendo a vigilância permanente no uso sustentável dos recursos naturais. Além disso, dialoga com a sociedade civil na implementação de projetos, de campanhas de educação ambiental, de iniciativas de esclarecimento de prevenção à poluição e de práticas ambientalmente corretas, incentivando a reciclagem e o consumo responsável. Auxilia na promoção do uso das tecnologias mais limpas, na adoção de sistemas de gestão ambiental, na realização de estudos preventivos de impactos ambientais e na utilização de técnicas de diagnóstico para a identificação e análise da geração de poluentes.

Alguns dos temas abordados durante o curso são legislação e políticas públicas ambientais, toxicologia, impactos ambientais, desenvolvimento sustentável, processos ambientais, gerenciamento de resíduos, dentre outros. Com esta base o aluno sai apto a analisar os problemas ambientais das organizações, com capacidade de análise e avaliação dos impactos causados pelos processos produtivos, bem como, com capacidade para propor e executar ações de sustentabilidade, prevenção, controle e minimização de impactos ambientais.

Ficou interessado neste curso?

Temos matrículas abertas para esta turma em Jaraguá do Sul!

Senac Jaraguá do Sul

Período de: 23/07/2012 à 11/09/2013
Horário: das 18:45 às 22:15
Dias das aulas: de Segunda à Sexta-feira
Turno: noturno

Senac Lages

Faça aqui sua solicitação de interesse para que possamos avisar quando abrir uma nova turma.

Mudança de hábito: Estamos mais ecologicamente conscientes

O consumidor brasileiro está ecologicamente mais consciente. A conclusão é de uma pesquisa feita pela Fecomércio, em parceria com o Instituto Ipsos, um instituto internacional de pesquisa de mercado.

O número de consumidores que deixaram de usar as sacolas plásticas passou de 5% para 17%, em dois anos. E o número de aqueles que, em casa, separam o lixo orgânico do reciclável também cresceu. Segundo Christian Travassos, economista da Fecomércio-RJ, apesar de mostrar avanços em alguns quesitos, ela reflete hábitos sociais que levam tempo para serem consolidados.

Os números da pesquisa também apontam para o surgimento de um novo consumidor, com hábitos diferentes: 39% dos brasileiros das classes A e B afirmam consumir produtos com menor impacto ambiental, contra 25% e 19% das C e DE, respectivamente. Os praticantes do consumo consciente são aqueles que adquirirem produtos eticamente corretos, ou seja, cuja elaboração não envolva a exploração de seres humanos, animais e não provoque danos ao meio ambiente.

Vamos ver alguns hábitos ecologicamente corretos e bem fáceis de aplicar na prática?

1. Economizar água: banhos curtos; fechar a água na hora de escovar os dentes; lavar o carro com balde ao invés de deixar a mangueira ligada;
2. Desligar aparelhos da tomada, quando não estiverem sendo utilizados;
3. Desligar o monitor do computador quando se ausentar;
4. Apagar as luzes dos ambientes que estão vazios;
5. Usar sacolas de pano ao invés de sacolas plásticas, para carregar as compras;
6. Andar mais a pé ou de bicicleta. Caso trabalhe longe, vá de vez em quando de carona ou transporte público;
7. Dê carona: isso evita que as pessoas saiam de carro, o que prejudica o meio-ambiente, e ainda gera trânsito;
8. Recicle pilhas e baterias;
9. Economize nas embalagens quando comprar produtos;
10. Seja um consumidor mais consciente!

Fácil, né?

As informações foram tiradas daqui!

Conferência Rio+20

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, comemora o 20º aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), que ocorreu no Rio de Janeiro em 1992, e o 10º aniversário da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (WSSD), ocorrida em Johanesburgo em 2002.

O objetivo desta conferência é  renovar o  comprometimento político para o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes.

Como preparativo da conferência, teve início esta semana em Nova York (EUA), a segunda rodada de negociação sobre on rascunho zero da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. Até o dia 4 de maio, os representantes dos países que participarão do evento devem dar contribuições aos grupos de negociação.

As discussões deverão envolver desenvolvimento sustentável para o combate à pobreza, energia e economia sustentáveis, além de temas como água e segurança alimentar e nutricional.

O embaixador aposentado Flávio Perri, que coordenou a Rio 92 – a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento – disse que uma das principais diferenças entre os dois eventos é que àquela época não havia uma mobilização popular como existe atualmente.

“A característica da Rio+20 é que não são apenas os governos, os presidentes e chefes de Estado que vão participar e assinar um documento principal. É toda a opinião pública”. Ele destacou que, pela primeira vez, o evento será transmitido em tempo real pela internet para todo o mundo. “Milhões de pessoas vão ver o que se passa no Rio”. Essa distinção é muito importante, disse Perri, porque dá uma característica participativa à Rio+20.

Outra diferença entre as duas conferências, segundo o diplomata, é que não havia, em 1992, o conceito de desenvolvimento sustentável como existe hoje. Ele lembrou que esse conceito foi enunciado pela primeira vez no Relatório Brundtland, resultado de uma comissão independente constituída sob o comando da ONU e chefiada pela primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland.

Apresentado em 1987, o relatório Nosso Futuro Comum propõe o desenvolvimento sustentável, que “atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas necessidades”.

A Conferência está programada para o período entre 20 a 22 de junho. Para mais informações, acesse o site oficial do evento.

Rio + 20: mudanças climáticas

Desastres naturais têm sido uma constante pauta nos noticiários nacional e internacional. Vendavais, temporais, terremotos, longos períodos de estiagem, degelo das calotas polares, tsunami… O planeta dá sinais de constantes transformações. Qual a real responsabilidade da ação do ser humano nessas mudanças? O aquecimento global é um fato natural ou estamos acelerando e agravando o fenômeno? Será que existe um jeito “sustentável” de viver bem?

Essas e outras questões estarão em debate no programa Teleconferência Em Foco Rio +20: mudanças climáticas, a ser exibido para todo o país, hoje, dia 22 de março, das 15h às 17h (horário de Brasília), pela Rede Sesc-Senac de Teleconferência e pelo canal de televisão por assinatura Sesc TV.

O evento é uma iniciativa do Sesc Nacional em parceria com o Senac Nacional e contará com as participações dos especialistas: Ildeu de Castro Moreira, diretor do Departamento de Difusão e Popularização da Ciência e da Tecnologia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação; José Antonio Marengo Orsini, chefe do Centro de Ciências do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e Sérgio Besserman Vianna, presidente do Grupo de Trabalho da Prefeitura do Rio de Janeiro para a Conferência Rio +20 e da Câmara Temática de Desenvolvimento Sustentável da Cidade do Rio de Janeiro.

Mediado pela jornalista Bárbara Pereira, com o apoio da intérprete da Língua Brasileira de Sinais Gildete Amorim, o programa de debates pretende ainda esclarecer sobre a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, que se realizará em junho na cidade do Rio de Janeiro, exatos 20 anos após a primeira reunião de cúpula mundial, conhecida como Rio 92.

Nesse programa, vamos entender melhor os objetivos da conferência e debater o papel de cada cidadão na construção de um mundo sustentável.

O programa Teleconferência em Foco será transmitido diretamente do Centro de Produção de Rádio e Televisão do Senac Nacional, no Rio de Janeiro, para cerca de 400 salas e auditórios espalhados pelas 27 unidades da federação, com interatividade garantida ao público de todo o país. Durante o debate, perguntas poderão ser enviadas por e-mail teleconfsesc@senac.br, por telefone (0800 283-0270) ou fax (0800 023-0220). Ou pelo twitter @teleemfoco.

Confira abaixo onde você poderá assistir ao programa!

Para assistir nas unidades do Sesc, acesse:

www.senac.br/telemail/2011/avaliacao/rel_sesc.html

Para assistir nas unidades do Senac, acesse:

www.senac.br/conhecimento/tele-onde.html