Alimentação complementar de bebês: você sabe como começar?

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Os pais de primeira viagem têm muitas dúvidas sobre os cuidados com o bebê. A alimentação, por exemplo, pode ser motivo de certo receio para eles, especialmente após os seis meses. Durante esse período, a criança deve ser alimentada apenas com leite materno, pois é um alimento completo: nutri, hidrata e protege o bebê. Depois dos seis meses, a introdução de outros tipos de comida deve ser lenta e gradual, já que é normal a criança estranhar e até mesmo rejeitar as primeiras tentativas.

Para ajudar os pais e até mesmo profissionais de escolas que recebem bebês, o Ministério da Saúde publicou, em 2013, a nova versão do Guia Alimentar. Além de buscar orientações no material, a nutricionista e orientadora do Senac Elizabeth Nappi Correa acrescenta que a ajuda de um especialista é importante para que a introdução de novos alimentos ocorra de forma tranquila e saudável.

A alimentação complementar inicial pode ser composta de frutas, legumes, cereais, tubérculos e carnes, oferecidos de colher, com consistência pastosa e respeitando o apetite da criança. Os horários devem ser os mesmos das refeições da família. Francine Ferrari, nutricionista e orientadora do curso de Cuidador Infantil do Senac, sugere que, depois de completar um ano, a criança pode ter uma dieta com papinhas salgadas, sucos de frutas e legumes, frutas com cereais, iogurte sem sabor e corante, bolo simples, leite com frutas e cereais, frutas in natura, massas de trigo, polentas e arroz integral.

Nas refeições servidas à criança é interessante evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, guloseimas e sal em excesso. A higiene também é um ponto importante para garantir o manuseio, armazenamento e conservação adequados dos alimentos.

Confira o Guia Alimentar  do Ministério da Saúde.

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