Empreendedorismo e Negócios

5 lições dos mestres de grandes empresas

Foi durante uma palestra na Retail’s Big Show, em janeiro deste ano, em Nova Iorque, que Dave Ratner, presidente e Diretor Chefe de Instigação da Dave’s Soda e Pety City, deu uma grande dica aos empresários a frente de pequenos negócios: implementar as diversas estratégias e ideias de sucesso, utilizadas pelos renomados varejistas. Elas podem auxiliar na obtenção do sucesso e virar o jogo em seus negócios. Ratner fala isso com conhecimento de causa, pois aproveitou o contato que tinha com os grandes empresários americanos para melhorar a performance da sua empresa e suas estratégias de gestão.

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Saiba como usar a cultura de inovação para alavancar sua empresa

Inovar é um atributo necessário a qualquer pessoa que queira se manter competitivo com o passar dos anos. Afinal, tecnologias surgem, a sociedade muda e, consequentemente, nossa forma de lidar com o mundo ao nosso redor também. Com as empresas não é diferente. Tanto pelo ponto de vista interno quanto pelo externo, a cultura de inovação é muito importante.

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Coaching: o que é e que benefícios traz para sua vida?

Cada dia mais, o mercado de trabalho busca profissionais que possuam não apenas uma boa formação acadêmica, mas que também saibam construir e manter bons relacionamentos interpessoais. Ou seja, autocontrole e compreensão para lidar com os colegas de trabalho e com as mudanças do ambiente corporativo é uma qualidade que empregadores buscam na hora da contratação.

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5 dicas para quem busca empreender no setor de beleza

O Brasil é, atualmente, o terceiro mercado global em beleza, atrás apenas da China e dos Estados Unidos. Não à toa, o brasileiro destina cerca de 2% do seu orçamento à compra de produtos de higiene e beleza, movimentando 42 milhões de dólares, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).

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Característica de todo bom líder: saber ouvir.

Conduzir de forma eficaz uma equipe de trabalho é fundamental para qualquer gestor. No entanto, mobilizar e inspirar colaboradores a seguirem suas ideias não é uma tarefa fácil. É por isso que um bom líder, mais do que competência para exercer sua função, deve também reconhecer as qualidades e ouvir as opiniões das pessoas com quem trabalha, a fim de que elas se sintam estimuladas a contribuir cada vez mais para o sucesso do negócio.

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5 estratégias que facilitam a tomada de decisões

Tomar decisões, mesmo as mais rotineiras, não é uma tarefa fácil e a situação fica ainda mais desafiadora quando você é um empresário ou tem uma posição de liderança em uma grande companhia. Nesses casos, é preciso avaliar quais as melhores escolhas não só para o seu negócio, mas também para a sua equipe. E aí entram aquelas reuniões intermináveis e discussões que pouco contribuem para um efetivo desfecho, trazendo perda de tempo e dinheiro.

Para evitar todo esse desgaste, especialistas recomendam usar uma linha objetiva de raciocínio e eliminar ao máximo qualquer influência emocional que possa comprometer a tomada de decisão. Na teoria, parece bastante simples, no entanto nós sabemos que é quase impossível abandonarmos nossas crenças e opiniões na hora de avaliar um problema. O que se pode fazer é usar algumas estratégias que aceleram o processo e ajudam na hora das decisões:

1. Reconheça suas subjetividades

As decisões deixam de ser objetivas no momento em que as emoções começam a interferir em sua avaliação a respeito de determinado problema. Para evitar que isso aconteça, desenvolva um pensamento crítico sobre quais fatores podem contribuir para um julgamento subjetivo e, se perceber que está indo por este caminho, reestruture sua linha de raciocínio.

2. Use quadro de prós e contras

Avalie as opções e liste os pontos positivos e os negativos. Para facilitar, faça uma escala e dê pontuação a cada uma das características – afinal, uma equipe muito produtiva pode compensar um gasto um pouco maior, por exemplo. Isso ajudará você a ter uma visão mais ampla e racional das suas escolhas.

3. Imagine que você está aconselhando um amigo

Quando você está dentro de uma situação, suas percepções acabam distorcidas e fica mais fácil se perder na hora de considerar todos os aspectos que envolvem sua decisão. Imaginar o conselho que você daria a um amigo pode ajudar a trazer uma perspectiva de alguém de fora.

4. Destaque os fatores decisivos

Em vez de tentar avaliar todos os pontos, estabeleça quais os aspectos mais importantes para aquela decisão. Se, por exemplo, você entender que naquele caso o menor preço e a logística são as questões primordiais, elimine todo o resto. A partir daí, fica mais fácil fazer uma escolha objetiva com base apenas nesses dois tópicos. Agora é só descobrir quais os fatores mais relevantes, né?

5. Experimente uma linha de pensamento reversa

Durante o processo de tomada de decisão, você irá fazer suposições e isso é natural. Mas nada o impede de mexer com esses pressupostos a fim de obter uma visão mais ampla e objetiva da situação. Por exemplo, você pode assumir que a receita da sua empresa continuará crescendo nos próximos anos, mas e se elas caírem? Sua escolha se adaptará ao novo cenário?

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A importância do Marketing Estratégico para sua empresa

A Estratégia Mercadológica passa pela compreensão da organização e do seu posicionamento frente ao mercado concorrencial. Esta análise irá possibilitar o desenvolvimento de projetos que resultem em vantagem competitiva e superem as expectativas dos clientes, buscando a adaptação, de acordo com a necessidade evolutiva do mercado (focado em pesquisas).

Pode-se estruturar este modelo em etapas:

Modelo andragógico de aprendizagem para Estratégia Mercadológica

A primeira etapa do plano está no diagnóstico holístico e estratégico da empresa em relação ao mercado, focando suas competências mercadológicas, analisando as tendências internas (forças e fraquezas) e externas (oportunidades e ameaças) com o apoio do S.I.M. – Sistema de Informações de Mercado. A partir desta etapa o profissional de marketing poderá montar um mapa estratégico e ter uma compreensão melhor sobre os recursos e prioridades da empresa.

A segunda etapa, a partir do diagnostico, está na identificação dos GAPs e ou Hiatos estratégicos, os pontos que devem ser trabalhados para posicionar a empresa em níveis de competição superiores. É a etapa do Planejamento Mercadológico, identificando os cenários, definindo os objetivos estratégicos, táticos e operacionais e os fatores críticos de sucesso que devem ser suplantados com os projetos integrados de mercado.

A etapa final de desenvolvimento das responsabilidades e metas a serem atingidas dentro do cronograma físico e financeiro é a mais complexa, pois exige um esforço de toda a equipe para o atingimento dos objetivos estratégicos. Neste momento a necessidade de monitoramento e controle se faz presente, para compreender quais áreas e ou departamentos estão trabalhando para atingir as metas, acompanhado a intensidade, o tempo e os recursos da proposta do plano mercadológico.

Este modelo andragógico, traz a experimentação de cases mundiais, como fonte para a aprendizagem vivencial e dinâmica, focado na prática organizacional mercadológica, resultando em um novo mapa mental de múltiplas possibilidades adaptativas.

O diferencial, quando apresentamos nosso modelo de aprendizagem, está no pensamento estratégico como forma de reflexão para as escolhas e decisões em um mercado adaptativo.

Texto: Msc. Marcelo Piragibe – Professor do MBA em Gestão Estratégica Corporativa

Retração da demanda e o novo perfil do consumidor

A desaceleração no consumo dos brasileiros é um dos problemas enfrentados pelo varejo brasileiro em virtude do cenário econômico. A alta dos índices de desemprego, inflação e inadimplência trazem à mente do cidadão brasileiro os antigos temores que geram a retração. Diante disso, o consumidor está mais criterioso, adotando uma postura mais conservadora quanto a utilização dos seus recursos e com maior percepção de custo x benefício.

Ainda assim, há macrotendências que podemos considerar relevantes que independem do momento econômico. A “busca pelo significado” é uma delas, onde o consumidor busca aquilo que traz ou fortalece o sentimento de que as ações cotidianas estão alinhadas com o sentido que ele quer dar para sua vida. Um exemplo disso é o crescimento das chamadas “marcas verdes” e outras que promovem a sustentabilidade e/ou seus pilares como identidade. A partir desse entendimento, é possível descobrir quais são os aspectos mais relevantes e os critérios que este consumidor utiliza para sua decisão de compra.

Esta macrotendência se aplica muito bem, em cenários econômicos ou para grupos de consumidores onde, segundo a hierarquização das necessidades de Maslow, mesmo com as críticas à teoria, as necessidades fisiológicas e de segurança estão supridas, ou quase, em sua totalidade.  Caso contrário, o atributo “preço” será fator de extrema relevância na decisão de compra em detrimento aos demais atributos. 

Pensando no cenário brasileiro e fazendo um recorte para realidade catarinense, podemos citar algumas tendências que podem ser trabalhadas para enfrentar a desaceleração do consumo. Considerando as classes A e B, o apelo da “busca pelo significado” serve muito bem, uma vez que o status ainda funciona e a conveniência é palavra de ordem. Já para as classes C, D e E, o custo x benefício é primordial já que estas são diretamente impactadas pelo movimento do mercado e a inflação. Dessa forma, suas compras sempre tentarão obter o melhor produto/serviço pelo melhor preço. Com produtos cada vez mais comoditizados, o benefício é percebido por meio dos serviços agregados que vão desde a experiência com o atendimento recebido até o pós-venda. “Nesse sentido, encantar o consumidor é primordial para o comércio”, afirma o coordenador do programa Senac Varejo, Marcus Tutui.

Entre as fortes tendências citadas, em 2016, durante a Retail’s Big Show, maior feira de varejo do mundo realizada pela NRF (National Retail Federation), estão o engajamento do consumidor, o mobile, cooperação x competição, BIG DATA, processos efetivos, profissionalização das empresas e a experiência. Para Tutui, os clientes não querem só produtos, querem viver experiências relevantes por meio da interação com a marca.

Quando o assunto é a multicanalidade, já se pensa em uma realidade pós convergência de canais, uma vez que todos devem ser pensados como um só. O meio digital não pode ser diferente do físico já que fazem parte de um todo. “As empresas precisam compreender e se adequar a essa realidade para não terem seu alcance de comunicação limitado. É necessário que haja relevância nessa comunicação para que haja efetividade, independente da sua faixa etária, e consistência para o público-alvo de cada negócio”, complementa Tutui.

Hoje as pesquisas de mercado consideram outros aspectos, que os de pesquisa de censo, para traçar estratégias. Comportamentos, hobbies, preferências, novos arranjos familiares, entre outros, estão entre os mais relevantes. A forma como a geração atual entende o mundo está se libertando do paradigma cartesiano, com o qual as gerações anteriores e a maioria das empresas foram doutrinadas. O atual modelo de pensamento demanda que as empresas consigam otimizar seus esforços para adequar a comunicação de acordo com o seu público, canal e momento.

A inércia, pirataria, impostos e tributações e a retração da demanda são alguns dos desafios enfrentados pelos varejistas brasileiros, especialmente no atual cenário econômico. E para que as empresas do comércio possam desvendar as informações que são de fato relevantes para o novo mercado, é necessário deixar os dados demográficos em segundo plano. Sexo, idade, escolaridade, estado civil, por exemplo, devem deixar de ser o foco da segmentação. Para Ryan McConnell, da The Futures Company, acerca dos Millennials, também conhecidos como Geração Y (jovens nascidos nos anos 80 que cresceram em tempos de boom econômico): “Se você é muito focado em categorizações, você está forçando as pessoas dentro de caixas. E isto não cai bem para os Millennials”.

São as características e necessidades que vão fazer a diferença para conhecer melhor o público-alvo e suas demandas, focar em conhecer as características linguísticas, sociais, culturais, comportamentos, estilos de vidas e novos arranjos familiares, por exemplo, é o que vai trazer informação consistente para atingir a essência do que o neoconsumidor almeja. “Por meio da tecnologia, é possível ter acesso a estas informações. Ferramentas analíticas de métricas em websites, podem por exemplo levantar padrões por meio das relações nas redes sociais e históricos de buscas e comportamento na web”, afirma Marcus Tutui.

5 sacrifícios necessários para enriquecer

Quem quer ser milionário? Com base no número de pessoas que jogam na loteria todos os dias, é seguro afirmar que muitas pessoas responderiam à pergunta de forma positiva, inclusive você. O desejo por riqueza material está no imaginário da população brasileira e, muito provavelmente, da população mundial também. Contudo, enquanto para muitos o anseio não passa de um sonho distante, para outros é uma meta possível de ser alcançada. Mesmo que seja por meio de muito sacrifício, empenho e dedicação.

Como sua avó já dizia: “tudo que vale a pena exige esforço”. Tirar notas boas na faculdade, manter o corpo em forma e viver de forma financeiramente segura são alguns dos exemplos que comprovam suas sábias palavras. Portanto, se você quer seguir o caminho de grandes nomes como Samuel Klein (Casas Bahia), Luiza Trajano (Magazine Luiza) e Flavio Augusto da Silva (Wise Up) – grandes empresários que construíram seus impérios a partir do zero –  saiba que será preciso seguir um caminho árduo até o sucesso.

1. “Deus ajuda quem cedo madruga”

Mais um ditado popular que representa um verdadeiro ensinamento para empreendedores e aspirantes a empresários. Para enriquecer é preciso trabalhar muito, estar em constante atualização profissional e acumular cada vez mais conhecimento – especialmente na parte de gestão e finanças. Quanto mais informações nessas áreas, mais preparado você estará para investir seu patrimônio ou abrir seu próprio negócio. Portanto, existirão longas jornadas de trabalho e estudo à sua frente.

2. Abra mão de alguns prazeres momentâneos…

Sabe aquela pizza de toda sexta-feira à noite? Aquele cafezinho depois do almoço? Pare um instante e analise: será que esses pequenos gastos valem a pena? Vamos fazer uma conta rápida: se existem cerca de 250 dias úteis durante um ano e a bebida custa R$2,50, somente esse pingado inocente de todos os dias gera um déficit de R$625 no seu orçamento anual. Mas, não fique triste. Lembre-se: tudo o que você abdicar hoje trará recompensas muito mais intensas no futuro.

3. E não deixe de investir nas coisas certas

Sabe qual o investimento mais seguro que existe? Conhecimento. Investir em educação é sempre uma boa ideia, especialmente para quem deseja crescer na vida. Por meio de conhecimentos técnicos sobre gestão, finanças e marketing, por exemplo, o profissional consegue enxergar oportunidades de negócio com maior facilidade – obtendo mais chances de alcançar (e manter) uma boa saúde financeira.

4. Aprenda a administrar suas finanças

Sabe aquela frase “gaste apenas o que tem”? Esqueça-a. Guarde sempre uma parte do que ganha – mesmo que seu salário não seja muito alto. Tornar-se rico não significa apenas administrar as receitas de forma adequada, mas também diminuir as despesas e economizar. Pense assim: se você deseja abrir um negócio, por exemplo, suas economias podem ser utilizadas como capital inicial, diminuindo a necessidade de um possível empréstimo ou investimento externo.

5. Seja disciplinado

Veja a lista de milionários da Revista Forbes. Quantos deles chegaram onde estão sendo desleixados com suas metas? Acumular riquezas exige persistência. Portanto, evite fazer concessões e esteja preparado para superar momentos de cansaço, dúvida e vontade de desistir. Confie em seus instintos e mantenha o foco em seu objetivo. Assim que você alcançá-lo, todos os sacrifícios terão valido a pena.

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