Design e Artes

5 aulas online para quem se interessa por literatura

Lembre-se do seu livro favorito. Aquele que você demorou semanas para ler os últimos capítulos, na intenção de prolongar um pouco mais a história. Ou então aqueles títulos cujos personagens você admirava a ponto de rir com suas conquistas e chorar com suas perdas (desafio você a ler Marley & Eu sem derramar nenhuma lágrima!). Pois bem, todos os títulos que vieram a sua cabeça são exemplos de como a literatura é capaz de influenciar e comover por meio de suas narrativas.

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7 dicas para quem sonha em trabalhar com moda

Arrumar um emprego no mercado fashion pode parecer, à primeira vista, que se trata apenas de vestir as roupas certas e frequentar festas luxuosas. No entanto, basta ir um pouco mais a fundo para perceber que a realidade é muito diferente do que se imagina. Correria, horas extras, expediente aos finais de semana, pressão e concorrência são alguns dos aspectos que caracterizam o universo de quem trabalha com moda.

Se esse é realmente o seu sonho, saiba que você precisará trabalhar duro, derrubar estereótipos de superficialidade e estar sempre disposto a aprender. Mas fica tranquilo que os resultados compensarão os esforços. E para facilitar um pouco o seu caminho, separamos algumas dicas valiosas que vão ajudar a alcançar o seu sonho. Vem ver:

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6 artistas catarinenses que você precisa conhecer

  • Atualizado em 15/01/2018

O que é arte para você? Uma belíssima pintura renascentista? Talvez uma escultura dos deuses gregos criada há mais de 3.000 anos? Sim, arte é tudo isso, mas, diferentemente do que alguns imaginam, ela não precisa pertencer a um período antigo ou estar escondida em um museu. É possível encontrá-la nas ruas, bem em frente aos nossos olhos. Não à toa, ao longo do tempo, diversos artistas catarinenses se destacaram pelo trabalho que fizeram.

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5 cadeiras que mudaram a história do design

Você sabe a diferença entre arte e design? Pare e olhe ao seu redor. Seja em casa ou no escritório, é muito provável que você esteja em um local com objetos de todos os tipos. Como você os classificaria? Quais deles são arte? Quais são design?

É provável que você tenha encontrado muito mais respostas para a última pergunta do que para a anterior, pois quase todos os objetos que possuímos hoje – desde sua xícara de café até seu celular – são considerados objetos de design. Segundo o dicionário, design significa conceber um produto (máquina, utensílio, mobiliário, embalagem, publicação, entre outros), especialmente no que se refere à sua forma física. O designer é um profissional que busca solucionar necessidades de forma prática e viável, considerando aspectos estéticos e funcionais, enquanto o artista não possui esse mesmo objetivo. Ele busca, por meio de suas obras, transmitir algum sentimento ou pensamento para quem as contempla.

Para muitos, essa diferença passa despercebida. Porém, essa confusão é perfeitamente compreensível. Todos os dias nos deparamos com objetos tão lindos que certamente mereciam um lugar nos principais museus do mundo. São cafeteiras, espremedores de suco, cadeiras… peças comuns que todos possuem dentro de suas casas, mas com um “algo a mais” que as tornam para lá de especiais.

Mais que um assento comum

Graças a grandes nomes, como Frank Lloyd Wright, Gerrit Rietveld, Mies Van der Rohe, Le Corbusier, entre outros, não é preciso ser rei ou sultão para sentar em uma cadeira diferente. É só contar com a ajuda de um bom designer de interiores e investir em objetos bacanas para sua casa. Por isso, se você tem interesse em decoração ou quer conhecer um pouco mais sobre as cadeiras mais famosas do mundo, confira nossa lista abaixo! Com certeza você reconhecerá muitas delas em filmes, novelas e revistas de agora em diante. ;)

1. Poltrona Barcelona

Criada em 1929 pelo designer alemão Mies Van der Rohe, a Poltrona Barcelona foi concebida para servir de trono para o Rei Alfonso XIII e sua esposa Ena durante a Exposição Mundial de 1929. Não é incrível? Anos depois o designer vendeu os direitos autorais para a marca Knoll, que passou a reproduzi-la para o comércio. Mais de oito décadas após a produção das primeiras duas poltronas, a peça continua sendo considerada bastante moderna e atual por profissionais de decoração de todo o mundo.

2. Poltrona LC2

Le Corbusier era um arquiteto famoso por trabalhar com linhas retas, aço e concreto armado. Com dificuldade de encontrar peças de decoração que combinassem com seus projetos modernistas, ele se juntou a um grupo de designers para projetar uma série de mobílias que seguissem a mesma linguagem estética de suas construções. Em 1928 nasceu a LC2, uma poltrona simples e sóbria que reforça os princípios de neutralidade e conforto, conceitos trabalhados pelo arquiteto em toda sua carreira.

3. Espreguiçadeira Eames

 

Feita de madeira compensada e couro maleável, a peça criada pelo casal Eames levou anos para ser desenvolvida, sendo lançada pela empresa Herman Miller somente em 1956. Inspirada pelas cadeiras de couro tradicionais da Inglaterra, chamadas de club chairs, a espreguiçadeira é considerada um dos designs de mobília mais expressivos do século 20. Não é à toa que a peça faz parte da coleção permanente do MoMa – o Museu de Arte Moderna de Nova York.

4. Poltrona Egg

 

Com traços marcantes, a Poltrona Egg foi projetada em 1958 pelo arquiteto dinamarquês Arne Jacobsen – considerado um dos designers de mobiliário mais importantes e admirados de todos os tempos. Originalmente, a peça foi projetada para contrastar com as formas retas do hotel Radisson SAS em Copenhague, construção que também levava sua assinatura. Hoje, a poltrona continua sendo editada e comercializada pela fabricante Fritz Hansen, também da Dinamarca. Confira o processo de fabricação manual no vídeo abaixo:

5. Poltrona Mole

Não podíamos terminar sem uma representante nacional, não é mesmo? Criada em 1957 pelo arquiteto Sérgio Rodrigues, a peça chegou a ficar um ano em exposição na vitrine de uma loja carioca, sem ter nenhum comprador interessado. O motivo, segundo boatos, era que ela lembrava uma “cama de cachorro” – expressão que virou seu apelido por muito tempo. Em 1961, o designer a inscreveu no Concurso Internacional de Design de Móveis de Cantu, na Itália, e ganhou. Ela foi premiada por valorizar a questão regional, enquanto as peças dos concorrentes não traziam nenhum elemento de suas origens. A partir dessa data, a poltrona passou a ser sucesso entre o público mais abastado. Que reviravolta!

Cadeiras e poltronas podem ser muito mais que apenas um lugar para descanso. Elas podem fazer a diferença na decoração de uma casa, escritório ou comércio – para o bem ou para o mal. Por isso a importância de contar com a ajuda de um profissional bem capacitado. Se você tem interesse em desenvolver e executar projetos de interiores com criatividade, excelência e visão sistêmica, conheça o curso técnico em Design de Interiores do Senac/SC. Clique no banner abaixo e inscreva-se!

5 filmes que superaram as obras nas quais foram inspirados

Viver em sociedade é aprender a respeitar as diferenças. Seja no futebol, na política ou no dia a dia, conviver em equilíbrio é – como diz aquele famoso ditado popular americano – “concordar em discordar”. Mas existem algumas situações quando parece que todas as opiniões do mundo combinam perfeitamente em harmonia: Freddie Mercury era um cantor incrível, entrar no mar aos poucos é sempre pior do que se jogar de uma vez e os filmes inspirados em livros nunca são tão bons quanto a obra original.

Será?

A verdade é que nós mesmos já afirmamos isso nas nossas redes sociais mais de uma vez. Essa sensação ocorre, em grande parte, porque os livros trabalham com a nossa imaginação e, diferentemente do que acontece na telinha, a nossa imaginação não tem limites. Contudo, percebemos que precisamos nos retratar. Existem exceções à regra que vale a pena você conhecer. Confira algumas sugestões abaixo!

1. O Poderoso Chefão

Já começamos em grande estilo, não acha? A trilogia de “O Poderoso Chefão” é considerada uma obra prima do cinema. Mario Puzo, autor do livro homônimo que deu origem aos filmes, escreveu personagens memoráveis – é verdade. Contudo, foi nas mãos de Francis Ford Coppola que eles tomaram vida. Para críticos, o livro dedica muitas páginas a subtramas desnecessárias, tornando a leitura um pouco cansativa. Com o roteiro mais limpo e conciso, somado ao belo trabalho realizado pelo compositor Nino Rota e o casting poderoso (especialmente a escalação do experiente Marlon Brando como Don Vito Corleone), a obra conseguiu alavancar a história de Puzo a um novo patamar, tornando-se um dos filmes mais famosos de todos os tempos.

2. Laranja Mecânica

Baseado no livro de Anthony Burgess, o filme de Stanley Kubrick segue as características citadas na obra anterior. O livro de Burgess, assim como o de Puzo, é bom. Contudo, por meio da visão artística do diretor, a narrativa se torna genial. Kubrick adaptou a obra com bastante fidelidade – menos o último capítulo, quando Alex (o protagonista) sente uma súbita necessidade de mudar a sua vida. Ao que contam, essa diferença do papel para a telinha aconteceu por acidente e Kubrick teria recebido uma edição do livro sem a última parte. Será? Enfim, de propósito ou não, críticos concordam que, ao finalizar o filme da forma como foi, o diretor criou um dos maiores clássicos disruptivos da história do cinema.

3. O Curioso Caso de Benjamin Button

Criada por F. Scott Fitzgerald (autor de “O Grande Gatsby”, livro o qual já recomendamos anteriormente), a obra conta a história de um homem que nasce velho e rejuvenesce com o passar do tempo. Nela, Benjamim é um homem bem menos romântico e maduro que o personagem estrelado por Brad Pitt e a personagem de Cate Blanchett, Daisy, não existe. A única figura feminina na vida do protagonista é Hildegard – uma mulher que se atrai pela idade avançada de Benjamim, mas perde o interesse à medida que ele se torna mais jovem. Diferentemente do longa, a passagem das etapas de vida do personagem principal é retratada de forma mais estereotipada e superficial, sem a dramaticidade empregada pelos atores e diretores. Ou seja: ponto para o filme!

4. Clube da Luta

Diferentemente do primeiro da lista, aqui o problema não é enrolação. Muito pelo contrário! Com apenas 272 páginas – existem TCCs e artigos científicos mais longos que isso – o livro de Chuck Palahniuk falha em dar espaço para o desenvolvimento dos seus personagens. Diferentemente do filme de David Fincher, a obra original não consegue apresentar as minúcias da relação entre o excêntrico Tyler Durden e Marla Singer, deixando muito a desejar na formação do clímax da história. Além disso, as atuações de Brad Pitt e Edward Norton também contribuem para dar mais credibilidade à narrativa sobre conflito, violência e rebeldia contra o sistema.

5. Forrest Gump

Se você nem sabia que Forrest Gump era um livro, não se preocupe. Isso não é motivo para se envergonhar. A obra só começou a ser conhecida pelo grande público após o lançamento do filme, em 1994. Desde então, ela já vendeu mais de 1,7 milhão de cópias em todo o mundo, enquanto o longa recebeu seis estatuetas do Oscar pela adaptação. Por meio do trabalho do diretor Robert Zemeckis, Tom Hanks conseguiu transformar o inocente contador de histórias em um ícone do cinema americano, encantando os corações de milhares de espectadores como nós (e muito provavelmente você também). Contudo, na obra original, Forrest passa por uma série de situações – no mínimo – inusitadas, o que acaba fazendo com que o leitor não se sinta tão identificado com o personagem do livro como no do filme. Quer um exemplo? No livro, Forrest viaja para um planeta distante onde faz amizade com uma primata alienígena chamada Sue. Dá pra imaginar?

E aí, concorda? Lembra de algum outro filme que é melhor que o livro que o inspirou? Conta pra gente nos comentários! ;-)

5 museus que você pode conhecer virtualmente

Todo bom apreciador de arte, mesmo que amador, já desejou viajar até o antigo continente para conhecer algumas das obras mais incríveis do mundo. Espalhados por toda a Europa, berço de grandes artistas como Van Gogh, René Magritte, Claude Monet, Sandro Botticelli, entre outros, encontram-se pequenos tesouros da história – pinturas e esculturas que representam a evolução estética da humanidade até os dias atuais.

Se você gosta de arte, mas não tem condições de percorrer a Europa toda atrás de cada obra famosa, não se preocupe. Existe uma forma bastante barata e moderna para ajudá-lo a completar o seu objetivo. Você não precisa mais ficar horas e horas na fila para conhecer a Monalisa de Leonardo Da Vinci, por exemplo. É só fazer um tour virtual para conhecer o Louvre no conforto da sua casa. Ficou interessado? Confira a nossa lista e conheça alguns dos principais museus do mundo pela tela do seu computador.

1. British Museum

Local: Londres, Inglaterra

Fundado em 1753, é um dos maiores e melhores museus da Inglaterra. O seu acervo é composto de dois milhões de objetos, alguns deles muito importantes para a história da Mesopotâmia, Egito e Grécia – como A Pedra Rosetta (a chave para o deciframento dos hieróglifos egípcios) e os Mármores Elgin (fragmentos do Parthenon de Atenas).

Clique aqui para fazer o tour virtual.

2. Musée d’Orsay

Local: Paris, França

Possui a maior coleção de obras impressionistas do planeta. No acervo, encontram-se pinturas, esculturas e fotografias feitas por mestres do impressionismo, pós-impressionismo e realismo, como Monet, Manet, Degas, Matisse, Cézanne, entre outros.

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3. Kunsthistorischesmuseum

Local: Viena, Áustria

Kunsthistorischesmuseum, o Museu de História da Arte em Viena, é um dos mais antigos do mundo. Em seu acervo é possível encontrar desde tumbas egípcias a quadros de Rubens e Caravaggio. Um dos grandes destaques do local é a sala dedicada à Pieter Brueghel, o Velho – autor de obras como Os Caçadores na Neve, A Torre de Babel e O Casamento de Camponeses.

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4. Galleria degli Uffizi

Local: Florença, Itália

É considerado o mais importante acervo de pinturas renascentistas do mundo. A coleção foi criada pela família mais influente de Florença entre os séculos XIV e XVI, os Medici, e contém obras incríveis como O Nascimento de Vênus e Primavera, do artista Sandro Botticelli.

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5. Louvre

Local: Paris, França

É um dos museus mais famosos que existe. Possui mais de 35 mil obras em exibição – entre elas A Vênus de Milo, A Vitória de Samotracia e a famosa Monalisa, de Leonardo Da Vinci. Quer saber uma curiosidade? De acordo com a Revista Viagem, se um visitante ficasse 30 segundos em frente a cada peça exposta no museu levaria anos para completar todo o roteiro.

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Visitar um museu é aprender um pouco mais sobre a nossa história. Em um mundo sem internet e televisão, eram os pintores que traduziam os acontecimentos do dia a dia nas imagens belíssimas que conhecemos hoje. Confira as exposições da nossa lista e comente: qual o museu que você mais gostou de visitar? Qual obra mais lhe chamou atenção? Você acha que aprendeu alguma coisa nova com esses tours virtuais?

Estamos curiosos para saber a sua opinião! :-)

Criatividade: habilidade natural ou fruto de muita prática?

“Procura-se: (insira a sua profissão aqui)”.

Assim começa o anúncio de uma vaga de emprego encontrada nos classificados online. Ao passar os olhos pelas especificações do perfil profissional, você lê uma frase que parece ser a solução para todos os problemas de uma empresa (e quem sabe do mundo): precisa ser criativo.

É bastante comum ouvir pessoas dizerem que não são criativas, afinal, criatividade é algo inato a grandes gênios como Steve Jobs, Andy Warhol ou Michael Jackson. Certo? Errado!

Criatividade não é algo que está no DNA. Para o professor Brad Hokanson, da Universidade de Minnesota, não são algumas ligações moleculares que resultam nas várias nuances da nossa personalidade, mas sim o meio em que vivemos. Ou seja, mesmo que você não tenha nascido em uma família de músicos, artistas, designers ou malabaristas de circo, nada o impede de desenvolver um pensamento mais criativo.

Mas, o que é criatividade?

Criatividade é criar algo novo. Simples assim. Esse “algo” não precisa, necessariamente, ser ligado à arte. Muitas vezes um programador ou gestor financeiro precisa ser bastante criativo para resolver os problemas do dia a dia. Você mesmo, caso tenha seguido um caminho diferente parar ir para casa hoje ou se começou a ler algum livro diferente, já começou a exercitar a sua imaginação.

Ser criativo é ser desafiado. Toda vez que uma pessoa opta por fazer algo diferente, sabendo que pode falhar em vez de seguir a rotina de sempre, ela está desenvolvendo o seu lado imaginativo. Fácil, não é mesmo? Então, chega de desculpas!

Você não precisa mais temer o estigma de “pouco criativo”. Para ajudá-lo a exercitar ainda mais esse novo jeito de pensar, reunimos algumas dicas para estimular seu cérebro. Confira:

Seja curioso!

1. Seja curioso

Busque novos conhecimentos, eles são o alimento da criatividade. Descobertas levam a novas informações e, consequentemente, ideias inéditas. Conheça outros lugares, leia muitos livros (já fizemos uma lista de sugestões aqui, lembra?) e assista a filmes além dos blockbusters que lotam as salas de cinema. Preencha o seu cérebro com referências variadas e, quando você menos esperar, a criatividade entrará em ação.

Ficar sozinho pode ser bem legal

 2. Ficar sozinho pode ser bem legal

Quem nunca teve uma ideia genial na calada da noite? Ou então no chuveiro pela manhã? Acredite, passar um tempo sozinho com os seus pensamentos pode ser tudo o que você precisa para acender a fagulha da criatividade que vive na sua cabeça.

Estar em grupo pode ser bem legal também

 2 e ½. Estar em grupo pode ser bem legal também

Cerque-se de pessoas criativas. Elas sempre têm alguma novidade para mostrar, seja ela uma nova música, um novo livro ou um novo local para o happy hour da semana. Assim como visto na primeira dica, essas pessoas também podem trazer ótimas referências para as suas ideias. E, falando em ideias…

Coloque as ideias no papel

 3. Coloque as ideias no papel

Há um ditado que diz: “a mente mente”. Sabe quando alguém fala alguma coisa e você decide não anotar, pois imagina que vai se lembrar depois? Então, quantas vezes você conseguiu se lembrar da informação de fato? O cérebro prega peças, portanto sempre escreva seus pensamentos, mesmo que não sejam tão criativos assim. Um dia eles poderão servir como inspiração para alguma coisa.

Pare de se importar com a opinião dos outros

4. Pare de se importar com a opinião alheia

A opinião mais importante – senão a única que deve ser levada em consideração – é a sua. Quantas vezes, quando criança, você ouviu que algo deveria ser feito de determinada forma? Que o sol tem que ser amarelo, o céu azul e a grama verde? Parece bobo, mas essas pequenas interferências podem ter influenciado a sua forma de ver o mundo, limitando o seu pensamento criativo. Contudo, veja pelo lado positivo: agora que você é um adulto consciente, ninguém pode acabar com a sua criatividade. Por isso, valorize suas ideias, por mais loucas que elas possam parecer.

Seja você mesmo

5. Seja você mesmo, sempre!

Não existe criatividade sem originalidade. Você é livre para se inspirar em todas as referências do mundo, mas jamais para copiar. Seja honesto consigo mesmo, a melhor fonte criativa de todas existe dentro de você.

O cérebro é um músculo que precisa de constante exercício para permanecer saudável. Por que não começar agora?

E, você? Tem alguma outra sugestão para exercitar a criatividade? Conte pra gente!