Empreendedorismo e Negócios

Característica de todo bom líder: saber ouvir.

Conduzir de forma eficaz uma equipe de trabalho é fundamental para qualquer gestor. No entanto, mobilizar e inspirar colaboradores a seguirem suas ideias não é uma tarefa fácil. É por isso que um bom líder, mais do que competência para exercer sua função, deve também reconhecer as qualidades e ouvir as opiniões das pessoas com quem trabalha, a fim de que elas se sintam estimuladas a contribuir cada vez mais para o sucesso do negócio.

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5 estratégias que facilitam a tomada de decisões

Tomar decisões, mesmo as mais rotineiras, não é uma tarefa fácil e a situação fica ainda mais desafiadora quando você é um empresário ou tem uma posição de liderança em uma grande companhia. Nesses casos, é preciso avaliar quais as melhores escolhas não só para o seu negócio, mas também para a sua equipe. E aí entram aquelas reuniões intermináveis e discussões que pouco contribuem para um efetivo desfecho, trazendo perda de tempo e dinheiro.

Para evitar todo esse desgaste, especialistas recomendam usar uma linha objetiva de raciocínio e eliminar ao máximo qualquer influência emocional que possa comprometer a tomada de decisão. Na teoria, parece bastante simples, no entanto nós sabemos que é quase impossível abandonarmos nossas crenças e opiniões na hora de avaliar um problema. O que se pode fazer é usar algumas estratégias que aceleram o processo e ajudam na hora das decisões:

1. Reconheça suas subjetividades

As decisões deixam de ser objetivas no momento em que as emoções começam a interferir em sua avaliação a respeito de determinado problema. Para evitar que isso aconteça, desenvolva um pensamento crítico sobre quais fatores podem contribuir para um julgamento subjetivo e, se perceber que está indo por este caminho, reestruture sua linha de raciocínio.

2. Use quadro de prós e contras

Avalie as opções e liste os pontos positivos e os negativos. Para facilitar, faça uma escala e dê pontuação a cada uma das características – afinal, uma equipe muito produtiva pode compensar um gasto um pouco maior, por exemplo. Isso ajudará você a ter uma visão mais ampla e racional das suas escolhas.

3. Imagine que você está aconselhando um amigo

Quando você está dentro de uma situação, suas percepções acabam distorcidas e fica mais fácil se perder na hora de considerar todos os aspectos que envolvem sua decisão. Imaginar o conselho que você daria a um amigo pode ajudar a trazer uma perspectiva de alguém de fora.

4. Destaque os fatores decisivos

Em vez de tentar avaliar todos os pontos, estabeleça quais os aspectos mais importantes para aquela decisão. Se, por exemplo, você entender que naquele caso o menor preço e a logística são as questões primordiais, elimine todo o resto. A partir daí, fica mais fácil fazer uma escolha objetiva com base apenas nesses dois tópicos. Agora é só descobrir quais os fatores mais relevantes, né?

5. Experimente uma linha de pensamento reversa

Durante o processo de tomada de decisão, você irá fazer suposições e isso é natural. Mas nada o impede de mexer com esses pressupostos a fim de obter uma visão mais ampla e objetiva da situação. Por exemplo, você pode assumir que a receita da sua empresa continuará crescendo nos próximos anos, mas e se elas caírem? Sua escolha se adaptará ao novo cenário?

Se você se interessa pelo assunto, conheça nosso curso de pós-graduação na área de Gestão Estratégica Empresarial. Inscreva-se e garanta já a sua vaga!

A importância do Marketing Estratégico para sua empresa

A Estratégia Mercadológica passa pela compreensão da organização e do seu posicionamento frente ao mercado concorrencial. Esta análise irá possibilitar o desenvolvimento de projetos que resultem em vantagem competitiva e superem as expectativas dos clientes, buscando a adaptação, de acordo com a necessidade evolutiva do mercado (focado em pesquisas).

Pode-se estruturar este modelo em etapas:

Modelo andragógico de aprendizagem para Estratégia Mercadológica

A primeira etapa do plano está no diagnóstico holístico e estratégico da empresa em relação ao mercado, focando suas competências mercadológicas, analisando as tendências internas (forças e fraquezas) e externas (oportunidades e ameaças) com o apoio do S.I.M. – Sistema de Informações de Mercado. A partir desta etapa o profissional de marketing poderá montar um mapa estratégico e ter uma compreensão melhor sobre os recursos e prioridades da empresa.

A segunda etapa, a partir do diagnostico, está na identificação dos GAPs e ou Hiatos estratégicos, os pontos que devem ser trabalhados para posicionar a empresa em níveis de competição superiores. É a etapa do Planejamento Mercadológico, identificando os cenários, definindo os objetivos estratégicos, táticos e operacionais e os fatores críticos de sucesso que devem ser suplantados com os projetos integrados de mercado.

A etapa final de desenvolvimento das responsabilidades e metas a serem atingidas dentro do cronograma físico e financeiro é a mais complexa, pois exige um esforço de toda a equipe para o atingimento dos objetivos estratégicos. Neste momento a necessidade de monitoramento e controle se faz presente, para compreender quais áreas e ou departamentos estão trabalhando para atingir as metas, acompanhado a intensidade, o tempo e os recursos da proposta do plano mercadológico.

Este modelo andragógico, traz a experimentação de cases mundiais, como fonte para a aprendizagem vivencial e dinâmica, focado na prática organizacional mercadológica, resultando em um novo mapa mental de múltiplas possibilidades adaptativas.

O diferencial, quando apresentamos nosso modelo de aprendizagem, está no pensamento estratégico como forma de reflexão para as escolhas e decisões em um mercado adaptativo.

Texto: Msc. Marcelo Piragibe – Professor do MBA em Gestão Estratégica Corporativa

Retração da demanda e o novo perfil do consumidor

A desaceleração no consumo dos brasileiros é um dos problemas enfrentados pelo varejo brasileiro em virtude do cenário econômico. A alta dos índices de desemprego, inflação e inadimplência trazem à mente do cidadão brasileiro os antigos temores que geram a retração. Diante disso, o consumidor está mais criterioso, adotando uma postura mais conservadora quanto a utilização dos seus recursos e com maior percepção de custo x benefício.

Ainda assim, há macrotendências que podemos considerar relevantes que independem do momento econômico. A “busca pelo significado” é uma delas, onde o consumidor busca aquilo que traz ou fortalece o sentimento de que as ações cotidianas estão alinhadas com o sentido que ele quer dar para sua vida. Um exemplo disso é o crescimento das chamadas “marcas verdes” e outras que promovem a sustentabilidade e/ou seus pilares como identidade. A partir desse entendimento, é possível descobrir quais são os aspectos mais relevantes e os critérios que este consumidor utiliza para sua decisão de compra.

Esta macrotendência se aplica muito bem, em cenários econômicos ou para grupos de consumidores onde, segundo a hierarquização das necessidades de Maslow, mesmo com as críticas à teoria, as necessidades fisiológicas e de segurança estão supridas, ou quase, em sua totalidade.  Caso contrário, o atributo “preço” será fator de extrema relevância na decisão de compra em detrimento aos demais atributos. 

Pensando no cenário brasileiro e fazendo um recorte para realidade catarinense, podemos citar algumas tendências que podem ser trabalhadas para enfrentar a desaceleração do consumo. Considerando as classes A e B, o apelo da “busca pelo significado” serve muito bem, uma vez que o status ainda funciona e a conveniência é palavra de ordem. Já para as classes C, D e E, o custo x benefício é primordial já que estas são diretamente impactadas pelo movimento do mercado e a inflação. Dessa forma, suas compras sempre tentarão obter o melhor produto/serviço pelo melhor preço. Com produtos cada vez mais comoditizados, o benefício é percebido por meio dos serviços agregados que vão desde a experiência com o atendimento recebido até o pós-venda. “Nesse sentido, encantar o consumidor é primordial para o comércio”, afirma o coordenador do programa Senac Varejo, Marcus Tutui.

Entre as fortes tendências citadas, em 2016, durante a Retail’s Big Show, maior feira de varejo do mundo realizada pela NRF (National Retail Federation), estão o engajamento do consumidor, o mobile, cooperação x competição, BIG DATA, processos efetivos, profissionalização das empresas e a experiência. Para Tutui, os clientes não querem só produtos, querem viver experiências relevantes por meio da interação com a marca.

Quando o assunto é a multicanalidade, já se pensa em uma realidade pós convergência de canais, uma vez que todos devem ser pensados como um só. O meio digital não pode ser diferente do físico já que fazem parte de um todo. “As empresas precisam compreender e se adequar a essa realidade para não terem seu alcance de comunicação limitado. É necessário que haja relevância nessa comunicação para que haja efetividade, independente da sua faixa etária, e consistência para o público-alvo de cada negócio”, complementa Tutui.

Hoje as pesquisas de mercado consideram outros aspectos, que os de pesquisa de censo, para traçar estratégias. Comportamentos, hobbies, preferências, novos arranjos familiares, entre outros, estão entre os mais relevantes. A forma como a geração atual entende o mundo está se libertando do paradigma cartesiano, com o qual as gerações anteriores e a maioria das empresas foram doutrinadas. O atual modelo de pensamento demanda que as empresas consigam otimizar seus esforços para adequar a comunicação de acordo com o seu público, canal e momento.

A inércia, pirataria, impostos e tributações e a retração da demanda são alguns dos desafios enfrentados pelos varejistas brasileiros, especialmente no atual cenário econômico. E para que as empresas do comércio possam desvendar as informações que são de fato relevantes para o novo mercado, é necessário deixar os dados demográficos em segundo plano. Sexo, idade, escolaridade, estado civil, por exemplo, devem deixar de ser o foco da segmentação. Para Ryan McConnell, da The Futures Company, acerca dos Millennials, também conhecidos como Geração Y (jovens nascidos nos anos 80 que cresceram em tempos de boom econômico): “Se você é muito focado em categorizações, você está forçando as pessoas dentro de caixas. E isto não cai bem para os Millennials”.

São as características e necessidades que vão fazer a diferença para conhecer melhor o público-alvo e suas demandas, focar em conhecer as características linguísticas, sociais, culturais, comportamentos, estilos de vidas e novos arranjos familiares, por exemplo, é o que vai trazer informação consistente para atingir a essência do que o neoconsumidor almeja. “Por meio da tecnologia, é possível ter acesso a estas informações. Ferramentas analíticas de métricas em websites, podem por exemplo levantar padrões por meio das relações nas redes sociais e históricos de buscas e comportamento na web”, afirma Marcus Tutui.

5 sacrifícios necessários para enriquecer

Quem quer ser milionário? Com base no número de pessoas que jogam na loteria todos os dias, é seguro afirmar que muitas pessoas responderiam à pergunta de forma positiva, inclusive você. O desejo por riqueza material está no imaginário da população brasileira e, muito provavelmente, da população mundial também. Contudo, enquanto para muitos o anseio não passa de um sonho distante, para outros é uma meta possível de ser alcançada. Mesmo que seja por meio de muito sacrifício, empenho e dedicação.

Como sua avó já dizia: “tudo que vale a pena exige esforço”. Tirar notas boas na faculdade, manter o corpo em forma e viver de forma financeiramente segura são alguns dos exemplos que comprovam suas sábias palavras. Portanto, se você quer seguir o caminho de grandes nomes como Samuel Klein (Casas Bahia), Luiza Trajano (Magazine Luiza) e Flavio Augusto da Silva (Wise Up) – grandes empresários que construíram seus impérios a partir do zero –  saiba que será preciso seguir um caminho árduo até o sucesso.

1. “Deus ajuda quem cedo madruga”

Mais um ditado popular que representa um verdadeiro ensinamento para empreendedores e aspirantes a empresários. Para enriquecer é preciso trabalhar muito, estar em constante atualização profissional e acumular cada vez mais conhecimento – especialmente na parte de gestão e finanças. Quanto mais informações nessas áreas, mais preparado você estará para investir seu patrimônio ou abrir seu próprio negócio. Portanto, existirão longas jornadas de trabalho e estudo à sua frente.

2. Abra mão de alguns prazeres momentâneos…

Sabe aquela pizza de toda sexta-feira à noite? Aquele cafezinho depois do almoço? Pare um instante e analise: será que esses pequenos gastos valem a pena? Vamos fazer uma conta rápida: se existem cerca de 250 dias úteis durante um ano e a bebida custa R$2,50, somente esse pingado inocente de todos os dias gera um déficit de R$625 no seu orçamento anual. Mas, não fique triste. Lembre-se: tudo o que você abdicar hoje trará recompensas muito mais intensas no futuro.

3. E não deixe de investir nas coisas certas

Sabe qual o investimento mais seguro que existe? Conhecimento. Investir em educação é sempre uma boa ideia, especialmente para quem deseja crescer na vida. Por meio de conhecimentos técnicos sobre gestão, finanças e marketing, por exemplo, o profissional consegue enxergar oportunidades de negócio com maior facilidade – obtendo mais chances de alcançar (e manter) uma boa saúde financeira.

4. Aprenda a administrar suas finanças

Sabe aquela frase “gaste apenas o que tem”? Esqueça-a. Guarde sempre uma parte do que ganha – mesmo que seu salário não seja muito alto. Tornar-se rico não significa apenas administrar as receitas de forma adequada, mas também diminuir as despesas e economizar. Pense assim: se você deseja abrir um negócio, por exemplo, suas economias podem ser utilizadas como capital inicial, diminuindo a necessidade de um possível empréstimo ou investimento externo.

5. Seja disciplinado

Veja a lista de milionários da Revista Forbes. Quantos deles chegaram onde estão sendo desleixados com suas metas? Acumular riquezas exige persistência. Portanto, evite fazer concessões e esteja preparado para superar momentos de cansaço, dúvida e vontade de desistir. Confie em seus instintos e mantenha o foco em seu objetivo. Assim que você alcançá-lo, todos os sacrifícios terão valido a pena.

Está convencido? Comece agora a correr atrás de seus sonhos! Conheça os nossos cursos de pós-graduação e obtenha todos os conhecimentos necessários para gerenciar sua jornada rumo ao sucesso. Clique no banner abaixo e inscreva-se.

Por que ser um especialista na área de finanças

Em um mundo tão competitivo e em constantes mudanças, é cada vez mais imprescindível e relevante tomar decisões financeiras assertivas para garantir a sobrevivência das empresas, independentemente do ramo de atuação. Em tempos de crise, a necessidade de um gestor financeiro competente é ainda maior, segundo a especialista em planejamento financeiro e professora da Faculdade Senac, Julien Ariani de Souza Laudelino.

“Gerenciar bem as finanças é a principal ferramenta estratégica para que os empresários sejam capazes de planejar, determinar e controlar suas metas financeiras de curto e longo prazo, por meio da análise da situação financeira da empresa e orientando a tomada de decisões sobre o negócio”, afirma.

Diante desse contexto, o mercado de trabalho exige profissionais de finanças cada vez mais qualificados e atualizados aos novos conceitos que transformam as demandas do mundo corporativo para gerenciar os recursos da empresa, com foco na gestão empresarial, visando controle, maximização do lucro e geração de valor. Essa é a proposta da pós-graduação em Estratégias Financeiras e Custos.

“Para quem está prestes a assumir uma nova função em uma empresa ou deseja mudar de área, essa pós-graduação é ideal. É também uma oportunidade de ampliar a rede de contatos profissionais, ou seja, seu networking”, afirma a coordenadora dos cursos de pós-graduação na Faculdade Senac em Criciúma, Ivone Mallmann.

O objetivo da pós-graduação em Estratégias Financeiras e Custos é promover o conhecimento teórico, crítico e de decisão no gerenciamento eficaz de estratégias financeiras e custos de uma organização, proporcionando habilidades de formação gerencial, análise de investimentos, mecanismos de controles internos e formulação e implantação de estratégias empresariais.

 

Entenda o que é BPM para ajudar seu negócio

Em quase duas década de surgimento, especialistas e pesquisadores em negócios corporativos buscam estabelecer uma definição oficial de BPM (Business Process Management ou Gerenciamento de Processos de Negócios). O BPM CBoK é um guia que contém o Corpo Comum de Conhecimento para gerenciamento de processos de negócio. Trazido para o português pela Association of Business Process Management Professionals (ABPMP), o guia versão 3.0 reúne o conhecimento fundamental aos profissionais que atuam em iniciativas de Gestão por Processos, disponível para associados. O Senac tem convênio estabelecido com a ABPMP do Brasil e com base no BPM CBoK trazemos alguns tópicos para apresentar o que é BPM. Confira nosso infográfico.

Se você deseja aprender e saber aplicar as principais técnicas de levantamento, mapeamento, análise, desenho e implantação de processos, conheça a Pós-Graduação em Gestão de Processos de Negócio do Senac. Saiba gerir processos de negócios alinhado as estratégias organizacionais, faça a diferença na sua empresa ou para o seu negócio e inscreva-se!

8 tipos de empreendedores que você precisa conhecer

Todo mundo pode ser empreendedor, basta ter a chance de libertar o seu potencial escondido. Esse conceito é defendido por Muhammad Yunus, economista bengalês que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2006 pelo trabalho social realizado no sul da Ásia. Para ele, a semente empreendedora faz parte das características inatas da espécie humana e, diferentemente do que se acreditou durante muitos anos, não existe apenas um caminho para fazê-la florescer.

No Brasil, o empreendedorismo está na moda. De acordo com a organização Endeavor, 80% dos estudantes universitários e recém formados desejam ter o seu próprio negócio e, segundo a pesquisa “Global Entrepreneurship Monitor”, 34 em cada 100 brasileiros com idade entre 18 e 64 anos possuem um CNPJ próprio ou estão envolvidos com a criação de um. Contudo, apesar desses números bastante expressivos, ainda existe um certo desconhecimento sobre as várias nuances do empreendedorismo.

Para José Dornelas, professor especialista no assunto, não existe um único tipo de empreendedor. Ao analisar as características de grandes empresários brasileiros – como Antônio Ermírio de Moraes (Grupo Votorantim), Sílvio Santos (SBT), Abílio Diniz (BRF), Samuel Klein (Casas Bahia) e Luíza Helena Trajano (Magazine Luiza), entre outros – e compará-las a 399 voluntários, o autor conseguiu traçar oito tipos de perfis empreendedores recorrentes. São eles:

1. O empreendedor nato (mitológico)

É o tipo de pessoa que possui uma história de vida emocionante e, não raro, iniciou sua carreira com dificuldades financeiras. Esse empreendedor geralmente entra para o mercado de trabalho ainda muito jovem, adquirindo grande experiência nas artes de negociação e vendas.

Visionários, os homens e mulheres que atendem a esse perfil são muito otimistas e, mesmo trabalhando um alto número de horas durante a semana, nunca perdem o sorriso do rosto. Geralmente possuem um laço muito forte com a sua família e com a sua religião.

2. O empreendedor que aprende (inesperado)

Bastante comum, esse tipo de empreendedor é uma pessoa que, quando menos esperava, encontrou uma oportunidade de negócio atraente, abraçando-a. Antes de se encontrar nessa situação favorável, esse perfil nunca havia considerado abrir uma empresa, focando toda a sua atenção em seguir carreira dentro de uma grande corporação. Muitas vezes, é uma pessoa que se torna empresário por meio de sociedade e não por iniciativa própria, aprendendo a lidar com os desafios do mercado no decorrer da jornada.

 3. O empreendedor serial (cria novos negócios)

É o tipo de pessoa apaixonada pelo ato de empreender. Por isso, não se contenta em abrir uma empresa e ficar à frente dela até que se torne um sucesso. Quando as coisas começam a se estabilizar, o empreendedor serial opta por procurar o próximo desafio.

Dinâmico, esse empresário está sempre atento a tudo que ocorre ao seu redor. Frequenta muitos eventos do ramo, participa de associações e é mestre do networking. É visto como um líder motivador e um negociador talentoso. Não ter medo do fracasso é a sua melhor qualidade.

 4. O empreendedor corporativo

Esse é um empreendedor que tem sido cada vez mais valorizado devido a sua capacidade de inovar e renovar processos dentro de outras empresas. Trabalha com foco nos resultados, assume riscos e desenvolve estratégias avançadas de negociação. É um comunicador excelente, sabe vender as suas ideias e possui uma vasta rede denetworking. Contudo, devido ao fato de não ser o dono da organização, precisa aprender a lidar com o desafio da falta de autonomia.

 5. O empreendedor social

Sua missão de vida é construir um mundo melhor e mais justo para as futuras gerações. Possui características parecidas com as dos demais empreendedores, mas a diferença é que os resultados dos seus projetos visam trazer benefícios para um grupo necessitado e não para si. Para países em desenvolvimento, como o Brasil, o empreendedor social é de extrema importância, pois auxilia a preencher lacunas deixadas pelo poder público.

De todos os empreendedores, esse é o único que não tem como objetivo principal a criação de um patrimônio financeiro.

 6. O empreendedor por necessidade

O empreendedor por necessidade abre o seu próprio negócio porque não tem alternativa. Muitas vezes ele não possui mais acesso ao mercado de trabalho ou foi demitido, precisando trabalhar por conta própria. O envolvimento com negócios informais é bastante comum nesse perfil, desenvolvendo tarefas simples e prestando serviços em troca de um pequeno retorno financeiro. Um grande exemplo, nesse caso, são mães que trabalham de casa para complementar a renda enquanto cuidam dos filhos.

Para o autor, esse tipo de empreendedor é um grande problema social para os países em desenvolvimento, pois não contribui para a evolução da economia como um todo. Dornelas afirma que, muitas vezes, esse empreendedor é uma vítima do modelo capitalista atual, pois não possui acesso a recursos ou à educação necessária para abrir um negócio de forma estruturada.

7. O empreendedor herdeiro (sucessão familiar)


É a pessoa responsável por continuar o legado da sua família com o desafio de multiplicar o patrimônio herdado. Por ter nascido em um berço empreendedor, muitas vezes esse tipo de empresário inicia seu aprendizado muito cedo e acaba por assumir cargos de direção ainda jovem.

Alguns dos representantes desse perfil têm um forte senso de independência, desejando inovar e mudar as regras nas organizações criadas pelos seus pais e avós. Já outros preferem seguir a velha máxima de “em time que está ganhando não se mexe”.

8. O “normal” (planejado)

Organizado, esse perfil “faz a lição de casa” antes de pensar em empreender. Por saber que os empresários bem-sucedidos geralmente são aqueles que valorizam um bom planejamento estratégico, esses homens e mulheres optam por buscar mais conhecimento por meio de cursos de educação empreendedora.

Seu objetivo é alcançar a sustentabilidade financeira do seu negócio e, por isso, busca sempre analisar detalhadamente todos passos do empreendimento, minimizando os riscos e procurando garantir os melhores resultados.

Empreender é uma atividade importante para o futuro econômico de todos os países e, por isso, deve ser encorajada desde os primeiros anos. Se você, assim como o perfil número 8, também deseja obter o conhecimento necessário para minimizar os riscos de uma nova empreitada, conheça os cursos de Pós-Graduação do Senac.

7 aplicativos para quem quer empreender

Precisamos ser sinceros: empreender não é nada fácil. Mas, acredite, assim como quando você aprendeu a andar de bicicleta, as dificuldades do período de aprendizado não se comparam à liberdade de poder seguir o próprio caminho.

No começo, era difícil manter o ritmo das pedaladas sem cair, certo? Por isso, é bem provável que seus pais tenham equipado sua bike com rodinhas laterais, de modo a ajudá-lo a aumentar a sua autoconfiança. Hoje você pode até não precisar mais desse tipo de acessório, mas ele foi essencial para o início do seu treinamento.

Com o empreendedorismo acontece algo muito parecido. Chega um momento que você se encontra frente a uma estrada de difícil acesso, na qual precisará se equipar com os melhores instrumentos disponíveis para conseguir fazer a trajetória com sucesso. Essa é a hora que você poderá contar com a ajuda de alguns aplicativos criados especialmente para facilitar a sua vida – ou melhor, a vida do seu negócio. Confira:

1. Agendor

Disponível em: iOS e Android

Agendor é um aplicativo de CRM (Customer Relationship Management) Online desenvolvido para otimizar e organizar os processos comerciais da sua empresa – algo que você vai precisar bastante se quiser fazer o seu negócio crescer de forma sustentável. Entre as suas principais funções estão: centralizar o cadastro de clientes, controlar entradas e saídas de estoque e analisar o desempenho da equipe de vendas.

2. Evernote

Disponível em: iOS, Windows Phone e Android

Um aplicativo para você coletar, organizar e armazenar o que quiser. Crie notas, guarde links importantes, grave insights, guarde fotos de contratos de clientes e fornecedores… Enfim, reúna as principais informações ligadas ao seu negócio em um banco de dados virtual que pode ser acessado tanto via mobile quanto web. Prático, não?

3. CamCard

Disponível em: iOS, Windows Phone e Android

Toda reunião que se preza inicia com a troca de cartões de visita. Por isso, depois de alguns meses batendo papo com clientes, parceiros e fornecedores, é muito provável que você seja soterrado por um montante de papel.

Com o CamCard você poderá fotografar cada cartão, capturar os seus dados – nome, telefone, empresa, cargo e e-mail – e os organizá-los na agenda do seu smartphone como um novo contato, tornando todo o processo mais simples e eficiente.

4. Endeavor Vídeos

Disponível em: iOS

Todo empreendedor precisa de um chá de inspiração de vez em quando – um estímulo de quem já passou pelas mesmas situações e conseguiu dar a volta por cima. Por que não receber essa ajudinha de alguns dos principais empresários do nosso país?

É exatamente isso que a Endeavor se propôs a fazer. Neste aplicativo você encontra dicas de grandes nomes, como Abílio Diniz (Pão de Açúcar), Luiz Seabra (Natura), Robinson Shiba (China in Box), Beto Sicupira (Inbev), Alexandre Costa (Cacau Show), Roberto Civita (Abril), entre outros, sobre como tocar o seu próprio negócio.

5. Todoist

Disponível em: iOS e Android

Já deu para perceber que a palavra-chave para ser um empreendedor bem sucedido é organização, certo? Dessa forma, não podíamos deixar de sugerir um gerenciador de tarefas para ajudá-lo a coordenar as atividades da sua nova empresa.

Todoist é uma ferramenta que gerencia listas de afazeres e as organiza por data de entrega. Com ela você pode agendar tarefas, delegar projetos e acompanhar o desenvolvimento da sua equipe, tanto online quanto offline. O aplicativo também possui uma versão para desktop e navegador, facilitando ainda mais o controle de todos os processos operacionais do seu negócio.

6. Sunrise

Disponível em: iOS e Android

Sim, nós sabemos que já existem várias ofertas de calendários para smartphones disponíveis no mercado. Mas, para um novo empreendedor, isso pode não ser suficiente para agendar todos os compromissos da semana.

O Sunrise Calendar reúne os eventos e datas importantes do Facebook, Agenda Google, Evernote e Todoist, tudo em um só lugar, o que permite maior controle sobre os seus compromissos pessoais e profissionais. Além disso, o aplicativo também possui a função “Meet”, cuja função é identificar os períodos livres da sua agenda e compartilhá-los com clientes e fornecedores com apenas um clique.

7. Qipu

Disponível em: iOS, Windows Phone e Android

Criado a partir de uma parceria entre Sebrae e Buscapé, o aplicativo se propõe a ajudar microempreendedores individuais (MEIs) a controlarem as obrigações das microempresas, enviando alertas sobre contribuições fiscais, arrecadações e benefícios, além de facilitar o gerenciamento das operações financeiras do seu negócio. Por meio da ferramenta, você também pode lançar receitas e despesas, fotografar comprovantes e emitir notas fiscais.

Além de todas essas ferramentas, você também pode contar com a nossa ajuda. Matricule-se em um de nossos cursos de pós-graduação na área de Gestão e obtenha o conhecimento necessário para comandar a sua própria empresa. Confira também alguns de nossos outros posts sobre o tema. Temos certeza que eles serão muito úteis nessa desafiadora jornada. :-)

Boa sorte e ótimos negócios!

Santa Catarina, negócios e cerveja [Infográfico]

É fato: cerveja e negócios fazem uma bela combinação. E isso você já sabe. O que você talvez ainda não saiba é o tamanho do mercado cervejeiro em Santa Catarina. O Estado, que representa o 4º maior produtor da bebida no Brasil, é o berço de dezenas de rótulos que conquistaram o coração (e o paladar) de muita gente por aí – especialmente quando o assunto é cerveja artesanal.

Ein Prosit!

Com a nossa forte colonização alemã, o resultado não poderia ser outro. No Vale do Itajaí, onde a cultura germânica é ainda mais presente, a mistura de empreendedorismo e uma “boa gelada” resultou não só na maior concentração de cervejarias artesanais da região, mas também em grandes eventos turísticos, como o “Festival da Cerveja”, o “Festival de Botecos” e a famosa “Oktoberfest”.

Em 2008, existiam apenas 18 cervejarias em SC. Hoje, esse número já passa de 40. Para os próximos anos, as perspectivas de investimento continuam bastante positivas, uma vez que ainda há muito espaço a ser explorado economicamente – veja o infográfico.

Se você deseja criar o seu próprio negócio, é importante estar preparado. Além de conhecer as técnicas de produção, tendências e ser apaixonado pelo universo das cervejas artesanais, é fundamental ter conhecimento na área de gestão. Afinal, gerenciar uma empresa pode ser bastante desafiador.

Ficou interessado? Conheça os cursos de Pós-graduação em Gestão Empresarial Estratégica e em Gestão da Produção e da Qualidade do Senac e adquira o conhecimento necessário para tornar o seu sonho realidade.

Profissionais graduados em finanças atuam com informações estratégicas para tomada de decisão

Finanças é um assunto que interessa a empresas de todos os portes e segmentos. Em momentos desfavoráveis, o foco são cortes de custos. Já em períodos oportunos, o planejamento financeiro é direcionado para investimentos. Pela sua complexidade e função estratégica para as organizações, a equipe da área de finanças costuma ser escolhida de forma criteriosa, com profissionais que apresentam qualificação específica e mostram habilidades em questões como percepção de futuro, análise de riscos e racionalização de gastos.

O primeiro passo para quem deseja atuar com finanças é desenvolver as competências exigidas pelo mercado de trabalho. Com esse objetivo, o Senac oferta em Santa Catarina o curso superior de Tecnologia em Gestão Financeira. O profissional que finaliza essa graduação está habilitado para gerir recursos financeiros e aplicar métodos e técnicas econômico-financeiras, a partir de uma visão abrangente do contexto, com a finalidade de maximizar as riquezas da organização.

Durante o curso, são explorados assuntos como planejamento e captação de recursos financeiros para viabilização de projetos e investimentos; análise de demonstrações financeiras e estudo de viabilidade em diferentes cenários e ambientes organizacionais; gerenciamento de informação econômico-financeira, viabilizando a tomada de decisão. Junto aos conhecimentos e habilidades trabalhados na graduação, também é necessário se manter atualizado sobre a situação da economia brasileira e mundial, além de entender produtos e serviços do mercado financeiro.

Depois de formado, o Tecnólogo em Gestão Financeira pode atuar em locais como departamentos financeiros de empresas, bancos, instituições de crédito e organizações do terceiro setor. Também é possível trabalhar como autônomo, oferecendo consultoria na área. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, mais de 19 mil gerentes administrativos, financeiros e de riscos atuavam registrados em 2014, com salário médio mensal de R$3.259,67.

Os interessados no curso superior de Tecnologia em Gestão Financeira podem fazer sua inscrição no vestibular Senac 2016 neste link e optar por fazer uma redação ou concorrer pela nota na redação do ENEM.